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porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar idéias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MEUS TEXTOS DE REFLEXÃO ENTRE 1988 E 2013 (número 17.

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MEUS TEXTOS DE REFLEXÃO ENTRE 1988 E 2013 (número 17... A CARÊNCIA DO SER E A COMPLEMENTARIEDADE DO NÃO-SER: CONHECER OU AUTOCONHECER! obs.: Prezados leitores quem quiser continuar acompanhar a série CONVERSANDO E AMANDO COM DEUS: TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR - MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS E EXTRAORDINÁRIAS (O QUE É A GRANDE FRATERNIDADE BRANCA: UMA HIERARQUIA ESPIRITUAL CRIADA POR DEUS! – PARTE 1, 2, 3, ...”n”)....por favor visite o site no link http://bernardomelgaco.blogspot.com.br/ .ou o site Educação Para o Terceiro Milênio ver link... https://www.facebook.com/EducacaoParaOTerceiroMilenio Obrigado... Namastê! “Senhor, eu sei que Tu me Sondas...” “Conhece-te a ti mesmo” – Sócrates (ver link...carta encíclica ”fé e razão” do Papa João Paulo II.. http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_15101998_fides-et-ratio_po.html) “All you need is love” (Lennon/MaCartney) "o problema humano é o mesmo do problema divino quando se consegue responder um então conseguimos responder o outro" Bernardo Melgaço da Silva “O Humano e Deus são os dois lados da mesma moeda” Bernardo Melgaço da Silva “A busca da felicidade, é a mesma busca da verdadeira identidade de quem somos nós!” Bernardo Melgaço da Silva “O medo humano é decorrente da falta de fé em Deus. Assim, quando adquirimos a fé em Deus de forma inabalável junto com a fé vem também a coragem, a prudência e a humildade. Por isso, o problema humano se torna um problema divino: a fé pura incondicional de Deus.” Bernardo Melgaço da Silva “Eu Sou a Poderosa Presença Divina em Ação” HAJA LUZ/PONTE PARA A LIBERDADE "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertara"- João 8:32 “All you need is love” Lennon/MaCartney) A CARÊNCIA DO SER E A COMPLEMENTARIEDADE DO NÃO-SER: CONHECER OU AUTOCONHECER! “Trabalhem não pelo alimento que perecerá, mas pelo que perdura até a vida eterna” - Jesus Cristo A busca do homem de uma resposta e decisão sobre a sua prioridade de necessidade de ouro (objeto de propriedade) e de virtude (próprio do sujeito) - conforme bem disse Platão "o ouro e a virtude são como dois pesos colocados nos pratos de uma balança de tal modo que um não pode subir sem que desça o outro" - (ou o "pão" e a "felicidade") atravessou duas grandes fases de mudanças fundamentais filosófica e histórica: a teocêntrica e a antropocêntrica. Atualmente o homem está vivendo a fase tecnocêntrica. A utilização intensiva de técnicas (e técnica, aqui, significa a capacidade do homem manipular, controlar e transformar ("criar") uma parte da realidade para um objetivo bem específico: político, econômico, industrial, empresarial, comunicativo, etc.) para suprir suas necessidades básicas e também outras tantas solicitações forjadas pelo modelo do modo de produção capitalista estético dominante. Esse processo vem produzindo uma nova identidade sócio-técnica com intensa instabilidade e novas formas de insatisfação na psique do indivíduo. Por isso, é raro encontrar no mundo moderno alguém plenamente satisfeito consigo mesmo. Essa busca de resposta profunda pode ser compreendida a partir de uma reflexão, vivência e entendimento dos universos da carência (ou falta) e da complementariedade. O homem recebeu da Natureza Criadora uma tríade co-criadora: a inteligência, o desejo e o sentimento. A questão da carência diz respeito aos processos relacionados ao desejo (de prazer, alimento, segurança, conhecimento, reconhecimento, carinho, afetividade, etc.). O ser humano carente de certos valores e energias sente-se vazio ou incompleto e assim busca (ou é induzido a buscar) a todo custo (inclusive de forma anti-ética) suprir esta carência com mais aquisição e acúmulo de "bens" físicos e psicológicos. É um esforço intelectual e emocional conjugado com o desejo de suprir uma insatisfação psicológica comandada, em grande parte, pelo corpo ou padrão energético psico-biológico do ser. Um ser que vive predominantemente no estado de carência se torna escravo (se não colocar conscientemente um limite de realização) de seus impulsos psico-biológicos. O "mundo", para esse ser, se torna a sua própria necessidade de satisfação biológica-psicológica. As ações humanas automatizam-se quando, inconsciente de si, o ser não encontra meios (em si mesmo) para dominar e controlar seus próprios impulsos. Esses impulsos (Freu chamou de pulsões) criam uma falsa identidade e assumem, portanto, a "vida consciente" do ser. Em outras palavras, o ser perde a referência do limite de si mesmo, e por isso mesmo perde a visão da sua inserção no mundo de carências e no cosmo existencial (supra carencial). A energia acumulada pela repetição de solicitações de satisfação impõe um "estado de realização" (verdadeira alienação de si mesmo). O esforço racional para uma explicação da natureza dessa insatisfação orienta o ser para uma nova busca de satisfação. Assim, nesse processo simbiótico entre mente-corpo a supressão da carência se torna um processo ad infinitum, ou seja, uma verdadeira contradição e utopia racional. Inconscientemente o homem busca se completar, mas a sua inevitável condição de ser humano, inserido num mundo de carências, o convence de que sua realização depende do mesmo "ideal", modelo ou paradigma do grupo que o educa e interage com ele. Assim, ele busca se completar utilizando os mesmos meios sociais utilizados pelo grupo de convivência na supressão da carência. A complementariedade requer uma outra natureza de esforço ou trabalho de superação que não se restringe na simples substituição da carência pela abundância. É bom frisar que a complementariedade não é um simples acréscimo de algo para completar um determinado conjunto. Em Física Quântica se estuda o princípio da complementariedade que ocorre no fenômeno da luz. A luz, segundo a ótica das teorias quânticas, é tanto onda quanto partícula. Nesse sentido, não se pode dizer que a luz enquanto onda é uma ausência ou carência de partícula. Mas, sim, que a luz enquanto onda é um estado complementar ao estado da partícula. A luz, portanto, se comporta ora como partícula e ora como onda. Essa "polaridade energética-existencial" da luz é sem dúvida uma descoberta intuitiva fantástica ainda pouca compreendida pelos não-cientistas ou leigos (a maioria da sociedade). Creio, e não tenho dúvidas, que falta ao homem moderno, primeiro compreender e depois colocar em prática essas descobertas do princípio da complementariedade no contexto do plano ontológico-existencial. Isso implica dizer que a ciência vem descobrindo novos fenômenos incríveis, mas suas aplicações ficam restritas aos planos racional, instrumental e informativo. E assim limitada pela sua "razão de ser", a natureza humana perde a grande chance de se autodescobrir e avançar nos planos sensível, ontológico e, portanto, de formação intuitiva da Verdade (de investigação extremamente sutil). A quantidade de informação e sua propagação não caracteriza por si só o conteúdo e valor da Verdade. A questão não é tanto a quantidade de descobertas de novos fenômenos e sua catalogação, mas de tornar essas descobertas um poder com sentido de vida e propósito (ou finalidade) maior - acima das aplicações práticas e utilitárias apenas no mundo objetivo social - para que eleve a condição humana a uma nova etapa de realizações interiores supra-racionais e supra-biológicas. Eis portanto o grande desafio: transformar qualquer descoberta e conhecimento científico em autodescoberta e autoconhecimento. Por isso, afirmo com toda convicção e fé que nenhum conhecimento racional instrumental será suficiente para dar respostas ou encaminhar um entendimento final sobre o mistério da existência humana. O conhecimento, qualquer que seja ele, é limitado pela sua própria natureza de ser. Nesse contexto, o exercício do autoconhecimento é a única alternativa sábia para o grave estado de ignorância da inconsciência de si mesmo: cada ser humano desconhece quem ele é em si mesmo! A crise do homem moderno tem sua raiz nesse fenômeno da polaridade ontológica energética-existencial. A luz somente tem vida ou manifestação na relação dinâmica da polaridade energética, e a iluminação ou conscientização do ser também segue esse princípio: Ser (indivíduo) ou não-Ser (pessoa) - eis a questão! E como nossa educação formal (acadêmica) visa principalmente solucionar a questão das enormes carências individuais (de conhecimento, prazer, segurança, alimento, "ouro", etc.), o próprio processo educacional de supressão de carências conduz o grupo social a se distanciar de sua (práxis de) compreensão do princípio (de complementariedade da pessoa) em si mesmo. Por isso, acredito que as práticas educacionais (pedagogias de ensino) precisarão refletir sobre o limite do conhecimento e começar a trabalhar com o novo e maravilhoso domínio complementar do autoconhecimento e suas técnicas de contemplação da consciência (meditação ou consciência de si). E sem o complemento do autoconhecimento o homem perde a sensibilidade daquilo que lhe é próprio: o poder da autonomia para se auto-orientar. E sem esse poder próprio, tudo que fará não lhe pertencerá por inteiro. Ele não é e nunca será de fato mais livre, espontâneo e soberano em sua própria vida, mas apenas uma peça (ou propriedade - o que não lhe é próprio) pré-orientada numa engrenagem produtiva ou uma página de um imenso e injusto "contrato social". Segundo K. MARX (apud MARTIN CLARET, 1985): "Tal como na religião, a atividade espontânea da fantasia do cérebro e do coração humanos reage independentemente como uma atividade alheia de deuses ou demônios sobre o indivíduo, assim também a atividade do trabalhador não é sua própria atividade espontânea. É atividade de outrem, é uma perda de sua própria espontaneidade. Chegamos à conclusão de que o homem (o trabalhador) só se sente livremente ativo em suas funções animais - comer, beber e procriar, ou no máximo também em sua residência e no seu próprio embelezamento - enquanto em suas funções humanas se reduz a um animal. O animal se torna humano e o homem se torna animal" (pp.90-91). Em síntese, o não-ser (a pessoa) não é uma negação ou carência do ser (o indivíduo), mas seu verdadeiro complemento. A carência de conhecimento nunca será resolvida por mais acúmulo de conhecimento, porque o que o homem procura e precisa é de um complemento de consciência, ou seja, um degrau de sabedoria - via autoconhecimento (conhece-te a ti mesmo!) - e não apenas uma ausência ou redução de carências (de conhecimento, segurança, alimento, etc.) através de um mecanismo lógico-quantitativo-acumulativo. Nesse sentido, o mercado da educação crescerá exponencialmente porque a carência-insatisfação do indivíduo é muito grande. E mesmo que esse mercado seja um dia atendido, não se resolverá a enorme crise de consciência do homem moderno, porque "nem só de pão viverá o homem [ser]". O homem em crise continuará eternamente buscando se satisfazer através de um caminho ideológico tentando descobrir racionalmente o que não se descobre mas que se revela no caminho ontológico do autoconhecimento. O poder da educação formal não é e nunca será superior ao poder natural-existencial de realização do ser em si mesmo (ou seja, da auto-educação). O homem não é apenas um ser social-cultural, mas uma expressão de vida transcendental. Perceber essa condição é tornar possível que cada ser humano seja efetivamente responsável pela sua evolução existencial (muito além do "destino"). Cabe, portanto, a cada ser humano descobrir e aceitar esse desafio e milagre de existir para ser e "não-ser mais" (morrer em vida). Todavia, nenhum mestre ensina esse caminho misterioso e maravilhoso, podendo apenas orientar - através de exemplos ou condutas éticas! - os primeiros passos da caminhada ontológica-existencial: "orai e vigiai [a si mesmo]". Por isso, Bem-aventurado será aquele que com vontade e persistência lançar a semente da sensibilidade em si mesmo. Este - com certeza um dia verá a Deus - e assim se realizará nessa visão transcendental e encontro profundo existencial. Em Deus não existe carência de espécie alguma. As coisas da Terra precisam ser explicadas para se gerar conhecimento; as coisas do Céu precisam ser sentidas para se gerar autoconhecimento. A sensibilidade humana desenvolvida é a ponte necessária entre o conhecimento e o autoconhecimento. O homem de visão (o sábio) é aquele que soube desenvolver a sua própria sensibilidade além dos cinco sentidos conhecidos. O "mundo" é o alcance da sensibilidade humana. E o Amor é a realização e satisfação total do homem, em sua etapa evolutiva, no interior de um mundo sutil e supra-intuitivo maior que a sua carência, fortuna material e egoísmo. O problema atual não está no que se fabrica e produz, mas naquilo que não se produz e não se fabrica, ou seja, na Ética Transcendental Greco-cristã (o lugar ou espaço da diferença entre o ser e o não-ser). O poder do dinheiro comparado ao poder do Amor de Deus é análogo ao poder efêmero da energia da chama de um fósforo e o poder permanente da energia do sol. Então, educar para a Vida (Amor) Eterna Ilimitada ou para a Morte (dor, sofrimento e insatisfação) ou "eterna" carência de valores e energias? Você é quem decide - mesmo! Senhor, Eu sei que Tu me Sondas (música religiosa brasileira http://letras.mus.br/padre-marcelo-rossi/66350/ ). Bonita!!!!!!!!!!!!!!!!! Senhor, Eu sei que tu me sondas Sei também que me conheces Se me assento ou me levanto Conheces meus pensamentos Quer deitado ou quer andando Sabes todos os meus passos E antes que haja em mim palavras Sei que em tudo me conheces Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Deus, tu me cercaste em volta Tuas mãos em mim repousam Tal ciência, é grandiosa Não alcanço de tão alta Se eu subo até o céu Sei que ali também te encontro Se no abismo está minh'alma Sei que aí também me amas Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Senhor, eu sei que tu me amas (4 vezes) Refrão Sugiro que assistam seis vídeos na Internet: “Quem somos nós? (baseado na física quântica...ver link http://www.youtube.com/watch?v=WDXFRvbe2VY)”, “I AM” (Sobre Tom Shadyac) , “As Sete leis Espirituais do Sucesso – de Deepak Chopra”, “O Ponto de Mutação – baseado no livro de Fritjof Capra ”, “Conversando com Deus” – baseado no livro publicado por Neale Donald Walsch ... Conversando com Deus (título original em inglês: Conversations with God) é uma série de três livros publicada por Neale Donald Walsch, que afirma ter sido inspirado diretamente por Deus em seus escritos. Cada livro é escrito como um diálogo no qual Walsch faz perguntas e "Deus" as responde. Walsch afirma ainda que não se trata de canalizações, mas de inspirações divinas. Em 2006, um filme foi lançado sobre a história do autor e seus livros... Ver link http://pt.wikipedia.org/wiki/Conversando_com_Deus), “A Unidade das Religiões: O Amor Universal – no site da Organização Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Livros recomendados: “Mãos de Luz – de Barbara Ann Brennan, editora Pensamento”, “Medicina Vibracional – de Richard Gerber, editora Cultrix”, “Seu EU Sagrado – Dr. Wayne Dyer, Editora Nova Era”, “O Fluir do Amor Divino: Prema Vahini – Publicado por: Fundação Bhagavan Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Namastê! Prof. Bernardo Melgaço da Silva – pensador livre holístico-transcendental: filósofo (praticante), cientista e espiritualista – Professor Universitário Aposentado da URCA (Universidade Regional do Cariri –CE). e-mail: bernardomelgaco@gmail.com Facebook: Bernardo Melgaço da Silva/página Educação Para o Terceiro Milênio bernardomelgaco.blogspot.com Nota: Em 1992 e 1998 fiz dois trabalhos científicos: dissertação de mestrado e tese de doutorado respectivamente. E nesses dois trabalhos, que tem uma cópia de cada um na Universidade Federal do Rio de Janeiro (na biblioteca do Cento de Tecnologia –CT - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Brasil), procurei mostrar (“explicar cientificamente”) o Caminho do Amor Divino que fiz em 1988. E quem desejar uma cópia dos meus trabalhos científicos envie um e-mail (eu tenho eles no formato Word) para mim, pois terei o maior prazer do mundo de compartilhar minhas pesquisas acadêmicas na UFRJ/COPPE. Namastê...obrigado!

