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porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar idéias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein

terça-feira, 17 de setembro de 2013

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS ENTRE 1994 E 1998 (número 36... CAPITULO 4

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS ENTRE 1994 E 1998 (número 36... CAPITULO 4 ... A TRÍADE SECULARIZAÇÃO - PADRONIZAÇÃO - CRIAÇÃO PARTE I TESE DE DOUTORADO..obs.: Prezados leitores quem quiser continuar acompanhar a série TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS E EXTRAORDINÁRIAS (O QUE É A GRANDE FRATERNIDADE BRANCA: UMA HIERARQUIA ESPIRITUAL CRIADA POR DEUS! – PARTE 1, 2, 3, ...”n”)....por favor visite o site no link http://bernardomelgaco.blogspot.com.br/ .ou o site Educação Para o Terceiro Milênio ver link... https://www.facebook.com/EducacaoParaOTerceiroMilenio Obrigado... Namastê! “Senhor, eu sei que Tu me Sondas...” “Conhece-te a ti mesmo” – Sócrates (ver link...carta encíclica ”fé e razão” do Papa João Paulo II.. http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_15101998_fides-et-ratio_po.html) “All you need is love” (Lennon/MaCartney) "o problema humano é o mesmo do problema divino quando se consegue responder um então conseguimos responder o outro" Bernardo Melgaço da Silva “O Humano e Deus são os dois lados da mesma moeda” Bernardo Melgaço da Silva “A busca da felicidade, é a mesma busca da verdadeira identidade de quem somos nós!” Bernardo Melgaço da Silva “O medo humano é decorrente da falta de fé em Deus. Assim, quando adquirimos a fé em Deus de forma inabalável junto com a fé vem também a coragem, a prudência e a humildade. Por isso, o problema humano se torna um problema divino: a fé pura incondicional de Deus.” Bernardo Melgaço da Silva “Eu Sou a Poderosa Presença Divina em Ação” HAJA LUZ/PONTE PARA A LIBERDADE INTRODUÇÃO “All you need is love” (Lennon/MaCartney) 4.1 O INEVITÁVEL MUNDO VELOZ-GLOBALIZADO E INFELIZMENTE ACELERADO O homem quer como ser social quer como sujeito potecialmente criativo e criador é tanto agente quanto o paciente das descobertas-transformações inerentes às suas próprias idealizações-criações. No afã de aumentar seus horizontes de conhecimento e de restabelecer o equilíbrio de suas necessidades básicas, ele busca novos parâmetros de conquistas e realizações conduzindo gradativamente o grupo social a uma redefinição de seus papéis sociais e existenciais. O indivíduo, a família, o mercado e a sociedade são assim os quatro sistemas imediatamente afetados nessa conjunção de forças transformadoras que mudam os costumes, os hábitos e as atitudes produzindo dessa maneira novas estruturas e novas formas de organizações participativas na vida comunitária. O ser humano em sua forma moderna de sobrevivência criou nos últimos séculos três grandes espaços organizados, interdependentes e padronizados que são: a sociedade, a empresa e a ciência. De um lado a sociedade se comporta como agente de consumo "forçando" a empresa somente a produzir o que a sociedade deseja e necessita. E por outro lado, ela se comporta como um mercado-agente de produção "forçando" a ciência a enveredar por novos caminhos do conhecimento, face as dificuldades inerentes a carência de recursos para as suas necessidades básicas de sobrevivência. É dentro desse contexto que as empresas e os mercados procuram se organizar, se estruturar e sobreviver competindo entre si para o bem comum da sociedade, da família e do indivíduo. A empresa pressionada de um lado pela busca do lucro, pelas necessidades da sociedade, pelas pressões dos mercados e por outro lado pela liberdade de inovações tecnológicas da ciência, vem buscando transcender seu próprio modo de criar e produzir objetos-produtos de interesse social. Além disso, no contexto desse espaço da empresa outros agentes internos também atuam criando circunstâncias novas para a viabilidade sócio/técnica da organização como um todo. No plano da relação