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porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar idéias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS ENTRE 1994 E 1998 (número 32... CAPITULO 3 .

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS ENTRE 1994 E 1998 (número 32... CAPITULO 3 ... A TRÍADE ÉTICA-ESTÉTICA-TÉCNICA PARTE II TESE DE DOUTORADO..obs.: Prezados leitores quem quiser continuar acompanhar a série TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS E EXTRAORDINÁRIAS (O QUE É A GRANDE FRATERNIDADE BRANCA: UMA HIERARQUIA ESPIRITUAL CRIADA POR DEUS! – PARTE 1, 2, 3, ...”n”)....por favor visite o site no link http://bernardomelgaco.blogspot.com.br/ .ou o site Educação Para o Terceiro Milênio ver link... https://www.facebook.com/EducacaoParaOTerceiroMilenio Obrigado... Namastê! “Senhor, eu sei que Tu me Sondas...” “Conhece-te a ti mesmo” – Sócrates (ver link...carta encíclica ”fé e razão” do Papa João Paulo II.. http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_15101998_fides-et-ratio_po.html) “All you need is love” (Lennon/MaCartney) "o problema humano é o mesmo do problema divino quando se consegue responder um então conseguimos responder o outro" Bernardo Melgaço da Silva “O Humano e Deus são os dois lados da mesma moeda” Bernardo Melgaço da Silva “A busca da felicidade, é a mesma busca da verdadeira identidade de quem somos nós!” Bernardo Melgaço da Silva INTRODUÇÃO “All you need is love” (Lennon/MaCartney) 3.1 A ÉTICA E A MORAL NOS CONTEXTOS DO CAPITAL E DO AMOR A “ÉTICA” DO HOMO ECONOMICUS: MELHORAR PARA SER (ILUSORIAMENTE) “MELHOR” DO QUE O OUTRO A existência humana pode ser entendida também como a relação do ser com o mundo-natureza. O mundo-natureza envolvendo e afetando o ser. E o ser inserido, modifica o seu espaço circundante construindo um novo mundo, uma nova natureza. Essa relação simbiótica e complementar dá o sentido da vida humana. O trabalho é o meio de transformação e realização do ser no esforço de construção e reconstrução do processo civilizatório. Nesse sentido, o ser se descobre criador quando modifica positivamente, com amor, o mundo social e a natureza de acordo com as suas necessidades básicas de sobrevivência e existência. Na ausência do amor o indivíduo explora e destrói o que há de mais sagrado na natureza: a liberdade de existir de forma independente, condição básica de harmonia para ligação ao AMOR DO TODO CRIADOR. Que tipo de sacrifício foi preciso o homem moderno fazer para engendrar um novo processo civilizatório altamente dinâmico e racional? O processo civilizatório industrial “expressa um processo de dessacralização da Natureza, pois “...primeiro o mundo exterior teve que ser magicamente neutralizado e esvaziado dos deuses nele existentes antes de que a vontade racional de conhecer pudesse se lançar sem entraves sobre este campo que agora se liberava”. A Natureza dessacralizada do processo civilizatório industrial se transforma em um “mundo exterior de fatos”, que tem no Homem seu “mestre e possuidor” cartesiano. A profundidade das raízes metafísicos-religiosas da idéia moderna de progresso técnico encontra uma de suas mais claras expressões na filosofia da técnica de F. Dessauer, que aponta o mandamento bíblico do Livro Gênesis I, 28 “crescei e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” como a “Carta Magna” da técnica moderna, entendida como o instrumento fornecido pelo Criador para assegurar o domínio de seus herdeiros sobre a Terra. A técnica, como instrumento potencializador do poder do Homem sobre a Natureza, recebe assim uma vigorosa sanção legitimadora, que a faz um instrumento de dupla realização da liberdade humana: liberdade da subordinação às forças naturais e liberdade para a execução de um projeto próprio. Isto vai ser equivalente a se assumir como verdadeira a idéia de uma neutralidade ética do evento técnico em si. A técnica é então considerada como não sendo em si mesma nem boa e nem má, e sim como podendo estar posta a serviço de fins bons e maus. A neutralização ética da técnica abre o caminho para a idéia de um poder ilimitado de intervenção do “homo industrialis” sobre a Natureza de modo que “...o grande relógio do mundo de Descartes pudesse ser então simultaneamente o mundo potencialmente dominável de maneira total”...Na era da verdade científica experimental a ciência natural e a técnica passam a ser duas dimensões do mesmo processo que reduz a Natureza a um “mundo exterior de fatos”, objeto da experiência racionalista construtiva. Como diz M. Heidegger: “...tudo isso conduz à tese de Max Planck sobre o Ser: real é aquilo que é mensurável. O sentido do Ser é então a mensurabilidade, com o que não se pretende tanto ter em vista a constatação do “quanto”, mas sim em última análise apenas servir ao controle e domínio sobre aquilo que existe como objeto”(BARTHOLO JR., 1986, pp.16-17). 