AMANDO E CONVERSANDO COM DEUS: TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR - MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS E EXTRAORDINÁRIAS (número 86.

AMANDO E CONVERSANDO COM DEUS: TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR - MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS E EXTRAORDINÁRIAS (número 86...obs.: eu tive que cortar algumas páginas finais (e coloquei outras inéditas que falam sobre A MINHA SÚPLICA A DEUS EM 1988, AMOR DIVINO E AUTOCONHECIMENTO, O QUE APRENDI NA VIDA? HOJE (20/08/2013) COMPLETEI 61 ANOS! O QUE É A GRANDE FRATERNIDADE BRANCA: UMA HIERARQUIA ESPIRITUAL CRIADA POR DEUS! OS SETE PLANOS DA CRIAÇÃO – PARTE 50) porque este site tem também limites de números de caracteres...ok..quem quiser os capítulos anteriores retirados procure na minha página EDUCAÇÃO PARA O TERCEIRO MILÊNIO as edições anteriores que eu postei lá ver link.... https://www.facebook.com/EducacaoParaOTerceiroMilenio...Namastê......ok?) “Senhor, eu sei que Tu me Sondas...” “Conhece-te a ti mesmo” – Sócrates (ver link...carta encíclica ”fé e razão” do Papa João Paulo II.. http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_15101998_fides-et-ratio_po.html) “All you need is love” (Lennon/MaCartney) "o problema humano é o mesmo do problema divino quando se consegue responder um então conseguimos responder o outro" Bernardo Melgaço da Silva “A centelha divina habita as profundezas do silêncio interior da consciência humana” Bernardo Melgaço da Silva “A busca da felicidade, é a mesma busca da verdadeira identidade de quem somos nós!” Bernardo Melgaço da Silva “O medo humano é decorrente da falta de fé em Deus. Assim, quando adquirimos a fé em Deus de forma inabalável junto com a fé vem também a coragem, a prudência e a humildade. Por isso, o problema humano se torna um problema divino: a fé pura incondicional de Deus.” Bernardo Melgaço da Silva “Eu Sou a Poderosa Presença Divina em Ação” HAJA LUZ/PONTE PARA A LIBERDADE "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertara"- João 8:32 INTRODUÇÃO Namastê para todos os irmãos e irmãs, recentemente eu postei no facebook um vídeo incrível cujo titulo é I AM (Sobre Tom Shadyac)...após assistir esse vídeo.. ver link (http://www.oprah.com/own-super-soul-sunday/I-AM-Watch-the-Trailer-Video) senti necessidade de compartilhar com vocês minhas experiências espirituais inexplicáveis sobre a essência do Amor Divino. Confesso que não tenho a pretensão de que todos venham me compreender, mas continuo na minha vontade de semear as minhas descobertas inexplicáveis para que possamos ter e viver um mundo melhor do que esse. Em 1988 fui abençoado por uma experiência mística-espiritual com o Amor Divino e a partir dessa experiência decidi escrever e divulgar de forma científica, filosófica e espiritual e não parei até hoje mesmo doente e angustiado como estava até bem pouco tempo. A fé de Deus me dá forças para continuar escrevendo minhas reflexões e divulgando para todos o que existe por detrás dessa palavra tão falada, mas pouco vivenciada pela humanidade: Amor Divino. E como se deu esse fenômeno? Tudo começou quando em desespero roguei para Deus que me revelasse a Verdade Dele sobre a nossa vida humana caótica, violenta, acelerada e neurótica. Isso chorando de joelhos copiosamente olhando para um quadro de Jesus, o rosto dele pintado em branco num pano de veludo preto com a coroa de espinho e o sangue escorrendo na face, numa tarde quando morava num quitinete no bairro do Flamengo na zona sul do Rio de Janeiro. Eu era engenheiro e estava começando o meu mestrado na COPPE/UFRJ. Então, numa tarde quando palestrava na minha universidade para um grupo de professores e alunos senti uma voz interior dizendo: "Você está orgulhoso". Eu respondi logo: "de onde fala e quem tu és?". A voz interior me respondeu: "Eu Sou". E eu perguntei novamente: "Eu sou quem?". A Voz interior continuou dizendo: "Eu Sou". E aí sai da universidade chorando e perguntando para mim mesmo: "Quem sou eu?". E a voz continuou respondendo a mesma frase várias e várias vezes. Passei vários dias me questionando sobre a natureza da voz interior misteriosa. Até que um dia Ela me intuiu a ir para o banheiro do meu quitinete e olhar para o espelho. E diante do espelho a Voz Interior falou: "Você quer fazer a sua transformação acordado ou dormindo". Eu respondi: "quero fazer dormindo". E a Voz interior disse: "Não...você vai ficar acordado...e depois vai fazer um trabalho na universidade". Eu não conseguia fazer outra coisa senão "orar e vigiar a mim mesmo a cada segundo". De forma que, fui intuído a buscar ajuda espiritual com uma amiga minha bem próximo de onde eu morava. E ela me deu uma orientação dizendo: "Bernardo, preste atenção...existe em todos nós, dois níveis de existência-consciência: o eu superior e o eu inferior... descubra você mesmo quem é quem em você mesmo". Eu já tinha lido alguns livros da entidade espiritual conhecida como André Luiz psicografados por Chico Xavier. E nesses livros eu detectei e anotei duas frases que me chamaram minha atenção e são elas: "a intuição é a base da espiritualidade" e a outra "o pensamento é energia". Eu colei essas duas frases no papel na minha estante de compensado branco para não esquecê-las. Então, comecei uma jornada de investigação a partir desses três princípios básicos: "existe em nós dois níveis de existência-consciência : a inferior e a superior", "a intuição é base da espiritualidade", "o pensamento é energia". Assim sendo, comecei a prestar a atenção nos meus próprios pensamentos, sentimentos e desejos. Eu parti da hipótese de que a natureza (consciência) inferior era de frequência (vibração) baixa (negativa) e a outra natureza (consciência) superior (positiva) era de frequência (vibração) alta. E com muita força de vontade ferrenha vigiava os meus dois níveis de consciência separando que era inferior e superior dentro de mim mesmo. A minha amiga Ana que me orientou sobre os dois níveis de consciência, um dia me convidou para conhecer um lugar místico-espiritual conhecido como PONTE PARA LIBERDADE (Ver Link... http://www.ponteparaaliberdade.com.br/...até hoje ela existe!). E não é um templo espiritual ou centro espiritual, mas no quarto ou na sala de uma casa comum de uma pessoa que se diz CANAL dos mestres espirituais muito evoluídos que intuíam o CANAL para que todos conhecessem a Verdade da espiritualidade superior. A primeira vez que eu fui fiquei perplexo com o que eu presenciei e comecei a sentir quando a mulher (CANAL) falava sobre as hierarquias divinas e o que eles queriam que a gente fizesse para uma nova era de evolução espiritual. A mulher muita nova e bonita emitia uma energia que vibrava em mim tão forte que eu achei que ela estava num transe. E depois na segunda vez eu senti também uma energia muito estranha de calor no meu corpo. De modo que comprei um livro básico da PONTE PARA LIBERDADE: HAJA LUZ. E levei para casa esse e outros livros que comprei lá mesmo. Mas, tarde da noite desembrulhei o pacote e abri o livro HAJA LUZ e comecei a ler e o que aconteceu de extraordinário? Eu não conseguia parar de ler o livro e entrei pela madrugada assim. Em dado momento, senti que era tarde e precisava dormir, mas ao mesmo tempo sentia que estava cheio de energia estranha, mas gostosa e forte, que não me permitia relaxar para dormir. E foi aí que lembrei de perguntar a minha intuição de como fazer para conseguir dormir. A minha voz interior me disse: “vá para uma página no final do livro e leia uma oração”. E assim, fui e fiz (a oração era de um arcanjo..não me lembro mais o nome dele). E me deitei e “apaguei” (dormi) imediatamente. Antes de dormi eu pedi que quando eu acordasse de manhã eu estivesse com a mesma energia misteriosa durante a leitura do livro. E assim aconteceu, quando eu acordei estava com a mesma energia gostosa. Eu fui para o Aterro do Flamengo (perto do meu apartamento) e comecei a andar e a praticar os ensinamentos e a disciplina espiritual da PONTE PARA A LIBERDADE. A disciplina consistia em invocar uma chama violeta (ou chamar o mestre espiritual daquela chama – Saint Germain). Essa escola mística-espiritual ensina que cada ser humano vibra numa determinada cor (as setes cores do arco-íris). Eu descobri mais tarde que a minha cor era Azul do mestre El Morya – um mestre ascensionado da PONTE PARA A LIBERDADE. Os médiuns videntes já viram ele atrás de mim várias vezes! Voltando ao assunto comecei a praticar também a disciplina da chama violeta para transformar as vibrações negativas em positivas. E fiz com tanta perseverança que comecei a entrar num estado de consciência de paz interior e equilíbrio espiritual. Na minha disciplina espiritual utilizei os mantras (repetições sagradas) da PONTE PARA LIBERDADE por exemplo: “Eu sou Deus” ou “Eu sou a poderosa presença divina em ação” ou “A Vontade de Deus é o Bem, A Vontade de Deus é a Paz, A Vontade de Deus é a Felicidade, A Vontade de Deus é a Bondade”. Essas técnicas todas eu alternava, mas não deixava minha mente desocupada pensando e oscilando entre o passado e o futuro. Eu não poderia em hipótese nenhuma perder a fé e a vontade de continuar minha disciplina de purificação espiritual – durante semanas a fio sem parar! E o que aconteceu percebi em dado momento que eu tinha o domínio de dar ordem e ficar em equilibro quando quisesse. Num final de uma tarde a minha intuição me avisou que eu tinha alcançado o poder de pedir qualquer energia positiva para mim. Então, a cada ordem dada eu experimentava a energia pedida, por exemplo se eu pedisse Paz, a Paz interior se manifestava, se eu pedisse a Alegria eu ficava alegre e assim por diante. De forma que, mantive a disciplina e fui percebendo que eu era o único responsável pelo meu destino e minha felicidade interior. A partir dessa constatação meu nível de consciência já não era mais racional, havia alcançado o estado avançado da intuição. E fiquei totalmente absorvido por essa disciplina a tal ponto que fiquei mais de um mês ausente da UFRJ. Agora eu chego no momento mais fantástico da minha experiência mística-espiritual. Era de tarde do mês de agosto e eu estava fazendo minha disciplina espiritual num estado de consciência transcendental – inexplicável , ou seja, uma sensação de leveza interior, paz e serenidade...até que o telefone tocou e eu de imediato atendi. Do outro lado da linha telefônica (naquela época não existia o celular) estava minha amiga Gláucia que era também aluna de mestrado da minha turma. Gláucia me perguntou: “Bernardo, todos nós aqui estamos preocupados com sua ausência, meu amigo me conte o que está acontecendo com você?”. Eu disse: “Você tem tempo para me ouvir?” . E ela respondeu: “tenho, conte!”. Aí comecei a contar a minha história da disciplina espiritual com uma voz doce e serena, com calma absoluta. Em dado momento da história (bonita!) eu mesmo me emocionei e tive vontade de chorar. Tentei segurar as lágrimas, e de repente escuto a minha intuição falar bem alto na minha consciência: “Bernardo, solte a emoção!”