pessoa/grupo os valores humanos tem uma importância vital para o sucesso do empreendimento no contexto social da empresa. E no plano da relação organização/tecnologia a filosofia de administração é de fundamental importância para o sucesso técnico/econômico. Nesse sentido, a organização do trabalho em grupo se torna um grande complexo social e tecnológico voltado para os objetivos econômicos e/ou políticos. A empresa torna-se o grande palco dos ajustes/desajustes nas ações/reações dos processos psicossomáticos do homem e automáticos dos processos tecnológicos. Nesse espaço da empresa operam-se os movimentos de equilíbrio organizacional da relação trabalho/tecnologia e de equilíbrio orgânico da relação psique/físico (numa dimensão e em outra dimensão na relação ego/self) do homem. Na interseção dos dois domínios (organização-organismo) as variáveis humanas são "medidas" e ajustadas em relação as variáveis tecnológicas. Pois, o que se pretende é o ganho de valor econômico através da eficiência do trabalho no contexto da força produtiva humana viabilizada pela tecnologia, com o objetivo social de oferecer a sociedade os produtos em condições tais que sejam suficientes em qualidade e quantidade. “A data inicial simbólica do fordismo deve por certo ser 1914, quando Henry Ford introduziu seu dia de oito horas e cinco dólares como recompensa para os trabalhadores da linha automática de montagem de carros que se estabelecera no ano anterior em Dearbn, Michigan. Mas o modo de implantação geral do fordismo foi muito mais complicado do que isso. Em muitos aspectos, as inovações tecnológicas e organizacionais de Ford eram mera extensão de tendências bem-estabelecidas. A forma corporativa de organização de negócios, por exemplo, tinha sido aperfeiçoada pelas estradas de ferro ao longo do século XIX e já tinha chegado, em particular depois da onda de fusões e de formação de trustes e cartéis no final do século, a muitos setores industriais (um terço dos ativos manufatureiros americanos passaram por fusões somente entre os anos de 1988 e 1902). Ford também fez pouco mais do que racionalizar velhas tecnologias e uma detalhada divisão do trabalho preexistente, embora, ao fazer o trabalho chegar ao trabalhador numa posição fixa, ele tenha conseguido dramáticos ganhos de produtividade..O que havia em especial em Ford (e que, em última análise, distingue o fordismo do taylorismo) era a sua visão, seu reconhecimento explícito de que a produção de massa significava consumo de massa, um novo sistema de reprodução da força de trabalho, uma nova política de controle e gerência do trabalho, uma nova estética e uma nova psicologia, em suma, um novo tipo de sociedade democrática, racionalizada, modernista e populista” (HARVEY, 1993, pp.121-122) O sentido de padronização e integração entre os agentes sociais e tecnológicos foi sem dúvida um ponto de referência para o aprimoramento dos canais de comunicação. Ao longo de várias décadas vários marcos limites foram superados e reajustados nessa busca de integração. A ciência no inicio do século deu um passo importante quando enveredou pelo domínio complexo e sutil do mundo das subpartículas. Foi através da compreensão e superação dos limites da dimensão do espaço, do tempo e da velocidade que surgiu o marco de uma nova era que agora se instaura. O desenvolvimento da Física Quântica possibilitou o domínio e compreensão de fenômenos eletrônicos no mundo das subpartículas. E esse desenvolvimento fantástico aconteceu no espaço de intolerância humana entre duas guerras mundiais. O fermento da guerra fez crescer tanto a escravidão do trabalho quanto a liberdade da criatividade destrutiva humana, como nunca havia acontecido, dando as condições para a evolução científica-tecnológica e o seu efeito propagador nas inovações das tecnologias mecânica (p.ex.: dos automóveis) e eletrônica dos semicondutores: os sistemas de automação baseados nos circuitos semicondutores transistorizados e suas famílias. Durante 50 anos, “a indústria alemã