Google+ Followers

porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar idéias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

INTERPRETAÇÃO (texto recebido pela Internet)

'Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. '
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história:'A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença..."

Moral da História (segundo Prof Bernardo): Não existe uma única verdade, mas vários ângulos e perspectivas diferentes que se complementam para formar um todo holístico da compreensão de que somos mistérios e revelações de um propósito cósmico muito maior do que nossas pretensões racionais. Se fixar numa perspectiva, é abandonar as demais e com isso se perde a oportunidade de compreender que a verdade não é uma soma ou subtração de quaisquer perspectivas, mas a aceitação de que cada um de nós prescreve uma parte da realidade porque é sujeito criador e não um mero expectador da realidade. Deixar-se conduzir por uma única perspectiva apenas é alienar-se em si mesmo daquilo que é mais fantástico no ser humano: a liberdade de criar e estruturar a sua própria realidade complexa, plural e holística.
Cada um é texto e contexto em si mesmo. É um ponto de exclamação e interrogação. É busca e encontro em si mesmo. É o Verbo e o Mistério. É luz e escuridão!

domingo, 19 de outubro de 2008

TRAGÉDIA, BARBÁRIE E DESAMOR NO MUNDO MODERNO

O que está acontecendo? A última tragédia – recente! -em Santo André-SP comoveu o Brasil de ponta a ponta. Mais um drama entre tantos outros que acontece todos os meses nesse mundo humano. A cada tragédia nos perguntamos perplexos quando será a próxima notícia de barbárie. Parece que não tem fim, pois viver é sempre perigoso e nunca sabemos quem vai surtar, matar ou morrer. Tudo indica que a roleta russa da psique desgovernada vai apontar sua arma para uma nova vítima desconhecida. E essa vítima pode ser João, Maria, Pedro, Eloá, Eu, Você e qualquer um que estiver no caminho da tragédia. Mas, não adianta buscar isolar o problema como se fosse um caso a parte. A questão dessa última tragédia de Santo André não deve apenas ser vista e analisada como uma falha policial. Precisamos olhar o entorno da condição humana moderna, ou seja, o que e como de conteúdo e valor está sendo plantado nas psiques dos jovens. Em outras palavras, a educação e a cultura moderna não vem provocando uma transformação humana capaz de tornar a vida mais consciente e mais livre de padrões alienantes. Nesse mundo de tantas setas e poucas verdades profundas criamos psiques desequilibradas e vulneráveis a todo tipo de ordem e comando de morte e violência. Infelizmente a humanidade está muito longe da cultura da solidariedade e do amor pregado pelos grandes mestres espirituais. Video-games, filmes, novelas, livros, músicas, revistas, jornais, teorias, filosofias e chavões irresponsáveis são usados por muitos criando as condições do ambiente social e moral poluído em que vivemos. O inconsciente coletivo criado dessa forma por muitos serve como um oceano onde mergulhamos nossas consciências incautas e inocentes. Aos poucos como uma rã que não salta da panela quando a água fria onde se encontra é esquentada lentamente, assim da mesma forma, não percebemos a sutileza do condicionamento e do rompimento com a força do Espírito da Paz, da Solidariedade, da Empatia e Alteridade em nosso interior humano. Somos lentamente envolvidos pelo calor das persuasões sutis da vida de resultados efêmeros e conquistas de prazeres apenas materiais. A cada condicionamento sutilmente a mente vulnerável vai se tornando doente e insensível à Força do Espírito em si mesmo. A ditadura existencial da razão funcional aliada aos sentimentos mais imperfeitos ganha espaço e força na consciência daqueles que não percebem a sua alienação para sua verdadeira dimensão humana-espiritual. E nessa trajetória, é natural que um dia essas consciências se perturbem e surtem por força das repetições e acúmulos de mensagens, valores e idéias fracas, distorcidas e pequenas. O drama da vida continuará porque não mudamos os atores, mas apenas terminamos e iniciamos novos atos da grande peça chamada VIDA. Mas, na verdadeira vida não existe acaso. E muito menos numa tragédia como essa e outras que virão ainda!
Prof. Bernardo Melgaço da Silva