. E aí comecei a chorar e soluçar, e falei para minha amiga que eu precisava parar de conversar para me controlar. Nesse instante, senti o fenômeno mais fantástico que um ser humano mortal comum possa vivenciar na face da terra! No centro do meu peito algo girava numa velocidade e frequência altíssima que me deixava num estado emocional inexplicável: era o Amor Divino! E quando fui colocar o telefone na base vertical senti uma energia gostosa muita fina tocar o meu braço direito. Nesse momento, sem entender o que estava acontecendo voltei-me para minha intuição e perguntei: “de onde vem essa energia?” . A intuição me respondeu: “olhe para o centro da sua mão esquerda”. E aí percebi que essa energia maravilhosa vinha do centro da minha mão esquerda. Em seguida a minha intuição me orientou para sentar sobre os meus calcanhares e levantar a mão direita aberta em direção ao céu. E aí descobri que essa energia vinha também do cosmo e entrava pela ponta dos meus dedos da mão direita e percorria um caminho em direção ao centro do meu peito aumentando mais ainda a velocidade e frequência da energia que saía dele. Fiquei extremamente encantado com esse fenômeno, e descobri que a energia estava em diversos pontos do meu apartamento. No dia seguinte, eu ainda estava nesse estado incomum transcendental e fui trabalhar como médium numa Irmandade Espiritualista Verdade Eterna (IEVE) que ficava em Ipanema (bairro nobre e rico do Rio de Janeiro). Nesse dia, era uma quinta feira aconteceu algo de extraordinário: uma cura milagrosa, que foi anunciada na semana seguinte. O nosso coordenador e dono do centro espiritualista disse: “quero comunicar e parabenizar a todos vocês, porque houve um milagre aqui na quinta-feira passada, eu não sei de qual de vocês foi o responsável por essa cura milagrosa”. Esse texto, não está completo...procurei fazer uma síntese para não cansar os meus leitores...em outra oportunidade conto outros detalhes inexplicáveis que não foram colocados nesse texto. A MINHA SÚPLICA A DEUS EM 1988: A CIÊNCIA DE SI MESMO E O VERBO DIVINO Em 1988 quando me ajoelhei (chorando copiosamente) diante de um quadro de Jesus Cristo eu estava naquele instante cheio de incertezas, muito sofrimento, mas também por mais paradoxal que pareça estava repleto de compaixão por mim e pela humanidade. Eu fiz a seguinte súplica com fervor, com toda a minha alma sofrida: “Pai, me mostre o Caminho, me mostre a Verdade. Eu não quero o poder!”. No dia seguinte repeti a mesma súplica do mesmo jeito chorando copiosamente e a alma sofrida com compaixão. E o que aconteceu de extraordinário? A partir desse dia todas as noites (por mais de uma semana!) eu via em sonho uma mulher vestida de noiva que se dirigia para mim dizendo: “Se você quer encontrar a Verdade case comigo, eu estou te esperando há muito tempo”. Naquela época eu tinha um psicólogo (o nome dele era Etiene – o consultório dele era no centro do Rio de Janeiro numa rua paralela à Avenida Presidente Vargas – local de prédios altos comerciais, bancos, Banco Central, outros serviços etc.) que além de psicólogo era espiritualista também. De forma que, procurei Etiene para decifrar os meus sonhos da noiva. Assim, contei para Etiene os sonhos e perguntei: “Etiene, quem é essa noiva?”. Etiene abriu um sorriso suave, o rosto dele ficou sereno e os olhos demonstrava uma emoção, e ele disse: “Bernardo, essa noiva não é humana, não busque ela no nosso mundo concreto e objetivo, ela está dentro de você...entendeu?”. Eu fui para o meu apartamento no Bairro do Flamengo me questionado como encontrar a noiva dentro de mim. Eu não sabia racionalmente o que significava esse fenômeno. Portanto, fiquei confuso por vários dias. A minha cabeça ficou impressionada com aquelas visões, eu não parava de pensar nela: a noiva misteriosa dos sonhos! Então, decidi comprar alguns livros espirituais, da entidade muito conhecida como André Luiz, psicografados por Chico Xavier. E nessa leitura desses livros descobri as “pistas” que iriam me ajudar a encontrar a misteriosa noiva dentro de mim. As duas frases-chaves de André Luiz são: “A intuição é a base da espiritualidade” e “O pensamento é energia”. E com essas duas “pistas” eu comecei a fazer uma abstração e imaginação fantástica. É importante frisar, aqui, que eu fiz o curso de eletricista instalador quando tinha 17 anos no SENAI. E havia trabalhado em diversas fábricas como eletricista no Rio de Janeiro. E além disso, eu também fiz o meu curso de graduação em Engenharia Elétrica modalidade Eletrônica. Essa formação no campo da eletricidade e eletrônica me ajudou muito na minha investigação interior – nada acontece por acaso! Então, a minha leitura acadêmica no campo elétrico/eletrônico me permitia abstrair sobre o fenômeno da energia. E a minha própria experiência direta com a eletricidade como eletricista me dava uma condição de aceitar sem nenhuma resistência intelectual (racional) o fenômeno do pensamento enquanto energia - e não apenas como conceito ou ideia simplesmente. O que fiz de extraordinário? Eu comecei a imaginar que os meus pensamentos seguiam as mesmas leis da física no campo da eletricidade e do eletromagnetismo. Em outras palavras, se a energia elétrica e eletrônica faziam funcionar relés, contactores, bobinas, transformadores, motores, rádios, televisões, radares, transmissores, receptores, telefones, computadores, microprocessadores, capacitores, transistores, retificadores, osciladores, enfim um mundo de tecnologias maravilhosas...então o pensamento poderia ter esse poder extraordinário das tecnologias que eu conhecia - eu não tinha nenhuma dúvida!!!!! Caramba!!!! E se isso for verdade, imaginei, eu posso modular, transformar, captar, perceber, emitir, receber, manipular, mover, acumular, processar, magnetizar, influenciar tudo a minha volta e dentro de mim. E como descobrir se isso é verdade? E se a razão é uma forma ou padrão de energia? E a intuição poderia ser também um outro padrão de energia num nível de frequência mais alta...imaginei...espetacular!!!! Eu disse a mim mesmo: “Eu tenho que testar essa hipótese do pensamento-energia e descartar ideia comum de que o pensamento é uma ideia ou conceito”. Mas, como testar a energia-pensamento se a razão é energia e a intuição é um outro nível de frequência? Eu fiquei maravilhado com essa hipótese, bastava apenas testar (experimentar, é importante frisar que a ciência moderna somente avançou de fato quando percebeu que deveria formular as hipóteses, testar e confirmar gerando assim o que os cientistas reconhecem como uma teoria válida (até que seja refutada (transcendida) por uma nova teoria e experiência inédita!). Mas, a minha questão era descobrir o fenômeno da energia-pensamento, da energia-sentimento e da energia-desejo. Tive uma “ideia” brilhante: eu vou me disciplinar e modular a frequência (tipo no rádio AM (amplitude modulada) e FM (frequência modulada))!!!! E logo parei de usar e acreditar que meus pensamentos eram apenas conceitos, ideias e raciocínios intelectuais. Então, me tornei cientista de mim mesmo, ou seja, eu era o sujeito observador (cientista) e os meus pensamentos, sentimentos e desejos eram meus objetos de estudo e experiência. Mas, como interromper o raciocínio lógico e intelectual que não parava de falar na minha consciência? Esse problema não poderia ser respondido pela razão, porque a razão enquanto fenômeno humano era o meu objeto de estudo. Qual era resposta para essa questão: o que é a energia-razão? Eu somente descobri o instrumento adequado para testar os fenômenos da energia-pensamento-sentimento-desejo, quando por “acaso” (significa, aqui, aquilo que é estranho, inesperado ou surpresa) comecei a utilizar as técnicas espirituais da instituição mística-esotérica da PONTE PARA A LIBERDADE. Eu aprendi no livro HAJA LUZ a disciplina ou exercício dos mantras (uma disciplina muito comum dos iogues na Índia!), por exemplo: “Eu sou Deus”, “Eu sou a poderosa Presença divina em Ação”, “A Vontade de Deus é o Bem; A Vontade De Deus é a Paz; A Vontade de Deus é a Felicidade; A Vontade de Deus é a Pureza; A Vontade de Deus é o Equilíbrio; A Vontade de Deus é a Bondade”. Eu percebi de imediato, que esse exercício ou disciplina interrompia (desde que eu fizesse ininterruptamente!) o processo contínuo da razão lógica e intelectual. Essa foi a minha primeira descoberta. A segunda descoberta era como modular e transformar meus impulsos, desejos e sentimentos de baixa frequência para um nível superior de alta frequência. E essa segunda questão foi descoberta também por “acaso” (eu não tive a intenção de fazer com esse fim) quando acreditei piamente que o uso ou visualização da chama violeta (do mestre ascensionado Saint Germain) era capaz de transformar minhas energias negativas em positivas (desde que eu fizesse o exercício ou disciplina ininterruptamente!). Então, eu alternava as disciplinas o dia inteiro – a cada segundo! A terceira questão era como observar os meus impulsos automáticos: pensar, sentir e desejar? A resposta para essa questão também foi por “acaso” (eu não tinha lido nada a respeito). A única disciplina que eu descobri por “acaso” antes de 1988 era de fechar os olhos e fixar a atenção na escuridão da minha consciência (fiz isso quando tinha 18 anos de idade, e naquela época eu percebi que conseguia me relaxar se ficasse meia hora fazendo esse exercício, também descobri por “acaso”). É bom frisar que várias e várias descobertas científicas importantes foram feitas por “acaso” quando o cientista estava distraído, sonhando ou um viu um fenômeno incomum, sem ter levantado nenhuma hipótese. Em síntese, eu comecei a fazer um exercício de contemplação inconscientemente, depois - bem depois - é que eu descobri isso. O ato de contemplar ou se auto-observar ininterruptamente nos capacita na habilidade de nos distanciarmos do nosso eu-ego. E nesse processo somos elevados para o nível superior do Self (termo utilizado pela psicologia ou psicanálise) ou intuição. A razão humana está cativa dos cinco sentidos comuns. E por isso que todos os grandes cientistas (como Einstein que descobriu que a mente racional avança e atravessa a fronteira e chega a intuição...e todas grandes descobertas foram feitas pela intuição). E Albert Einstein escreveu uma carta para um filósofo dizendo que ouvia o “Velho” (eu coloquei essa citação na minha dissertação de mestrado ou na minha tese de doutorado...com certeza) ou a “Inteligência da Natureza” (ele procurava evitar de usar a expressão “Deus” para não ser confundido como um religioso). Ele (Einstein) afirmou: “Penso 99 vezes e nada descubro. Mergulho em profundo silêncio. E eis que a Verdade me é revelada”. Ele utilizou a expressão REVELADA, por que? Porque a revelação é um fenômeno espiritual que ocorre em qualquer natureza uma vez que se disciplina para ouvi-la. A disciplina é a base de todas as descobertas tanto no campo científico quanto espiritual. A disciplina somente se desenvolve através da fé no exercício ou experiência que o ser humano deseja descobrir, desenvolver ou revelar. E fé, aqui, não é uma simples crença religiosa ou mesmo científica. É um fenômeno transcendental no interior da multidimensionalidade (os cientistas (da física moderna) já descobriram que a nossa existência é constituída de vários mundos paralelos...pelo menos 12 mundos!!!!!...tem um vídeo na internet da BBC que mostra essa descoberta) humana. A Verdade a qual o próprio Einstein se referiu nada mais é do que a intuição divina. E Einstein tinha consciência disso porque disse: “Estudem a fé”. A fé genuína divina é o caminho para a Verdade divina no interior do ser humano. Em outras palavras, o problema da existência humana é o mesmo problema da existência divina, de modo que quando conseguimos a resposta para um desses dois problemas conseguimos responder o outro. O Criador e a criatura estão muito próximos, mais próximos do que o elétron que gira em torno do núcleo atômico. Nesse contexto, a Verdade divina é indizível. E toda vez que o ser humano tenta dizer a Verdade ele transforma a energia intuitiva em energia racional. Por isso, mesmo que cada um tem a sua “verdade” racional. E todos tem a mesma Verdade divina. Fantástico essa constatação em 1988!!!!! Uma pessoa num estado intuitivo será sempre incompreendido para todos aqueles que estão no estado racional da energia-consciência! Isso implica dizer que toda vez que queremos ter razão numa discussão com o outro criamos inconscientemente um conflito e geramos uma crise que pode afetar a vida espiritual dos dois. A vida espiritual é tão sério que se soubéssemos das consequências nunca julgaríamos o cisco do outro ou suas deficiências ou suas ignorâncias. Por isso, Buda afirmou: “Não existe conflito entre o mal e o bem, mas entre a ignorância e a sabedoria”. Nesse sentido, a evolução espiritual (e não apenas material-tecnológica) é vital para qualquer sociedade humana. O que deseja, então, o Criador? Eu descobri que Ele deseja que sejamos felizes, que tenhamos paz, compaixão, Amor, fraternidade, solidariedade, empatia, sinceridade, fraternidade, cooperação (e não competição) etc. Em resumo, que sejamos a Sua Imagem e Semelhança, aqui, na Terra. Por isso, a frase espírita maravilhosa: “sem caridade não há salvação!” (e eu não me considero espírita, mas espiritualista – são diferentes). Temos que respeitar qualquer ser humano e ser solidário, amoroso e caridoso. A disciplina espiritual e sua intensidade é que vai gerar ou produzir um grau de espiritualidade em cada um. A oração ela ajuda em muito, mas sozinha não produz um efeito de transcendência imediata. O salto intuitivo depende do “orai e vigiai a si mesmo” e o fundamento “conhece-te a ti mesmo” (leiam a encíclica do Papa João Paulo II: “Fé e Razão” - “Fides et Ratio”). E se conhecermos a nós mesmos, profundamente, veremos com certeza absoluta: Deus falando (num profundo silêncio interior). Confesso que quase “surtei” durante esse processo de Autoconhecimento. Algumas pessoas acharam que eu estava louco , inclusive, dois professores da COPPE/UFRJ. Houve uma reunião entre 3 professores (Ronaldo, Miguel e Roberto) para discutirem o que fazer comigo. Ronaldo (meu orientador na época) disse (segundo relato de Miguel): “Ele está louco!”