guardou seu segredo vergonhoso trancado nos arquivos das empresas. Mas, agora que a maioria dos chefes da época nazista já morreu, o véu está começando a ser levantado. A melhor visão do império nazista de escravos que se teve até hoje foi proporcionada por um livro lançado no ano passado pelo respeitado historiador Hans Mommsen. O professor Mommsen teve livre acesso aos documentos da Volkswagen, custeado pela empresa, que financiou o estudo de mais de US$ 1 milhão. Foi uma decisão corajosa por parte da Volkswagen, pois sua história não é simpática. A empresa foi fundada, com a ajuda de Adolf Hitler, por Ferdinand Porsche, descrito no livro como um nazista “moralmente indiferente”. A maior parte de seus 16 mil empregados era formada por escravos, muitos dos quais morreram na própria fábrica de Wolfsburg. Hitler aprovou pessoalmente o protótipo do “carro do povo”, o Fusca. Depois da guerra, a Volkswagen centrou sua atenção no Fusca. A história relatada por Mommsen é uma clássica história alemã de prosperidade, colapso e renascimento. A empresa cresceu, desde a origem, sustentada pelo sangue de escravos que jamais foram pagos” (KARACS, 16/11/97, p.21). A expansão e a minituarização dos circuitos eletrônicos, no seio de uma sociedade movida pela competição dos mercados e das guerras, fez emergir um novo processo de padronização e inovação tecnológica. A criação de novos circuitos mais complexos propiciaram um ganho na rastreabilidade dos sinais eletrônicos. Esse avanço permitiu um melhor aproveitamento no processamento de dados das variáveis tecnológicas aplicadas também em ambientes industriais. Em conseqüência desses avanços o computador, inicialmente de tecnologia a válvula, deixou de ser uma promessa tecnológica do final da etapa de automatização e passou a ser uma realidade eletrônica da automação veloz através da tecnologia dos semicondutores. As indústrias a partir desse novo marco não só monitoravam as variáveis tecnológicas como também as variáveis econômicas-administrativas isso ainda no próprio espaço industrial. Muitos confundem automação com automatização. “Mas a diferença entre ambos os conceitos é radical. A automatização é composta por conjuntos abertos de máquinas mecânicas, trabalhando a baixas velocidades. A automação compõe-se de sistemas fechados de máquinas eletrônicas operando a velocidades instantâneas. O sistema fechado age com pouca ou nenhuma participação do homem” (MURARO, 1968, p.67) Tudo isso acontecendo em paralelo com a redefinição das forças produtivas no contexto local e internacional da divisão do trabalho. Um avanço no domínio da ciência e da tecnologia exigia um avanço na filosofia e na sociologia do trabalho. Novos métodos e metodologias foram assim criados para atender esse novo patamar alcançado pela ciência e pela tecnologia. Assim, por algumas décadas presenciamos uma era do processamento de informações ainda que setorialmente isolados. Hoje, deixamos essa era para trás e entramos na era da comunicação veloz e “integradora”. O computador de base microeletrônica invadiu ambientes onde a informação necessitava fluir e ser organizada com maior rapidez. O ritmo veloz (“do pêndulo cartesiano”) de produção e adaptação dos costumes estabeleceu a referência de um modo de "devir" do homem moderno. A tendência atual é de uma interligação cada vez maior. Mas, essa interligação não é estática. Ela é extremamente dinâmica, puxando cada atividade produtiva a reboque. O ganho no processo de comunicação e processamento de informações produziu nos centros mais desenvolvidos tecnologicamente (p.ex.: E.U.A) os primeiros sinais de um nova era tecnológica. O mundo da produção, a partir desse momento, já não era mais o mesmo. A concorrência entre países ou centros tecnológicos mais desenvolvidos tomou novos rumos. Um novo patamar de referência se estabeleceu naturalmente. Com o decorrer do tempo foi inevitável que um grande número de países se vissem atraídos e quase obrigados a se inscreverem na lista dos países industrialmente