3.3 A DIVISÃO DO PÃO EM PARTES JUSTAS E INJUSTAS No mundo moderno da cultura microeletrônica, as forças produtivas deslocam-se de acordo com a resultante das variáveis técnicas e econômicas no interior do espaço social e geográfico do mercado, da mercadoria e da mão-de-obra produtiva. O espaço empresarial começa a extrapolar o domínio real e entrar no domínio virtual. A rede internet vem possibilitando a expansão do processo de comunicação. Um mundo de informações e imagens possibilita o crescimento dos negócios e das relações inter-individuais. O próximo está racionalmente cada vez mais próximo de nós. Um horizonte de transações técnicas-comerciais se descortina no novo milênio que se aproxima. Inserido nesse mundo de informações o ser se questiona a respeito da sua liberdade de ser e de agir num mundo altamente competitivo onde por um lado cresce as chances de progresso técnico e por outro decresce as chances de obter um bom emprego. De um lado um esforço de se criar novas consciências consumidoras. E de outro um esforço em reduzir custos de produção, reduzindo postos de trabalho humano ou aumentando e concentrando o ritmo e o compromisso de execução de várias atividades num determinado posto de trabalho e num menor espaço de tempo. Fala-se em qualidade de vida, mas na prática a tendência é diminuir essa qualidade na excessiva cobrança de uma alto patamar de produtividade. Busca-se a qualidade do ciclo de desenvolvimento do produto e do espaço organizacional social, e com isso perde-se a qualidade de vida do ser inserido nesse contexto. Os planos de saúde mirabolantes oferecidos apenas dão uma falsa aparência de que algo está sendo realizado em prol da saúde do trabalhador. O que está acontecendo? Será que é o paradoxo da lei da vida? Ou será que algo não foi levado em conta no projeto multicultural e multicomercial? Ao contrário da “imagem propagada pelos defensores da produção enxuta, do fordismo ao toyotismo aconteceram poucas mudanças no que se refere a qualidade de vida do trabalhador. Atualmente, além do desemprego, que atinge vários países, ele tem que sobreviver ao estresse provocado pelos novos sistemas de produção atrelados às modernas tecnologias. Alguns anos atrás, quando os trabalhadores atingiam uma certa idade eram realocados em serviços menos sacrificados. Mas hoje em dia os serviços mais simples são terceirizados, as empresas pagam US$6/h por um serviço que custaria US$19/h. Atualmente os trabalhadores mais velhos têm que acompanhar o ritmo dos jovens até a aposentadoria. Numa pesquisa realizada entre empregados de fábricas sobre o tema, apenas 27% dos entrevistados acreditavam que conseguiriam chegar à aposentadoria com saúde. Os outros 73% afirmaram que não agüentariam o ritmo de trabalho e terminariam abandonando o emprego ou que sofreriam algum acidente de trabalho antes de se aposentar. Segundo Slaughter, a Lean Production está começando a fazer vítimas entre os próprios tigres asiáticos. Recentemente os operários japoneses das grandes fábricas automobilísticas solicitaram a redução da jornada de trabalho de 2 mil e 200 para 1 mil e 800 horas/ano. Ou seja, nem o milenar espírito oriental de trabalho resistiu à voracidade dos tempos modernos” (JORNAL ELETRÔNICO INTERATIVO DO COPPE, edição 28 de maio de 1997). A dessacralização da natureza (“e a sacralização do poder individual capitalista”) é decorrente da ausência ontológica de uma ética amorosa. Uma ética que não nega a técnica, mas que reconhece, e transcende, os seus limites racionais. E sem essa ética que dá sentido ao amor sagrado, a natureza se desequilibra na sua relação com o ser humano. E com isso o projeto sócio-técnico gera em si mesmo um sistema de iniqüidades e distúrbios físicos, psicológicos e ecológicos. A liberdade perde o sentido de ser e o trabalho perde o seu significado sublime de dignificar a natureza humana. Em outras palavras, a natureza humana não é apenas uma relação dinâmica fisiológica-psicológica. Ela guarda em si em seu mais profundo íntimo uma terceira parte-natureza responsável pela paz e felicidade incondicional: a ontológica. “Quando falo de ética