. Miguel disse: “ele está a caminho da loucura”. E Roberto (ele fazia um curso de teologia na PUC-RJ) disse: “Deixa eu conversar primeiro com ele para saber o que está de fato acontecendo”. Após uma conversa reservada Roberto disse para mim: “Você não está louco. Tudo que você contou tem semelhança com as histórias dos santos, muito provavelmente você alcançou o nível de consciência deles. Eu não tive a sua experiência mais li muito as histórias dos santos. Você quer que eu seja o seu novo orientador?”. Eu respondi: “sim. Gostaria muito!”. E assim foi feito! O QUE APRENDI NA VIDA? HOJE (20/08/2013) COMPLETEI 61 ANOS! Acabei de tomar o meu café da manhã e vim para o computador escrever sobre o que aprendi na vida que passou tão rápida. E dessa forma deixar um legado para os meus netos e meus irmãos da humanidade que buscam um sentido na vida. A vida me ensinou muitas coisas com grandes personalidades da nossa história e outras que não encontrei em nenhum livro que li (a minha tese de doutorado teve 18 páginas só de bibliografia!). E eu li dezenas ou centenas de livros ao longo desses 61 anos de vida. Farei um resumo do que a vida me ensinou. A primeira lição que recebi da vida foi ter a coragem de realizar meus sonhos e enfrentar a vida mesmo que os obstáculos fossem extremamente difíceis. Eu aprendi que trabalhar era importante, mas o mais importante do que trabalhar era aprender a tecnologia nova e inédita para mim, sem pensar em ganhar mais dinheiro com isso. Eu aprendi a não competir com ninguém. E que para ser culto e inteligente eu tinha que me disciplinar em ler vários livros, revistas, jornais e textos bem diversificados. E continuar perseguindo o conhecimento aonde ninguém acreditava que ele estivesse. A minha vida me ensinou que o que chamamos de fantasia pode um dia ser real, belo, fantástico e maravilhoso. Tento lembrar do meu passado e vejo que algo extraordinário me ajudou, algo invisível poderoso e maravilhoso evitou que eu passasse por tragédias e desastres terríveis. E foram tantos acontecimentos e fenômenos que fico surpreso por ainda estar vivo e com saúde, mesmo um pouco debilitado. Aprendi na vida que a caridade é essencial e é uma virtude que devemos praticar todos os dias para com os nossos semelhantes carentes de recursos e cheios de necessidades pessoais. E foram tantos os momentos que passei que me surpreendo quando me lembro que até aos 40 anos de idade eu gostava de me misturar as crianças para saltar pipa no Aterro do Flamengo (bairro nobre e rico do Rio de Janeiro – Flamengo). Aprendi com Kafka e a minha própria vida material e espiritual de que da vida se tira vários livros, mas dos livros se tira pouco – bem pouco! – a vida. Aprendi com 16 anos de idade com Francisco Otaviano que quem nasceu em brancas nuvens e em plácido repouso adormeceu; quem passou pela vida e não sofreu, foi espectro da vida, passou pela vida e não viveu. Aprendi que o mais importante de tudo na vida é vivenciar o fantástico e deslumbrante Amor Divino que acontece no centro do peito humano. Aprendi também que o verdadeiro sábio não é aquele que sabe tudo, mas aquele que aprende a distinguir o que é essencial e o que não é para se viver pleno, feliz e livre de suas construções ou fardos psicológicos. Aprendi na vida que o tempo não existe, só existe o agora. Aprendi que a vida não tem fim e nem início, mas apenas um ou mais caminhos de aprendizagem ad infinitum no aqui e agora. Aprendi que o dinheiro é energia e tem o poder de trazer bem-estar, mas que, por si só, nunca trás a felicidade para ninguém. Aprendi na vida que o trabalho tanto dignifica quanto danifica a estrutura energética de qualquer ser humano, por isso devemos dosar nossa energia física e sutil. Aprendi, portanto, que não é a substância que mata, mas a dose. E aprendi que todos os seres humanos são irmãos e irmãs de um mesmo Pai: Deus! Aprendi também que devemos agradecer a Deus por tudo que aconteceu e está acontecendo porque Deus sabe o que faz. Aprendi na vida a me espelhar nas grandes personalidades humanas que deram suas vidas com exemplos de conduta impecável: Buda, Gandhi, Einstein, Espinoza, Charles Chaplin, Jesus Cristo, Sathya Sai Baba, Chico Xavier, Sócrates, Platão, Madre Tereza de Calcutá, Gandhi, São Francisco de Assis, São Francisco Neri, Yogananda, Krisnamurti, Krishna, Lutero, Papa Francisco, Barbara Ann Brennan, Richard Gerber, Miguel de Simoni. Aprendi na vida que nossa existência humana e o mundo que nos rodeia está impregnada de três elementos essenciais interdependentes: vida-consciência-energia. Aprendi também que somos responsáveis pelo nosso próprio destino, só depende da forma como usamos nossa energia e consciência a favor ou contra as Leis Universais de Deus. Aprendi na vida que todo ser humano é um microcosmo numa relação com o macrocosmo e que tudo está interligado e interdependente. Aprendi também que não vim do macaco, mas de um poder Amoroso Criador do Universo: Deus! Aprendi também que sem fé e sem silêncio interior nunca ouviremos Deus falar conosco. E que Deus está em tudo e em todos. Aprendi a valorizar as amizades sinceras que sabem perdoar nossas falhas e não zombam de nós quando escorregamos num detalhe pequeno de ignorância. Aprendi a valorizar os bons livros e os bons filmes que com mensagens inteligentes e sensíveis nos ensinam mais um passo na longa e penosa jornada da vida. Aprendi também a ouvir e ver a natureza manifestando a beleza de Deus Criador. Aprendi também que as músicas suaves e bem feitas elevam nossos espíritos e alegram nossas almas. Aprendi também a sentir empatia pelo outro e reconhecer a criatividade do outro com seus exemplos de filosofia de vida. Aprendi que rir faz bem a saúde, mas aprendi também que rir da ignorância alheia é um pecado infantil. Aprendi que a crítica é aquele processo de reflexão que desvela e mostra o que o outro não conseguiu ver e mostrar em suas argumentações. Aprendi a respeitar a verdade de cada um, pois cada um tem um Deus interior em si mesmo, e muitas das vezes não está consciente disso. Aprendi na vida que a nossa existência aparentemente é caótica, mas que existe um poder oculto que coloca em ordem o caos. E aprendi também que devemos reconhecer o que de fato somos e não esperar o reconhecimento de ninguém. Aprendi também que mais vale um silêncio prudente do que uma palavra errada. Aprendi na vida que a evolução é um poder invisível que nos empurra para superar os obstáculos imprevisíveis colocados de propósito pelo nosso próprio Espírito Divino. Aprendi também que todo ser humano é uma esponja que absorve tudo que entra pelos seus cinco sentidos e pela razão humana. Aprendi na vida que existem outros padrões de energia em estados vibratórios que nenhum instrumento científico consegue detectar. Aprendi na vida que a sensibilidade é a mãe da sabedoria, e o que o poder não está no acumulo de conhecimento, mas no caráter burilado ou refinado a cada segundo, a cada instante em que respiramos em nossa vida cotidiana. Aprendi a valorizar o lado espiritual mais do que o lado material. E que a vida espiritual segue as mesmas leis naturais da vida material. Aprendi na vida que nossas vidas em verdade é uma grande escola que não deixa espaço para olhar para o lado e copiar do outro, temos que aprender sozinho numa relação dialógica com Deus. Aprendi na vida que devemos dar um passo em direção a Deus e que Ele dá dez passos em direção a nós. Aprendi na vida que o problema humano é o mesmo problema divino quando conseguimos responder um encontramos a resposta para o outro, ou seja, que a criatura está entrelaçada com o Criador. E aprendi também que Deus está mais perto de nós do que o elétron está girando em relação ao seu núcleo atômico. Aprendi que a força da cooperação é mais humana e divina do que o poder da competição. Aprendi também que o maior grau de conhecimento que o ser humano possa alcançar é o Amor Divino através de uma disciplina árdua e impecável de autoconhecimento. Aprendi na vida que nunca estamos sozinhos mesmo que estejamos numa ilha no meio do oceano Atlântico ou Pacífico. Aprendi na vida a separar e distinguir o sexo instintivo-animal do Amor Divino. Aprendi na vida que quando você aprende a ouvir a si mesmo ninguém mais consegue lhe entender porque a intuição transcende a razão e o instinto. Aprendi na vida que devemos morrer em vida para renascermos num outro estado de consciência transcendental, holístico, universal e inexplicável. Aprendi na vida que a sabedoria nasce num silêncio interior onde Deus fala mansamente e calmamente com doçura. Aprendi na vida que Deus quer que cada um volte a viver no paraíso dele aqui mesmo na Terra. Aprendi na vida que o pensamento é energia pura. Aprendi também que a intuição é a base da espiritualidade. Aprendi que nunca devemos desanimar mesmo que o nosso corpo reclame de dor devido a uma doença grave e “incurável” (p.ex.: um câncer avançado). E que a esperança em Deus é a última que deve morrer e nascer em vida para sermos Filhos e Filhas de Deus. Aprendi na vida a perdoar aqueles que já foram julgados e condenados à prisão humana pelos seus pecados e estão jogados numa sucata humana que chamamos de presídio brasileiro. Aprendi a sentir piedade de qualquer ladrão, estuprador, matador que está pagando pelos seus pecados e continuarão pagando em suas encarnações futuras: eles não sabem o que fazem ou fizeram! Eu aprendi na vida que a verdadeira espiritualidade é algo tão sério que deveríamos ter o cuidado com cada pensamento ou sentimento emitido, porque a lei da natureza de Deus é um bumerangue, ou seja, ela volta para aquele que emitiu a energia inconscientemente. E também que cada um é responsável e vai pagar mais cedo ou mais tarde o pensamento, o sentimento ou o ato praticado de bem ou de mal. Aprendi na vida que devemos filtrar tudo aquilo que entra no nosso inconsciente via televisão, rádio, internet e outras tecnologias que nos induzem para um caminho fácil, mas desastroso no futuro. Aprendi que a vida espiritual é um caminho estreito e sua porta é extremamente pequena e perfeita. Aprendi na vida que ficar “positivo” não é desejar bens materiais, mas adquirir força de vontade para conquistar bens espirituais: paz, alegria, felicidade, harmonia, caridade, solidariedade, compaixão, amizade, respeito, tolerância, empatia, sinceridade, prudência, fé, coragem, autosuperação, autotransformação, autoconsciência, autocontrole, autoconhecimento, autorealização, autoconfiança, auto-estima, autoperdão. Aprendi na vida, com Alice Bayle, que homem é um ponto de luz