padronizados e informatizados (As normas internacionais passaram a ser uma referência de política tecnológica em vários países em desenvolvimento). Nesse contexto, o mundo ocidental respira atualmente o sucesso da era da informatização e da padronização. A máquina mostra-se uma verdadeira auxiliar na tarefa de administrar, controlar e estabelecer um contínuo fluxo de informações no processo produtivo e organizacional da divisão do trabalho. Ela tem sido utilizada como um fiel de balança no equilíbrio lógico das forças produtivas. Em vários ramos de atividades o homem vem empregando o computador com relativo sucesso: nos bancos, nas fábricas, nas repartições públicas, etc. A comunicação de dados cada vez mais veloz direciona o processo de desenvolvimento de tecnologias mais avançadas. Circuitos integrados (chips) contendo milhares de circuitos em espaços físicos cada vez menores é a tônica do processo de minituarização de componentes que obriga o homem a aumentar e a exercitar sua criatividade. Novos softwares (programas) mais complexos exigem lógicas de programação semelhantes a memória humana: os programas de Inteligência Artificial são as respostas para esta demanda. Os movimentos precisos dos robôs estão exigindo tecnologias que incorporem os movimentos precisos da natureza humana. O mesmo ocorre com os sentidos principalmente como o tato e a visão. A evolução da máquina começa ser a evolução da reprodução artificial da natureza da "máquina-humana". O homem criando e produzindo a máquina “semelhante” a si mesmo. Em países em desenvolvimento como o Brasil a crise econômica tem sido um agente de "estímulo" para a produção informatizada face a grande concorrência de empresas estrangeiras na conquista dos mercados internos. Além disso, tanto o Brasil quanto o mundo cresceram em população e em necessidade. E paradoxalmente em riqueza e miséria também. Em 1800, “a Terra tinha 1 bilhão de habitantes. Provavelmente mais do dobro do que tinha em 1500, umas quatro vezes mais do que no tempo de Cristo e cem vezes mais do que no começo da revolução agrícola, há uns 10 mil anos, quando, com mais comida e lazer, começou essa história “crescei e multiplicai-vos”. Em 1927, a bola em que moramos dobrou a população para 2 bilhões, dobrou novamente em 1974 para 4 bilhões, e hoje está pelos 6 bilhões. Terá crescido, por ano, 0,04% até Cristo; 0,06% de então a 1500; 0,2% depois, até 1800; 0,65% de então até 1900; 0,9% a partir de então até hoje. A população mundial está crescendo 80 milhões de pessoas por ano, e pelo menos por mais cerca de 20 anos os especialistas não esperam reduções significativas da tendência. Hoje, os desenvolvidos, representam 20% do total, e os menos desenvolvidos, 80%, sendo que os paupérrimos contribuem mais do que 10%. Mas, em 2025, os desenvolvidos serão menos de 17%, os menos desenvolvidos, mais de 83%, e os mais pobres dentre esses, quase 13%. Em 2050, quando a geração de nossos filhos tiver a nossa idade, os atuais desenvolvidos não representarão mais do que 12%, e os menos desenvolvidos, 87,6%, aumentando a proporção dos mais pobres para perto de 17,5%. Isso, tomando uma hipótese relativamente modesta, segundo a qual a população da Terra atingirá 7,3 bilhões em 2025 e 9,4 bilhões em 2050. Pode ser que chegue, respectivamente, a 8,5 bilhões e 10,2 bilhões.” (CAMPOS, 22/02/98, p.4). Assim sendo, a pressão de um lado das necessidades sociais e por outro lado a força do ganho do capital produtivo e do poder de nichos financeiros fizeram com que essa tecnologia recém desenvolvida fosse aperfeiçoada acelerando cada vez mais o ritmo e a velocidade do progresso tecnológico e da internacionalização do capital. Em consequência o consumo aumentou velozmente. E dessa forma o volume de informações e bens também precisaram crescer face a demanda e a pressão sócio/técnica dos agentes de produção e consumo. Inevitavelmente, no espaço da empresa, o ciclo de desenvolvimento de produto precisou ser reduzido drasticamente. Essa redução do