divina, envolto por numerosos envoltórios, como uma luz escondida numa lanterna. Esta lanterna pode ser fechada e escura, ou aberta e irradiante. Tanto pode ser uma luz brilhante diante dos olhos dos homens, como uma coisa oculta, sem utilidade para os demais. Aprendi na vida, com Sir Thomas Browne, que existe em nós alguma coisa que pode existir sem nós e existirá depois de nós; alguma coisa que antes de nós não tinha história e que não se pode dizer como em nós entrou. Aprendi na vida, com o índio Dom Juan (nas histórias de Carlos Castãneda), que, para percebermos essas outras regiões [mundos ou realidades paralelas], precisamos não apenas desejá-las. Precisamos de energia suficiente para agarrá-las. Ele dizia que sua existência é constante e independe de nosso conhecimento, mas sua inacessibilidade é totalmente consequência de nosso condicionamento energético. Em outras palavras: apenas por causa de nosso condicionamento somos compelidos a presumir que o mundo de nossa vida cotidiana é o único mundo possível. Aprendi, com Sathya Sai Baba, que a luminosidade no rosto, esplendor no olhar, aparência firme, voz nobre, sentimento de caridade e bondade imutável, são os sintomas de um poder de vontade que está em desenvolvimento. Uma mente sem agitações, um olhar limpo e alegre são os sinais de uma pessoa em quem a paz se está implantada. Aprendi com uma pessoa anônima que o que caracteriza o homem, o que o diferencia dos demais seres vivos, é a sua capacidade de aspirar, de ir além da sua realidade presente, para alcançar outra realidade projetada, elaborada com a inteligência e o coração. O homem, neste sentido, é um projetista. Projetista de sua própria vida. Aliás, o homem começa a definhar e mesmo morrer quando não mais projeta e só se atem a satisfazer necessidades. Aprendi na vida que devemos colocar os princípios sagrados perto e uma meta a ser alcançada muito longe. Com certeza dificilmente tu alcançarás a meta. Mas, também com certeza nunca se perderás de Deus. Se os que estão perto de ti duvidarem de suas verdades, isso não importa. O que importa é que tu em nenhum momento duvides de Deus que estará infinitamente mais perto de ti do que eles. Pois, na vida a gente se confunde (ou se funde) com os princípios daquilo que colocamos e percebemos mais perto de nós. Aprendi com Peter Russel, que enquanto nos deixamos envolver pelas inúmeras facetas da vida, perdemos o acesso à experiência da união com tudo; perdemos a ligação com o que acontece debaixo da superfície de nossas ações diárias. Justamente por isso o renascimento das tradições espirituais nos tempos modernos é tão significativo. O de que precisamos, mais do que de qualquer coisa, é uma transformação profunda e espiritual. Somente assim conseguiremos perceber e realizar a transformação dos nossos valores, da qual necessitamos para sobreviver nesse período de transição. Aprendi com Lennon/MaCartney que todos nós precisamos de Amor (“All you need is love” Lennon/MaCartney). Aprendi com Acácio Vieira (brasileiro, morador do Rio de Janeiro, amigo, compadre e irmão espiritual) que os extraterrestres se comunicam com ele e querem ajudar a humanidade terrestre em seu processo de autodestruição inconsciente. Aprendi que os extraterrestres, muitos deles estão vivendo entre nós, e nós não o reconhecemos porque estamos num nível espiritual muito pequeno. Eles são extremamente evoluídos tanto tecnologicamente quanto espiritualmente. Aprendi também que a vida é um mistério e que precisa ser revelada em cada um por si mesmo, ou seja, ninguém pode fazer esse processo por nós. Aprendi que temos um ego gigantesco que nos impede de ver a luz divina em nós mesmos. E que para tanto precisamos nos disciplinarmos para uma grande transformação existencial retirando o véu ou pano escuro da nossa visão racional-instintiva. Aprendi também que os sentimentos desequilibrados criam a maioria de nossas doenças. E que somos capazes, se assim quisermos, de alcançar a felicidade, a paz, o amor divino, a tolerância, ou seja, qualquer sentimento nobre em qualquer momento ou instante, pois só depende da nossa fé inabalável em Deus e de nossa disciplina interior (os hindus chamam de Sadhana). Aprendi que existem milhões de caminhos a seguir, mas o único que devemos dar o devido valor é o “coração” (intuição). Aprendi que podemos aprender qualquer coisa, pois “só” depende da força de vontade, fé, perseverança e sensibilidade desenvolvida. Aprendi que o cosmo está habitado por seres humanos extraordinários. Aprendi com um servidor, um senhor de idade avançada extremamente humilde e pobre, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ/COPPE), o nome dele é “Jesus”, que é possível ser analfabeto na Terra e aprender com seres humanos em outras galáxias, com conhecimentos tais que jamais ser humano terrestre algum daqui pode nos ensinar. Aprendi que a vida é uma grande escola de múltiplos saberes e experiências inexplicáveis e extraordinárias. Aprendi com Jesus Cristo que devemos amar uns aos outros. Aprendi com Albert Einstein que se eu pensar 99 vezes nada descobrirei, mas se eu mergulhar num profundo silêncio, a Verdade se revelará. Aprendi com Buda que não existe conflito entre o bem e mal, mas entre a ignorância e a sabedoria. Aprendi com a PONTE PARA LIBERDADE que as afirmações e mantras EU SOU faz com que nos aproximemos da Presença Divina do Criador. Aprendi por vivência própria que o demônio é uma criação humana e não tem nada a ver com Deus. E Deus não está em conflito com ele. E que nós temos um poder divino e não precisamos ter medo dessa força do mal do astral. Aprendi muito, mas aprendi também que terei de continuar aprendendo, conforme afirmou D. Juan nas histórias de Carlos Castãneda, até o meu último suspiro dessa vida terrena. Aprendi com a física quântica que o observador afeta o objeto observado. Aprendi com Gandhi que o único tirano que devemos aceitar em nossas vidas é uma voz doce e suave dentro de nós. Aprendi, portanto, que não existe limite que nos impeçam de conhecer a cada segundo a fantástica Consciência-de-Deus – ou seja, a vida é e sempre será realmente.....fantástica!!!!! O QUE É A GRANDE FRATERNIDADE BRANCA: UMA HIERARQUIA ESPIRITUAL CRIADA POR DEUS! INTRODUÇÃO É importante frisar que a partir de 2001 pedi a Deus que me desse um tempo para trabalhar e ganhar dinheiro porque tinha um filho para criar. E assim, abandonei as minhas disciplinas espirituais e me misturei ao mundo profano concreto por um período de doze anos. Em março de 2009 tive o meu primeiro câncer de intestino. Operei e fiz quimioterapia durante seis meses. Em dezembro de 2009 descobri que tinha uma metástase no pulmão direito. Operei novamente e retirei um terço do pulmão direito, além disso tive duas costelas cortadas que causaram enormes dores quando caminhava. Ao sair do hospital operado descobri que tinha contraído uma forte pneumonia, no hospital, que parecia que o meu pulmão estava em brasas. E novamente tomei quimioterapia, após a cura (durante um mês) da pneumonia, ou seja, mais alguns meses de quimioterapia e suas sequelas. Enfim, no final de 2010 fiz uma nova cirurgia para reconstituição do intestino. Ao sair do hospital constatei que haviam machucado minha uretra com a sonda. O meu urologista pediu os exames e ele diagnosticou que era grave e que eu teria passar por uma nova cirurgia delicadíssima na uretra. Eu fiquei um mês e meio sentindo dores na uretra sem poder mexer nela. Uma semana antes de operar fiz uma afirmação para o meu urologista dizendo o seguinte de cabeça baixa e sofrendo muito (em voz baixa e muito humilde): “Doutor, estou pedindo a Deus que o senhor e seu colega que vão me operar façam uma única cirurgia, porque já não aguento mais fazer cirurgias. Se tiver que colocar uma prótese tudo bem, ou se precisar fazer um furo por debaixo do pênis..tudo bem também...escolha a melhor técnica, mas que seja a minha última cirurgia”. O meu urologista disse nervoso e em voz alta: “Eu não admito que um paciente meu me diga qual a técnica que devo fazer!!!!!”. Eu respondi de cabeça baixa humildemente: “Eu disse somente que estou pedindo a Deus”. E por alguns minutos ficamos em silêncio, e o meu urologista de repente disse para mim: “Bernardo, sabe de uma coisa, eu não tenho certeza de fato do seu problema, vamos fazer um novo exame (o terceiro!) mais minucioso na segunda-feira agora (esse dia era uma sexta-feira...a cirurgia estava marcada para a outra sexta-feira seguinte)”. Ele pegou o telefone e discou para o dono de um laboratório da Barra da Tijuca (bairro nobre, do Rio de Janeiro, de gente muito rica!!) e marcou um exame para a segunda-feira (ou seja três dias depois). Ele disse ainda: “Por favor, me traga o resultado na quarta-feira próxima (dois dias antes da cirurgia!!)”. Eu fiz o exame na segunda-feira e na quarta-feira levei o resultado para ele dentro de um envelope. E quando ele abriu o envelope e leu o resultado, o urologista falou de cabeça baixa com muita humildade: “O seu problema na uretra não é nada daquilo que os outros dois laboratórios de b.....(falou um “palavrão” ofensivo), eu ia cometer um enorme erro profissional (ele tinha 30 anos de profissão!!!)...perdão!...perdão!...perdão! você não tem nada grave, é simples e eu mesmo faço e não vou precisar de meu amigo mais especialista do que eu em uretra”. Ao terminar de falar pegou o telefone e ligou para o amigo dele que era chefe de urologia de um hospital federal e mais experiente do que ele nesse tipo de cirurgia. Ele informou para o amigo dele que não ia mais precisar do serviço dele no meu caso. Moral da história: “a fé me salvou de um problema gravíssimo na uretra!!!!”. Em dezembro de 2012 operei um câncer inicial na próstata! Em síntese, eu parei de ler e escrever (escrevia desde 1988 um artigo no formato A4 por semana e tirava fotocópias (entre 100 e 200 por semana!)) de 2009 a início de 2013. Então, alguns meses atrás decidi rever meus amigos que estão morando a milhares de quilômetros de distância, através do Facebook, mesmo que virtualmente. E assim, comecei essa série TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS E EXTRAORDINÁRIAS. E a minha intuição voltou com toda a intensidade, porque agora estou escrevendo (mesmo com o intestino preso e desregulado!!!) todos os dias....Namastê!!!!!!! Eu descobri o caminho da GRANDE FRATERNIDADE BRANCA quando (como já falei no início da introdução dessa série) vivenciei as disciplinas e as técnicas ensinadas pela PONTE PARA A LIBERDADE no livro básico conhecido como HAJA LUZ, nesse sentido o que eu tenho a dizer é o meu testemunho do caminho que fiz para alcançar o plano elevadíssimo do Amor de Deus. Assim sendo, o que vou dizer aqui nessa simples introdução, são minhas impressões e conscientização do caminho de luz que fiz em 1988. Eu descobri que qualquer pessoa pode se considerar um CANAL dos mestres ascensionados desde que aprenda as técnicas e as disciplinas espirituais ensinadas no livro HAJA LUZ (ou em outro livro espiritual de outra religião ou crença) e que de fato vivencie as energias cósmicas emanadas dos planos superiores espirituais. Por várias vezes os videntes (espíritas e não-espíritas) viram o mestre El Morya (da chama Azul) atrás de mim. Aconteceu recentemente há poucos meses de uma senhora, professora do CRATO-CE (Brasil....ela está na minha rede do Facebook...não coloco o nome dela porque ela me disse que é um dom que ela tem de ver os vários planos espirituais desde criança, mas não gosta de falar nada de espiritualidade!), me avisou pela Internet via SKIPE que estava vendo três mestres espirituais de luz atrás de mim. Um deles era muito parecido com São Francisco de Assis (tenho uma afinidade muito grande com o exemplo de vida que ele deixou para a humanidade), o outro de costa estava vestido de azul, e o terceiro estava de frente para ela irradiava muita luz ao seu redor e era alto moreno de barba branca e estava vestido todo de branco com uma turbante branco (tipo indiano). Então, o que eu aprendi sobre a GRANDE FRATERNIDADE BRANCA, é que Ela é uma hierarquia espiritual criada por Deus para auxiliar os seres humanos encarnados para que cada um faça um caminho de luz espiritual. É claro, que se formos pesquisar na Internet encontraremos várias versões de como ela se constituiu. Nesse sentido, não pretendo ser mais um a teorizar sobre a GRANDE FRATERNIDADE BRANCA. Eu só posso dar o meu testemunho e dizer que de fato ela existe mesmo, porém quem são os CANAIS escolhidos pelos mestres ascensionados (e quantos mestres espirituais são), isso eu não me arrisco a apontar. Por isso, sugiro aos leitores que estudem e pratiquem com persistência e perseverança (Fé, Vontade ferrenha, e Sensibilidade sutilizada ou refinada!) a disciplina espiritual da PONTE PARA A LIBERDADE indicada no livro HAJA LUZ: essa disciplina espiritual, o caminho é estreito e a porta é muito pequena – com certeza absoluta! Raros são aqueles que conseguem se manter no caminho da luz divina! Abaixo segue uma pequena introdução do livro HAJA LUZ que baixei da Internet ...ver link abaixo: ... http://api.ning.com/files/HYgRmBh157qcIawDzcZH5spGjbevglSYTqcRzNq2dmkXD8BlkEeW7Xd-3VwZFyptmqFzpdn794ITCJqmAudW74zXkjwm-Dbp/Haja_Luz.pdf no formato PDF (e transformei em formato WORD). Namastê! PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS – FASCÍCULO ...(final da p.186) 6 – SHAMBALLA! SHAMBALLA! Vós, GRANDE CENTRO ESPIRITUAL DA ILUMINAÇÃO DE TODOS OS TEMPOS! Nós nos inclinamos com profundo respeito perante Vossa Presença e nos aproximamos de Vossa Santidade, de vossa irradiante aura em humilde gratidão pelo privilégio de poder saber QUE VÓS EXISTIS! Só PORQUE VÓS SOIS, nosso planeta ainda hoje existe! De Vosso coração todo santificado, de Vossos suntuosos pórticos vieram TODOS os mensageiros que trouxeram a Luz aos filhos da Terra! Em Vossos centros santificados viveu nosso Santo Senhor e Rei, o Bem-Amado Sanat Kumara, o “Venerável dos Dias”! Hoje ainda, irradiante de amor celestial, de puríssimo amor divino, sobre as areias do deserto de Gobi vibra a cidade sagrada de Shamballa, com suas cúpulas e seus zimbórios que irradiam a Luz das mais elevadas esferas. A vista interna consegue reconhecer nitidamente a auréola brilhante das cores que se parecem a um arco-íris cósmico, na mais elevada atmosfera, expandindo-se amplamente, em todas as direções. Quando, silenciosamente, o nosso discípulo se aproxima dessa cidade, percebe a Presença do Amor e, instantaneamente, sente-se envolvido por ele. Seus sentimentos de gratidão aumentam e tornam-se uma força vibrante que faz com que seu humilde coração avance no campo espiritual, goza o pressentimento da alegria que o influencia e penetra, amplamente, na esfera de Shamballa. Quando os olhos espirituais se acostumarem na intensidade das Luzes internas e na protetora coroa de Luz, o coração da cidade sagrada não será, por mais tempo, oculto aos peregrinos. Tivemos o privilégio de contemplar o trono do Senhor do Mundo, na cidade de Shamballa, porém no plano etérico. Enxergâmo-la exatamente como era há milhões de anos, quando foi construída pela substância física, no mundo das três dimensões. 1 Um mar azul profundo, de puríssimo fogo, circunda a cidade, da qual a magnífica ponte, toda esculpida de mármore, forma o único acesso. Artísticos arcos cobrem este mar e ligam a “cidade da Ponte” ao “continente da Ponte”, ao “continente” etérico. Na cidade, Templos cobertos por cúpulas de ouro proporcionam, em conjunto, a gigantesca impressão de uma flor de Lótus branca, fosforescente e suspensa na atmosfera. Vêem-se inúmeros peregrinos, dirigindo-se para esta cidade com a missão de mensageiros que desempenham ordens recebidas. Alguns levam missivas ao Rei, outros esperam d’Ele um decreto, uma ordem que os autorize a servir mais amplamente os seus irmãos. Do Templo de Shamballa vêm todos os Mensageiros Divinos que auxiliam a humanidade. Anualmente, antes do término do ciclo de doze meses (do dia 15 de novembro até 14 de dezembro), estes mensageiros e discípulos voltam para Shamballa e entregam a “colheita” de seus serviços prestado à Vida durante o decorrer do ano. Maravilhosos Seres saem desta cidade, ao encontro dos peregrinos. Suas auras irradiam tanta Luz que não é possível descrevê-las. Somos informados de que eles trazem estas irradiações e bênçãos do Sol da “cidade de ouro” e as levam até os extremos da Terra. As recordações começaram a despertar, lentas e pouco perceptíveis em nossa consciência, através do véu do esquecimento, durante o tempo em que observávamos o vaivém dos mensageiros de Luz: lembranças dos tempos em que nós também praticávamos aquelas atividades, antes de usarmos corpos carnais. Nosso Mestre-Guia observava o nosso interesse. Pacientemente, esperou por uns momentos e comunicou-nos sua disposição de acompanhar-nos ao Templo do Rei. Ao pormos os pés na ponte, experimentamos maravilhosa irradiação, fortíssima para nós, vinda do mar de fogo azul. Grande força de vontade foi necessária para mantermos nosso controle sobre esta energia. Ao mesmo tempo, compreendemos que esta capacidade de suportá-la seria o nosso passaporte para o encontro com o Rei. SANAT KUMARA! SENHOR DO AMOR! Nossos pensamentos dirigidos a Ele plenificaram nossa consciência. Por Ele, nossos corações encheram-se de amor. Todos os pensamentos individuais desapareceram, durante esta silenciosa adoração. Seguimos avante por uma lindíssima alameda que conduzia ao centro da ilha, no qual estavam localizados vários chafarizes cuja água tinha colorações maravilhosas como as do arco-íris. Já nos encontramos, de imediato, frente ao Templo principal, a sagrada residência do Senhor do Mundo, SANAT KUMARA. Há muitos séculos foi Ele a cabeça da Hierarquia Cósmica para o planeta Terra e a máxima autoridade da evolução para todos os povos. O majestoso Templo estava situado sobre uma elevação. Subimos por uma magnífica escadaria de mármore, intercalada, de doze em doze degraus, por terraços gramados com enormes repuxos de águas cristalinas que também refletiam, sob a luz do sol, as belíssimas nuanças do arco-íris. Os lindos gramados eram orlados por canteiros repletos de florzinhas multicores. Tudo respira irradiação de paz e beleza que se assemelhavam a um antegozo do paraíso. Enfim, encontramo-nos em frente ao imponente Portal do Templo, o qual possuía uma impressionante altura. Este portal era obra construída com muito esmero, com filigranas de ouro entrelaçadas, que refletiam a luz do sol espiritual, como um gigantesco espelho. Em um dos lados existia um floreiro de ouro. Cada visitante encontrava, ali, sua flor predileta que surgia com por encanto! Não havia exceção para nós sobre este gracioso costume: encantados e felizes cada um adornou-se com a flor de sua preferência e continuamos a percorrer o átrio. Sobre uma mesa ornamental avistamos uma salva de ouro de tamanho incomum. Ela continha um celestial elixir, bebida essa oferecida a qualquer visitante, em uma taça de cristal. Todos recebiam este símbolo como hospitalidade celestial de refrigerar e revigorar e, em alegre expectativa, fomos ao encontro da audiência com o nosso Rei. Após algum tempo, abriram-se as magníficas portas da sala de audiência. Seguimos nosso Mestre em sua nobre Presença. Entramos com o olhar baixo e permanecemos aos pés do Trono. A Presença do Amor penetra cada átomo de nosso ser; Sua consoladora Paz envolve-nos. Elevamos nossos olhos e nEle fixamos nosso olhar! Em frente a nós, sorrindo, cheio de amor e misericórdia, Ele incorpora tudo aquilo que nós, em algum dia, deveremos ser. Silenciosamente aceitamos a misericórdia de Sua Presença. Reconhecemos que Ele veio ao mundo para que fosse permitido a nós vermos nEle a imagem de Deus, e igual a Ele manifestar em nós a Vontade dAquele que criou todos nós Seus filhos à Sua Semelhança. SANAT KUMARA, Senhor do Amor! Obediência foi a Vossa Vida, de acordo com a execução do exemplo divino. Ó Vida, perdoai a nossa até agora escassa e limitada conquista da revelação divina! Ó Deus, agora que nos foi permitido VER, dai-nos, também, a força para VIR A SER! A Presença de Sanat Kumara irradiava o Fogo de Suas Bênçãos, o que era por nós confirmado e reconhecido, através do desejo ardente ou anseio de realizar em nós o plano do Amor e de como poderíamos manifestar a grandeza de DEUS, O UNO, VIVENTE EM TODA A HUMANIDADE. Assim como nós encontramos o caminho que nos conduziu aos pés do Senhor, também cada ser que deseja ardentemente encontrá-lo, seja por meio da contemplação, com o amor e o auxílio de sua Presença Divina, com a ajuda de um Mestre Ascensionado ou ainda através do Fogo da Purificação, achará o caminho da salvação de nossa Terra ou o caminho ao nosso Bem-Amado SANAT KUMARA! Este Ser, certamente, o encontrará! (1) Segundo Alice A. Bailey (“Tratado sobre Magia Branca”), Shamballa foi fundada há 18 e meio milhões de anos. Senhor, Eu sei que Tu me Sondas (música religiosa brasileira http://letras.mus.br/padre-marcelo-rossi/66350/ ). Bonita!!!!!!!!!!!!!!!!! Senhor, Eu sei que tu me sondas Sei também que me conheces Se me assento ou me levanto Conheces meus pensamentos Quer deitado ou quer andando Sabes todos os meus passos E antes que haja em mim palavras Sei que em tudo me conheces Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Deus, tu me cercaste em volta Tuas mãos em mim repousam Tal ciência, é grandiosa Não alcanço de tão alta Se eu subo até o céu Sei que ali também te encontro Se no abismo está minh'alma Sei que aí também me amas Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Senhor, eu sei que tu me amas (4 vezes) Refrão Sugiro que assistam seis vídeos na Internet: “Quem somos nós? (baseado na física quântica...ver link http://www.youtube.com/watch?v=WDXFRvbe2VY)”, “I AM” (Sobre Tom Shadyac) , “As Sete leis Espirituais do Sucesso – de Deepak Chopra”, “O Ponto de Mutação – baseado no livro de Fritjof Capra ”, “Conversando com Deus” – baseado no livro publicado por Neale Donald Walsch ... Conversando com Deus (título original em inglês: Conversations with God) é uma série de três livros publicada por Neale Donald Walsch, que afirma ter sido inspirado diretamente por Deus em seus escritos. Cada livro é escrito como um diálogo no qual Walsch faz perguntas e "Deus" as responde. Walsch afirma ainda que não se trata de canalizações, mas de inspirações divinas. Em 2006, um filme foi lançado sobre a história do autor e seus livros... Ver link http://pt.wikipedia.org/wiki/Conversando_com_Deus), “A Unidade das Religiões: O Amor Universal – no site da Organização Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Livros recomendados: “Mãos de Luz – de Barbara Ann Brennan, editora Pensamento”, “Medicina Vibracional – de Richard Gerber, editora Cultrix”, “Seu EU Sagrado – Dr. Wayne Dyer, Editora Nova Era”, “O Fluir do Amor Divino: Prema Vahini – Publicado por: Fundação Bhagavan Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Namastê! Prof. Bernardo Melgaço da Silva – pensador livre holístico-transcendental: filósofo (praticante), cientista e espiritualista – Professor Universitário Aposentado da URCA (Universidade Regional do Cariri –CE). e-mail: bernardomelgaco@gmail.com Facebook: Bernardo Melgaço da Silva/ página Educação Para o Terceiro Milênio bernardomelgaco.blogspot.com Nota: Em 1992 e 1998 fiz dois trabalhos científicos: dissertação de mestrado e tese de doutorado respectivamente. E nesses dois trabalhos, que tem uma cópia de cada um na Universidade Federal do Rio de Janeiro (na biblioteca do Cento de Tecnologia –CT - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Brasil), procurei mostrar (“explicar cientificamente”) o Caminho do Amor Divino que fiz em 1988. E quem desejar uma cópia dos meus trabalhos científicos envie um e-mail (eu tenho eles no formato Word) para mim, pois terei o maior prazer do mundo de compartilhar minhas pesquisas acadêmicas na UFRJ/COPPE. Namastê...obrigado!