ciclo de desenvolvimento, por sua vez, exigiu das empresas uma nova forma de planejamento e programação das informações e dos recursos materiais e humanos. Nesse sentido, o objetivo tem sido sem dúvida de estabelecer um ritmo, se possível, único (padrão) no espaço dinâmico da empresa. Desta forma, podemos inferir que quanto maior o ritmo, menor é o ciclo e mais abrangente deve ser a visão e a regulação da velocidade do sistema produtivo-econômico (existe uma relação entre a freqüência e a velocidade). Manter um "único" (padrão de) ritmo significa definir claramente as velocidades das interfaces humanas e tecnológicas de acordo com as estratégias de mercado, de produto e de produção. Um eficiente sistema de comunicação entre os níveis estratégico, tático e operacional é de fundamental importância para a sincronização entre os ritmos das necessidades e as velocidades de respostas dos recursos materiais/tecnológicos e humanos disponíveis. Uma boa comunicação se faz necessário a fim de se evitar também a formação de "gargalos" no equilíbrio dinâmico entre diversificar as configurações tecnológicas (estratégia de mercado) e reduzir a variabilidade técnica dos insumos (estratégia de produto). E como conseqüência otimizar e compatibilizar o ciclo de desenvolvimento com o ciclo de vendas. Em face desse equilíbrio altamente sensível e flexível, foram surgindo técnicas cada vez mais requintadas. Algumas delas direcionadas para o processo produtivo (linha técnica) e outras para a organização do trabalho (linha humanista). Ainda se discute, a implementação dessas recentes inovações tecnológicas e organizacionais como por exemplo a Reengineering, Kan-Ban, Just-in-Time, MRP/MRPII, TQM, Gerenciamento Participativo, Macroergonomia, ISO 9000, etc. Nesse contexto, a qualidade é realçada e buscada intensamente. Discute-se não apenas a qualidade do produto, mas também a qualidade de serviço e a qualidade de vida dentro e fora do ambiente do trabalho formal. As empresas ao perceberem a complexa e sutil interseção entre o sistema humano e o sistema tecnológico vem direcionando suas preocupações não só para a eficiência, produtividade e padronização dos recursos tecnológicos, mas também para a eficiência, produtividade e variabilidade dos recursos humanos. A visão parcial de uma fase incipiente industrial está cedendo para uma visão holística moderna de integração entre o homem, a tecnologia e a organização. O mercado de trabalho vem sofrendo uma mudança significativa em decorrência do processo de adaptação social e tecnológica imprimida pelas mudanças inovadoras de organização da produção e pelo novo modelo de acumulação flexível e circulação do capital transnacional. O mercado de trabalho, passou por uma radical reestruturação. Diante da forte volatilidade do mercado, do aumento da competição e do estreitamento das margens de lucro, “os patrões tiraram proveito do enfraquecimento do poder sindical e da grande quantidade de mão-de-obra excedente (desempregados ou subempregados) para impor regimes e contratos de trabalho mais flexíveis. É difícil esboçar um quadro geral claro, visto que o propósito dessa flexibilidade é satisfazer as necessidades com freqüência muito específicas de cada empresa. Mesmo para os empregados regulares, sistemas como “nove dias corridos” ou jornadas de trabalho que têm em média quarenta horas semanais ao longo do ano, mas obrigam o empregado a trabalhar bem mais em períodos de pico de demanda, vêm se tornando muito mais comuns. Mais importante do que isso é a aparente redução do emprego regular em favor do crescente uso do trabalho em tempo parcial, temporário ou subcontratado. A atual tendência dos mercados de trabalho é reduzir o número de trabalhadores “centrais” e empregar cada vez mais uma força de trabalho que entra facilmente e é demitida sem custos quando as coisas ficam ruins. Na Inglaterra, os “trabalhadores flexíveis” aumentaram em 16 por cento, alcançando 8,1 milhões entre 1981 e 1985, enquanto os empregos permanentes caíram em 