Pensamento para o Dia - de Sathya Sai Baba Sexta-feira, 25 de Outubro de 2013

Pensamento para o Dia - de Sathya Sai Baba Sexta-feira, 25 de Outubro de 2013 “Uma mãe que tem um filho que sujou a camisa, veste-o com uma nova. A morte é a remoção da camisa suja, colocando uma nova. Deixe a Mãe fazer a vontade Dela, seja uma criança disposta em Suas mãos.Tenha fé plena em Seu amor e sabedoria. Seja um instrumento; submerja sua vontade na vontade do Senhor. Isso lhe poupará de preocupação e dor. Não perca a cabeça vendo pessoas que se desviaram. Será como ver uma poça de água estagnada e, em seguida, julgar ser suja a água da chuva. A água da chuva é pura, é o solo que a suja. Tome cuidado também para não condenar ninguém. Isso equivale a condenar Deus. Esteja ciente do Deus dentro de você e do Deus em todos os outros. Se fizer isso, não haverá nada igual à alegria e à paz com as quais será recompensado. Eu o abençôo para que possa atingir essa bem-aventurança.” Sathya Sai Baba

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MEUS TEXTOS DE REFLEXÃO ENTRE 1988 E 2013 (número 16..

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MEUS TEXTOS DE REFLEXÃO ENTRE 1988 E 2013 (número 16... A VISÃO DE MUNDO E A REALIDADE DA CONSCIÊNCIA – LEI E AMOR obs.: Prezados leitores quem quiser continuar acompanhar a série CONVERSANDO E AMANDO COM DEUS: TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR - MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS E EXTRAORDINÁRIAS (O QUE É A GRANDE FRATERNIDADE BRANCA: UMA HIERARQUIA ESPIRITUAL CRIADA POR DEUS! – PARTE 1, 2, 3, ...”n”)....por favor visite o site no link http://bernardomelgaco.blogspot.com.br/ .ou o site Educação Para o Terceiro Milênio ver link... https://www.facebook.com/EducacaoParaOTerceiroMilenio Obrigado... Namastê! “Senhor, eu sei que Tu me Sondas...” “Conhece-te a ti mesmo” – Sócrates (ver link...carta encíclica ”fé e razão” do Papa João Paulo II.. http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_15101998_fides-et-ratio_po.html) “All you need is love” (Lennon/MaCartney) "o problema humano é o mesmo do problema divino quando se consegue responder um então conseguimos responder o outro" Bernardo Melgaço da Silva “O Humano e Deus são os dois lados da mesma moeda” Bernardo Melgaço da Silva “A busca da felicidade, é a mesma busca da verdadeira identidade de quem somos nós!” Bernardo Melgaço da Silva “O medo humano é decorrente da falta de fé em Deus. Assim, quando adquirimos a fé em Deus de forma inabalável junto com a fé vem também a coragem, a prudência e a humildade. Por isso, o problema humano se torna um problema divino: a fé pura incondicional de Deus.” Bernardo Melgaço da Silva “Eu Sou a Poderosa Presença Divina em Ação” HAJA LUZ/PONTE PARA A LIBERDADE "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertara"- João 8:32 “All you need is love” Lennon/MaCartney) A VISÃO DE MUNDO E A REALIDADE DA CONSCIÊNCIA – LEI E AMOR “Na ausência de destino, o homem moderno está entregue a uma experimentação sem limites sobre si mesmo” Jean Baudrillard. Vivemos num “mundo” onde agimos, desejamos e interpretamos - sem parar para “re-fletir” (fletir sobre si mesmo) - no interior de uma mega-realidade viva. Uma realidade que nos parece imediata a primeira vista, e que depois se torna paradoxal, inacessível, invisível e infinita. Ela parece guardar um segredo: a sua natureza original, ilimitada e total. Ela foge do nosso horizonte e obscurece a nossa interpretação. O homem de personalidade (persona = máscara) moderna não sabe distinguir se está encenando uma vida ou se está vivendo uma grande peça de teatro. É um paradoxo - “para” como além e “doxo” como opinião - que desafia a interpretação humana. O homem, inserido num mundo, mundo esse contido numa imensa realidade. Uma realidade de múltiplas fontes. As três fontes básicas são: a formal-material, a social-substancial e a ontológica-existencial. A fonte da realidade ontológica-existencial transcende o mundo social-substancial e este transcende o mundo formal-material. Assim, o primeiro passo humano foi entender e controlar os mundos formal e material comuns e o seguinte será compreender a realidade transcendental e incomum. O “mundo” material-formal é o fenômeno em seu grau menor e superficial. A “realidade-existencial” é o fenômeno em seu grau maior e profundo. O mundo é uma interpretação da nossa condição de estar inserido numa cultura, numa história, numa vida, numa forma de perceber a experiência das leis imanentes. A realidade é a ação integradora da consciência que nos permite compreender a nossa condição de ser uma existência, uma consciência, uma vivência, uma essência, uma fonte de energia natural e uma transcendência. O mundo segue modelos pré-estabelecidos, formas de representação e processos material-social e histórico. A realidade, nesse contexto, não segue nenhum modelo, pois ela é plástica, indefinível e livre. O mundo é governado por regras, normas, leis formais-materiais, construções e criações humanas. A realidade segue princípios ou leis cósmicas da energia-consciência. A expressão energia não é apenas um conceito, mas um fundamento do real. A energia é tudo o que nos envolve, move, comove, afeta e nos faz viver, sofrer e transcender. Ela é raiz, a riqueza e a essência do ser na relação - de poder, equilíbrio ou submissão - com os fenômenos natural e sobrenatural. O homem está totalmente inserido e dependente dela, e nela busca sentido e significado para a sua existência, liberdade, felicidade e identidade humana natural e supra-humana sobrenatural. Ela faz parte das ações humanas, pois em tudo que faz o homem emprega uma variedade de formas e naturezas de energia. A energia é o pulsar da sagrada vida! "Tudo que move é sagrado" - diz o poeta e cantor brasileiro. O papel da ciência nesse contexto mundo-realidade é revelar sensivelmente as qualidades e as diferenças através de uma busca que vai muito além do simples entendimento superficial do mundo, para se compreender a verdadeira e profunda realidade causal (a unidade energia-consciência). A realidade nunca está ali, nem lá e nem acolá. Ela nunca está, porque existe num espaço-fonte de unidade energia-consciência, e enquanto consciência não se pode localizar num lugar determinado; enquanto energia segue formas ou padrões de campos sutis variados. Ela não é “objeto”, porque não pode ser formatada e controlada no espaço e no tempo do mundo tridimensional. Ela é sujeito em tudo, sem poder ser medida e comparada a nada. Ela foge a qualquer tentativa de cálculo e análise. A realidade não se mede, não se constrói e nem se planeja. O que medimos, construímos e planejamos é o devir do mundo comum e as suas particularidades inerentes. A realidade é o Todo Multidimensional e como tal não se resume ao mundo das particularidades e das individualidades das leis materiais. O mundo é inteligível. A realidade é compreensível. A compreensão é a consciência da inteligência de quem conhece a sua própria realidade: “Sei que nada sei”. E a inteligência é o entendimento no ato de conhecer o mundo: “o real é o mensurável” – Max Planck. Nesse sentido, todo o esforço humano tem por finalidade compreender a realidade Natural-Existencial que se manifesta como um fenômeno paralelo (epifenômeno) e independente do mundo material-social. A realidade é uma fenomenologia, uma manifestação da consciência, uma metafísica do ser. O homem na ação de fazer ciência precisa considerar a existência de uma hierarquia no modo de observar e interpretar o mundo visível e a realidade invisível. O simples “ver” detecta as partes isoladas do mundo material-social. O “olhar” descreve as conexões dessas partes do mundo e suas interfaces com a realidade transcendental. O “compreender” capta, integra e sintetiza imediatamente as dimensões do mundo numa realidade transcendental através de um salto de consciência. Ver, olhar (entender) e compreender são portanto as três dimensões no ato de identificar e integrar o mundo e a realidade. O primeiro estágio diz respeito ao campo fisiológico dos sentidos comuns. O segundo estágio faz parte de uma construção e processamento de uma infinidade de dados e informações no processo de formação e concepção da “visão de mundo”. O terceiro estágio está relacionado à essência integradora e é o fundamento e fonte da consciência e o núcleo da existência. A compreensão, portanto, fundamenta a existência do ser no mundo. Somos porque podemos de fato compreender a nossa realidade. E somente compreendemos porque somos consciência em expansão. A realidade se expande a medida que compreendemos quem somos e porque somos leis-energias cósmicas. O mundo é um processo de transformação e mudança material-formal. Transformar o mundo não é a mesma coisa que expandir a realidade. A realidade, por sua vez, não se transforma, apenas nos revela um novo estágio de sua expansão - que se reflete num novo estágio de compreensão da consciência. A dificuldade de se fazer ciência está nas premissas que o cientista adota para a investigação. De um modo geral, se inicia uma pesquisa científica (natural ou social) a partir de uma metodologia científica ou de uma epistemologia. E raramente se inicia a partir de uma ontologia. Raros são os cientistas que estabelecem uma hierarquia entre esses elementos. A . EINSTEIN (Como Vejo o Mundo, 3 ed., Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1981) foi um desses cientistas, pois afirmou: “...COMO JULGAR UM HOMEM? De acordo com uma única regra determino o autêntico valor de um homem: em que grau e com que finalidade o homem se libertou do seu Eu?” (p.13). A metodologia (segundo MINAYO, Maria Cecília de Souza. O Desafio do Conhecimento: Pesquisa Qualitativa em Saúde. São Paulo- Rio de Janeiro: HUCTEC-ABRASCO, 1993, p.22) “inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensões da realidade e também o potencial criativo do pesquisador”. A ontologia é o estudo-princípio das fontes da realidade e do ser, a espistemologia é o estudo-meio, o questionamento e a crítica, e a metodologia é estudo dos caminhos e recursos teóricos-práticos aplicado no mundo de finalidades materiais-formais-sociais. Na medida que se perde a compreensão da importância da ontologia como princípio de busca científica, todo um conjunto de verdades e valores é ignorado na formulação das premissas e na consecução das finalidades. Nesse sentido, a epistemologia sem a ontologia é cega e “esquizofrênica”. E a metodologia sem a epistemologia é incerta, ou seja, de sentido duvidoso. O valor ético da pesquisa somente se realiza na adoção de uma premissa real e na vivência da realidade última do Ser contemplativo e autodeterminado. O ato de fazer ciência deveria implicar uma busca profunda e sensível-intuitiva da realidade em si do sujeito em seu esforço de compreensão do real e entendimento do mundo. O mundo material-social reflete o nível de compreensão da realidade Natural-Existencial. O mundo material-social é o ser agindo nos espaços de relações inter-humanas materiais-formais. A realidade Natural-Existencial é o ser em sua fé e praxis dialética existencial num nível de consciência cósmica, e que se manifesta posteriormente nas relações que ele mantém com o mundo concreto. O indivíduo material-social aprende a exercer racionalmente uma função formal-material no mundo. A pessoa Natural-Existencial aprende com fé e sensibilidade a exercer uma função existencial na realidade e no mundo. A função material-social faz operar ou funcionar as leis formais na sociedade. A existência natural faz criar as condições para a realização das leis cósmicas no mundo. A primeira tem um poder restrito e local, a segunda por sua vez tem um poder amplo e universal. O caminho da ciência pura, portanto, começa (ou deveria começar) na ontologia e se conclui (ou deveria se concluir) na metodologia da ciência aplicada. A ciência evolui quando os cientistas executam, com fé e sensibilidade, o exercício da praxis (original grega) - interiorização da busca - em sua tarefa de explicar as causas dos fenômenos naturais e sociais. EINSTEIN percebeu esse processo de interiorização ao afirmar: "A mente avança até o ponto onde pode chegar; mas depois passa para uma dimensão superior, sem saber como lá chegou. Todas as grandes descobertas realizaram esse salto" (apud, MARTIN CLARET,1986, p.60). E por isso mesmo: "Raros são aqueles que olham com os seus próprios olhos e sentem com a própria sensibilidade" (EINSTEIN, A . Como Vejo o Mundo, Nova Fronteira, p.67). Ele disse mais ainda: “Estudem a fé”. Assim, o que está infinitamente mais próximo do ser, está por conseguinte infinitamente mais longe também: a sua própria realidade-identidade existencial (interior). O ato de observar é a primeira ação (natural) no caminho do conhecimento. De modo que, é a observação o princípio da ação identificadora-investigadora. Isto acontece porque a consciência existe, antecede e cria as condições para a observação. Assim, observamos porque somos consciência em estágio ascensional. A consciência é inerente a qualquer observação. E pelo simples fato de sermos uma consciência ativa é que inevitavelmente observamos. O que torna mais precisa e ampla a observação são os recursos e as técnicas empregadas (numa metodologia) no sentido de expandir e/ou “sutilizar” o fenômeno observado. Nenhum fenômeno é dado, mas apenas observado e interpretado no contexto da realidade do mundo. As leis naturais que descobrimos são portanto conseqüências do esforço humano de entender, integrar e compreender os princípios inerentes ao mundo material-social e a realidade natural-existencial. O impacto devido ao crescente entendimento do mundo concreto sem uma correspondente compreensão da própria realidade interior humana, vem se tornando desastroso e altamente perigoso. EINSTEIN com muita propriedade e sabedoria afirmou: “O engenho dos homens nos ofereceu, nos últimos cem anos, tanta coisa que teria podido facilitar uma vida livre e feliz, se o progresso entre os homens se efetuasse ao mesmo tempo que os progressos sobre as coisas. Ora, o laborioso resultado se assemelha, para nossa geração, ao que seria uma navalha para uma criança de três anos. A conquista de fabulosos meios de produção não trouxe a liberdade, mas as angústias e a fome” (Como Vejo o Mundo, 3 ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1981, p.78). As buscas materiais e suas descobertas racionais operaram um distanciamento da metodologia científica (clássica) em relação à ontologia. O homem metodológico operacionalizou a sua busca e com isso perdeu a referência da sua própria realidade Natural-Existencial. Em outras palavras, alienou-se da sua própria realidade significativa para poder manipular, controlar e dominar o mundo material-social. A ciência se tornou fria e calculista; o homem se tornou lógico, mecânico e funcional. A realidade altamente sensível se tornou invisível diante do olhar técnico, lógico e utilitário do homem científico. A ciência se cegou para a realidade mais profunda. E a invisibilidade científica está na produção insensível de verdades apenas pragmáticas, utilitárias e superficiais que fazem funcionar o mundo, mas não compreendem a essência da realidade do próprio homem. As leis materiais-formais e normativas do Direito Positivo tentam desesperadamente e inconscientemente colocar ordem numa “realidade” totalmente desconhecida (em sua fonte existencial) e sem controle. Criam-se tantas leis sociais na mesma proporção que diminuem-se as compreensões dos problemas humanos nas suas diversas esferas política, econômica, moral, social etc . Esse é o paradoxo que nos persegue. A base da vida humana não se resume num mundo biológico de genes e nem na criação de normas formais do Direito Positivo. Existe um universo de leis cósmicas atuando naturalmente na fonte existencial e que interfere no nosso modo de agir, captar e interpretar os fenômenos da realidade desconhecida e do mundo concreto. Nesse contexto, a crítica epistemológica não é suficiente para mudar o rumo da ciência clássica ainda vigente. O que falta não é de mais críticas filosóficas, mas de compreensão existencial para uma ação efetiva na realidade criadora do mundo. A ciência é uma atividade humana, e como tal tem por premissa (não declarada abertamente) a realização feliz do homem. Mas, essa realização precisa ser direcionada segundo fundamentos de leis cósmicas que agem no espaço da consciência e na rede formada pelos campos de energia do ser humano (a física quântica pode contribuir muito para um entendimento melhor sobre esse domínio). É nesse espaço e campo que o mistério cria a sua transparência. A realidade não se mostra de imediata, o homem moderno (realista e ingênuo) tem que buscá-la no seu interior. E essa busca precisa ser feita num contexto de relação e interdependência, sem negar o que o homem descobriu, mas complementar o que ele ainda não observou e compreendeu. Não é o mundo que está incompleto, é o ser que não se complementou e se descobriu como fonte criadora de tudo. E não é de “mais” tecnologias que precisamos, mas de se descobrir a fonte da realidade ontológica (natural-existencial). Em outras palavras, o caminho científico não está de todo completo, pois falta a essência-realidade do ser. O sujeito científico pragmático esqueceu ou ignorou as Leis Naturais-Existenciais no ato de investigar. A consciência não é um conceito ou uma idéia. Ela é parte de um fenômeno cósmico formidável. Ela é energia pura. E como energia tem as suas próprias Leis Naturais. O próximo passo da ciência será a investigação da realidade da energia humana em todos os seus níveis (biológico, psicológico e existencial). Esse passo é inevitável, pois a crise devido à ignorância científica (a respeito das dimensões da realidade humana) conduzirá a humanidade a um caos de tal ordem que nada sobrará de verdade para justificar a existência humana. As próximas décadas serão decisivas. O homem deverá aprender a observar e ler (lei = legere = ler) a realidade do seu mundo interior para compreender a real inserção no mundo concreto (formal) exterior. Quanto mais o homem demorar nesse processo de aprendizagem, mais dolorida e sofrida será a sua vida competitiva-produtiva. As guerras se sucederão com mais intensidade. As tecnologias destruirão cada vez mais esperanças de paz. A educação unilateral profissionalizante terá cada vez mais um papel iníquo e alienante. A desigualdade e a fome não abandonarão os destinos dos pobres. E a sede de justiça não será nunca saciada ou resolvida (por leis ou leituras materiais-formais da vida social). A riqueza não comprará a sua escassez de paz e falta de segurança da fé. Assim, o homem metodológico (homo cientificus e economicus) cairá inevitavelmente em desespero e grande vazio existencial. E a ciência nada poderá fazer, porque estará doente e incompetente tanto quanto o seu próprio criador humano ignorante das leis cósmicas (em sua própria realidade natural-existencial interior). Por isso, devemos ouvir e agir em prol de qualquer sabedoria que ilumina a realidade humana. Gheranda Samhita iluminou a realidade humana quando sabiamente afirmou: “Não há maior cativeiro que a ilusão, maior força que a disciplina, maior amiga que a sabedoria, nem inimigo mais feroz que o egoísmo”. Em síntese, o homem não é apenas observador, ele é também o criador e leitor/legislador da sua própria criação. A unidade de sua criação está nas energias do pensamento, sentimento e desejo. A maneira como o ser qualifica e direciona essas energias cria as diversas formas de inserção, ação e interpretação no mundo: os modelos ou paradigmas. A crise é apenas um reflexo do mau uso (ignorância) desse poder interior. O sofrimento é a sua expressão negativa mais visível. O Amor é a sua verdadeira lei-realização positiva. Nesse contexto, cada um é responsável pelas conseqüências de seus atos, pensamentos e caminhos. O impacto se percebe atualmente na cultura e nos valores. A sociedade decadente (atual) é o campo onde essas energias ganham forma e expressão cultural no contexto material-social. A destruição da vida sensível e moral é o sinal de desequilíbrio da natureza e insensibilidade do homem moderno. O homem moderno precisa decidir se quer continuar sofrendo ou vivendo; se quer continuar “ganhando” do outro ou transcendendo em si mesmo. Não existe acaso. O que existe são princípios e fontes a serem alcançadas e compreendidas. O Amor Matriz e Cósmico (oriundo da praxis grega - Philo) – com certeza absoluta - é sinal de fonte existencial, vida ontológica e ordem-destino cósmico. Eu dou meu testemunho de vivência (a quem quiser)! Senhor, Eu sei que Tu me Sondas (música religiosa brasileira http://letras.mus.br/padre-marcelo-rossi/66350/ ). Bonita!!!!!!!!!!!!!!!!! Senhor, Eu sei que tu me sondas Sei também que me conheces Se me assento ou me levanto Conheces meus pensamentos Quer deitado ou quer andando Sabes todos os meus passos E antes que haja em mim palavras Sei que em tudo me conheces Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Deus, tu me cercaste em volta Tuas mãos em mim repousam Tal ciência, é grandiosa Não alcanço de tão alta Se eu subo até o céu Sei que ali também te encontro Se no abismo está minh'alma Sei que aí também me amas Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Senhor, eu sei que tu me amas (4 vezes) Refrão Sugiro que assistam seis vídeos na Internet: “Quem somos nós? (baseado na física quântica...ver link http://www.youtube.com/watch?v=WDXFRvbe2VY)”, “I AM” (Sobre Tom Shadyac) , “As Sete leis Espirituais do Sucesso – de Deepak Chopra”, “O Ponto de Mutação – baseado no livro de Fritjof Capra ”, “Conversando com Deus” – baseado no livro publicado por Neale Donald Walsch ... Conversando com Deus (título original em inglês: Conversations with God) é uma série de três livros publicada por Neale Donald Walsch, que afirma ter sido inspirado diretamente por Deus em seus escritos. Cada livro é escrito como um diálogo no qual Walsch faz perguntas e "Deus" as responde. Walsch afirma ainda que não se trata de canalizações, mas de inspirações divinas. Em 2006, um filme foi lançado sobre a história do autor e seus livros... Ver link http://pt.wikipedia.org/wiki/Conversando_com_Deus), “A Unidade das Religiões: O Amor Universal – no site da Organização Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Livros recomendados: “Mãos de Luz – de Barbara Ann Brennan, editora Pensamento”, “Medicina Vibracional – de Richard Gerber, editora Cultrix”, “Seu EU Sagrado – Dr. Wayne Dyer, Editora Nova Era”, “O Fluir do Amor Divino: Prema Vahini – Publicado por: Fundação Bhagavan Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Namastê! Prof. Bernardo Melgaço da Silva – pensador livre holístico-transcendental: filósofo (praticante), cientista e espiritualista – Professor Universitário Aposentado da URCA (Universidade Regional do Cariri –CE). e-mail: bernardomelgaco@gmail.com Facebook: Bernardo Melgaço da Silva/página Educação Para o Terceiro Milênio bernardomelgaco.blogspot.com Nota: Em 1992 e 1998 fiz dois trabalhos científicos: dissertação de mestrado e tese de doutorado respectivamente. E nesses dois trabalhos, que tem uma cópia de cada um na Universidade Federal do Rio de Janeiro (na biblioteca do Cento de Tecnologia –CT - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Brasil), procurei mostrar (“explicar cientificamente”) o Caminho do Amor Divino que fiz em 1988. E quem desejar uma cópia dos meus trabalhos científicos envie um e-mail (eu tenho eles no formato Word) para mim, pois terei o maior prazer do mundo de compartilhar minhas pesquisas acadêmicas na UFRJ/COPPE. Namastê...obrigado!

Pensamento para o Dia - de Sathya Sai Baba Quinta-feira, 24 de Outubro de 2013

Pensamento para o Dia - de Sathya Sai Baba Quinta-feira, 24 de Outubro de 2013 “O maior instrumento pelo qual o sucesso pode ser assegurado por todos os seus esforços é a devoção. Que também lhe concederá saúde, riqueza e prosperidade. Ela também eliminará o ódio e a parcialidade, e lhe dará mais força. Uma pessoa com devoção fará todo ato como adoração ao Senhor, e assim o ato será feito de forma eficaz, sem qualquer fingimento ou falsidade. Ele também conseguirá a Graça do Senhor, pois o devoto será capaz de fazer mais e desfrutar de mais saúde e felicidade mental. Se cada um de vocês se unir e cantar a glória do Senhor, isso produzirá uma maior harmonia e coesão social do que milhares de pessoas clamando e gritando umas contra a outras. O Amor Divino inundará a área e fertilizará todos os seus esforços se todos vocês cantarem o nome do Senhor juntos em uníssono. Façam isso por algum tempo e vocês mesmos testemunharão a atmosfera amorosa e serena.” Sathya Sai Baba