6 por cento, ficando em 15,6 milhões (Financial Times, 27 de fevereiro de 1987). Mais ou menos no mesmo período, cerca de um terço dos dez milhões de novos empregados criados nos EUA estavam na categoria “temporário” (New Times, 17 de março de 1988). Evidentemente, isso não mudou de maneira radical os problemas, surgidos nos anos 60, dos mercados de trabalho “duais” ou segmentados, mas o reformulou segundo uma lógica bem diferente. Embora seja verdade que a queda da importância do poder sindical reduziu o singular poder dos trabalhadores brancos do sexo masculino nos mercados do setor monopolista, não é verdade que os excluídos desses mercados de trabalho - negros, mulheres, minorias étnicas de todo tipo - tenham adquirido uma súbita paridade (exceto no sentido de que muitos operários homens e brancos tradicionalmente privilegiados foram marginalizados, unindo-se aos excluídos). Mesmo que algumas mulheres e algumas minorias tenham tido acesso a posições mais privilegiadas, as novas condições do mercado de trabalho de maneira geral reacentuaram a vulnerabilidade dos grupos desprivilegiados” (HARVEY, 1993, pp.143-145) As forças políticas e econômicas buscam acelerar cada vez mais a integração entre seus agentes sociais e tecnológicos de forma a se alcançar um ganho quantitativo e qualitativo (uma espécie de sintropia sócio-técnica) na produção de valores e bens visando o bem-estar de todos os indivíduos que estão incluídos no sistema de produção capitalista. A ciência em seu processo de produção de conhecimento contribui significativamente no processo de inovação, enquanto as empresas procuram adequar suas tecnologias de acordo com as necessidades da demanda social e também de acordo com as estratégias políticas dos governos e da “mão invisível” dos mercados às quais estão atreladas. O crescimento da população e também o crescimento da desigualdade da qualidade de vida na pirâmide social são fatores impulsionadores para uma reorganização do espaço sócio-político-econômico-tecnológico das sociedades capitalistas. Atualmente busca-se interligar não só as variáveis tecnológicas como também as variáveis econômicas, políticas e sociais num amplo contexto que transcende até mesmo o espaço geográfico e social das nações. É dentro desse contexto que as redes de inovações são recursos em curso nos grandes centros industriais. Essas redes buscam aproximar interesses tecnológicos, econômicos, políticos e sociais visando uma sinergia, ou seja, um ganho em princípio qualitativo. Como resultado dessa necessidade de integração global nasceu "naturalmente" uma nova cultura social-tecnológica com o objetivo de integrar não só o meio lógico e o meio físico da máquina, mas também para integrar nesse processo o meio psicológico do homem moderno. Nasceu, portanto, a rede SÓCIO-TÉCNICA. O conceito de rede de inovação não é algo novo, mas um aprimoramento da experiência humana ao longo de séculos de busca de um modo de produzir interativamente. A rede de dormir é um exemplo simples que podemos utilizar para entendermos o objetivo da rede. Essa rede é feita de fios de algodão (ou outro material) trançados de maneira que o tecido formado seja forte o suficiente para suportar o peso de uma ou duas pessoas sentadas ou deitadas sobre ela. Para que serve esta rede? A resposta não poderia causar dúvidas: "para as pessoas descansarem nela". E esse descanso deve propiciar a qualquer pessoa uma satisfação em seu uso. Do contrário a rede não serve aos objetivos de quem a usa. A satisfação é o ganho que a pessoa tem ao usar uma rede. Essa analogia da rede de dormir vai nos propiciar entender um pouco mais sobre a função da rede de inovação no espaço coletivo do trabalho moderno. Por volta das décadas de setenta e oitenta o ritmo acelerado de desenvolvimento de produto criou problemas para os administradores de empresas de produto de alta tecnologia. Uma vez que a competitividade entre empresas fazia com que o ciclo de desenvolvimento diminuísse e com isso a composição e definição da mão-de-obra se tornava crítica. Isso porque o investimento inicial em capacitação técnica dos profissionais era alto, para um período muito curto de desenvolvimento e conclusão do empreendimento, em função da alta tecnologia com a qual os administradores estavam envolvidos. O problema surgia quando terminava um projeto específico e não havia uma solução administrativa de modo a se aproveitar, num outro empreendimento, todos os profissionais contratados para aquele empreendimento específico. Uma saída que os administradores tiveram foi a realização de uma administração por rede. Esse tipo de administração buscava distribuir os profissionais em vários grupos ou nichos técnicos em forma de uma rede matricial. A mudança de uma organização rígida departamental para uma organização flexível do tipo rede matricial foi muito importante em função de uma comunicação eficaz estratégica em face dos novos objetivos a serem alcançados. A rede gerencial matricial foi utilizada (e ainda é utilizada) em ambientes que necessitavam de rápidas mudanças organizacionais técnicas-administrativas. Essa rede satisfazia o interesse comum das pessoas num ambiente específico de trabalho que envolvia alta tecnologia. A ideia de rede de inovação está associada a ambientes ou universos que exigem grandes movimentos, mudanças e interações entre seus elementos. Outra analogia que podemos fazer é com a rede elétrica. Nesse domínio as interações são grandes entre os dispositivos instalados. E o movimento dos elétrons no circuito é estupidamente alta. A mudança ou transformação das grandezas elétricas são também enormes. As redes de inovações tecnológicas se apresentam como uma solução natural nascida do desenvolvimento científico-tecnológico. Principalmente entre a tecnologia da informação e a administração moderna da produção. Algumas décadas atrás a tecnologia da informação estava sendo empregada, com maior intensidade, nos processos industriais. Vimos surgir a tecnologia CAD (Computer Aided Design) que auxiliava o projetista em diversas atividades de projeto tais como a rastreabilidade de matérias-primas, de projetos antigos de peças e produtos, de normas técnicas das peças e no projeto em si, bem como na elaboração da documentação técnica. Na mesma época vimos surgir também o CAM (Computer Aided Manufacturing) que auxiliava o engenheiro industrial nas atividades de fabricação de peças. O surgimento dessas duas tecnologias fez nascer uma terceira tecnologia na fusão dessas duas: a tecnologia CAD-CAM. Era o início de uma pequena rede tecnológica no ambiente fabril. A redução dos custos da tecnologia de informação (ver fig.1 na página seguinte) permitiu que outros setores da indústria fossem também atendidos. As áreas comercial, compra e marketing foram logo atendidas. A interligação dos setores aumentava propiciando à indústria um ganho na relação entre os objetivos estratégicos empresariais e a execução operacional do chão de fábrica. Mais tarde nascia o CIM (Computer Integrated Manufacturing) com o objetivo de integrar toda a indústria. Nesse período ganham importância as tecnologias MRPI (Material Requisite Planning) e MRPII (Manufacturing Resource Planning). É importante frisar que nesse período a tecnologia de robôs estava a pleno vapor. O avanço na tecnologia de cabos (junto com o desenvolvimento das telecomunicações) dá um impulso enorme no processo de integração via rede. O surgimento do cabo de fibra ótica permitia superar certos obstáculos na transmissão de um maior número de dados num espaço de tempo muito curto. Pois, os cabos trançados e coaxiais limitavam o poder da tecnologia de informação em sua capacidade de comunicação de dados. A fibra ótica possibilitou superar gargalos no fluxo de sinais eletrônicos. Um fino fio da espessura de um fio de cabelo consegue transmitir o mesmo volume de informações que milhares de cabos telefônicos. O problema das impedâncias, devido às especificações técnicas da matéria-prima de fabricação do cabo e das distâncias percorridas pelo cabo, foi também razoavelmente resolvido tornando os sinais eletrônicos cada vez mais fidedignos em pequenas e grandes distâncias. Diante de toda essa revolução no campo da eletrônica e da engenharia-administração da produção, a inteligência dos programadores, analistas e projetistas de software foi exigida para a elaboração de sistemas cada vez mais sofisticados e inteligentes. Surgiram várias linguagens de programação e depois foram surgindo em decorrência dessas linguagens os "pacotes" de programas de fácil manuseio. O usuário começava interagir numa linguagem mais acessível, mais interativa e mais “amiga”. Os pacotes de programas invadiram as repartições públicas, as salas de aula, os laboratórios, as residências, as lojas, os escritórios comerciais, os escritórios de engenharia, os bancos, os supermercados, ou seja qualquer ambiente que precisava administrar uma determinada base de informações. Senhor, Eu sei que Tu me Sondas (música religiosa brasileira http://letras.mus.br/padre-marcelo-rossi/66350/ ). Bonita!!!!!!!!!!!!!!!!! Senhor, Eu sei que tu me sondas Sei também que me conheces Se me assento ou me levanto Conheces meus pensamentos Quer deitado ou quer andando Sabes todos os meus passos E antes que haja em mim palavras Sei que em tudo me conheces Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Deus, tu me cercaste em volta Tuas mãos em mim repousam Tal ciência, é grandiosa Não alcanço de tão alta Se eu subo até o céu Sei que ali também te encontro Se no abismo está minh'alma Sei que aí também me amas Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Senhor, eu sei que tu me amas (4 vezes) Refrão Sugiro que assistam seis vídeos na Internet: “Quem somos nós? (baseado na física quântica...ver link http://www.youtube.com/watch?v=WDXFRvbe2VY)”, “I AM” (Sobre Tom Shadyac) , “As Sete leis Espirituais do Sucesso – de Deepak Chopra”, “O Ponto de Mutação – baseado no livro de Fritjof Capra ”, “Conversando com Deus” – baseado no livro publicado por Neale Donald Walsch ... Conversando com Deus (título original em inglês: Conversations with God) é uma série de três livros publicada por Neale Donald Walsch, que afirma ter sido inspirado diretamente por Deus em seus escritos. Cada livro é escrito como um diálogo no qual Walsch faz perguntas e "Deus" as responde. Walsch afirma ainda que não se trata de canalizações, mas de inspirações divinas. Em 2006, um filme foi lançado sobre a história do autor e seus livros... Ver link http://pt.wikipedia.org/wiki/Conversando_com_Deus), “A Unidade das Religiões: O Amor Universal – no site da Organização Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Livros recomendados: “Mãos de Luz – de Barbara Ann Brennan, editora Pensamento”, “Medicina Vibracional – de Richard Gerber, editora Cultrix”, “Seu EU Sagrado – Dr. Wayne Dyer, Editora Nova Era”, “O Fluir do Amor Divino: Prema Vahini – Publicado por: Fundação Bhagavan Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Namastê! Prof. Bernardo Melgaço da Silva – pensador livre holístico-transcendental: filósofo (praticante), cientista e espiritualista – Professor Universitário Aposentado da URCA (Universidade Regional do Cariri –CE). e-mail: bernardomelgaco@gmail.com Facebook: Bernardo Melgaço da Silva/página Educação Para o Terceiro Milênio bernardomelgaco.blogspot.com Nota: Em 1992 e 1998 fiz dois trabalhos científicos: dissertação de mestrado e tese de doutorado respectivamente. E nesses dois trabalhos, que tem uma cópia de cada um na Universidade Federal do Rio de Janeiro (na biblioteca do Cento de Tecnologia –CT - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Brasil), procurei mostrar (“explicar cientificamente”) o Caminho do Amor Divino que fiz em 1988. E quem desejar uma cópia dos meus trabalhos científicos envie um e-mail (eu tenho eles no formato Word) para mim, pois terei o maior prazer do mundo de compartilhar minhas pesquisas acadêmicas na UFRJ/COPPE. Namastê...obrigado!

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