falo de dois princípios: ama a Deus e ama o próximo. Sem o princípio amar o próximo, não existe civilização. Amar é muito além de gostar, tem gente que eu não gosto, mas amar é aceitar. Todo processo de exclusão funciona em mão dupla. Você exclui, mas se exclui e perde todas as possibilidades que aquele universo que acabou de excluir poderia oferecer. É um momento de falta de visão, pode ser de um segundo, de um minuto, de horas, de anos ou de séculos. Mas em algum momento a situação poderá mudar e você verificar que aquilo que excluiu era o melhor que tinha a ganhar” (COELHO, 25/01/98, p.10). O progresso técnico-industrial tem um limite ético natural. A insensibilidade desse limite vem provocando inúmeras mazelas no espaço produtivo das fábricas e das empresas no contexto competitivo da moral moderna. O homem moderno inserido num contexto altamente dinâmico vem perdendo a referência do seu verdadeiro EU. Uma nova consciência ética precisará nascer no seio da vida moderna cooperativa. Isso se queremos de fato viver em paz e liberdade num futuro de graça e abundância onde pobres e ricos não mais se diferenciarão pelo poder de acumular capital. Uma nova empresa holística precisará nascer para substituir a velha empresa limitada em sua pequena visão do domínio humano. O mistério da verdade e da ética sagrada amorosa no interior da natureza humana é de tal forma sutil que alguns percebens e outros não. De modo, “não importa o que se revela e o que se guarda para si. Tudo o que fizemos, tudo o que somos, reside em nosso poder pessoal. Se temos o suficiente [poder], uma palavra que nos for pronunciada pode ser suficiente para mudar o rumo das nossas vidas. Mas, se não tivermos suficiente [poder] para mudar o rumo de novas vidas. Mas, se não tivermos suficiente poder pessoal, o fato de sabedoria mais magnífico nos poderá ser revelado sem que tal revelação faça a menor diferença - Ele aí baixou a voz, como se estivesse me contando algo de confidencial - Vou pronunciar o que é talvez o maior fato de sabedoria que qualquer pessoa possa exprimir. Vejamos o que você pode fazer com isso: sabe que nesse momento você está cercado pela eternidade? E sabe que pode usar essa eternidade, se o desejar (...) - Você antes não possuía esse conhecimento - disse ele, sorrindo - Mas agora possui. Eu o revelei a você, mas não faz a menor diferença, pois você não tem suficiente poder pessoal para utilizar minha revelação. No entanto, se você tivesse suficiente poder, minhas palavras bastariam para lhe permitir a totalidade de você e fazer com que a parte importante saísse dos limites em que está confinada” (CASTÃNEDA, 1974, p.16-17). Essa reflexão é oportuna visto que a linguagem racional (falada e escrita) é o veículo de comunicação mais utilizado no processo de formação cultural do mundo moral moderno. A cultura técnica-estética industrial se apoia fortemente numa linguagem racional bem construída objetivando conquistar espaços psicológicos de novos adeptos da “bem-aventurança do capital”. É através de uma linguagem técnica e esteticamente bem construída que se propaga as benesses do liberalismo capitalista. O indivíduo sensorialmente inserido num mundo de vozes esteticamente convincentes produz muito pouca resistência ao “chamado” do poder moral “sagrado do capital”. Na ausência de uma prática de transformação ontológica, em si mesmo, o ser é atraído pela idéia de um contexto contemporizador denominado “empresário cristão”. E assim o indivíduo se satisfaz realizando uma ideologia criada para amenizar o conflito inerente à pseudo-transformação positiva. Têm muitos empresários que se dizem cristãos, mas na hora de agir como tal o papel de empresário é mais forte e assim acabam negando na prática o papel de cristão. Principalmente quando a decisão de perda ou ganho material envolve muito dinheiro. E como é que o empresário cristão faz para disfarçar essa questão? Ele reza a Ave Maria todos os dias na sua empresa. Ele tem, por exemplo, um altar de Nossa Senhora para ilustrar a sua fé. E até paga propagandas em rádios evangélicas, espíritas e católicas. É provável que até dê algum dinheiro para alguma paróquia ou templo evangélico. E assim fica com a “consciência tranqüila” pela caridade que realizou em nome da “fé” em Jesus. “Muitos se escondem atrás do capital” - José Fernandes de Oliveira (conhecido como padre Zézinho) foi muito feliz nessa frase em sua música SOCIOLOGIA no disco QUANDO A GENTE ENCONTRA DEUS, lado A, gravadora Paulinas: “Meu professor de sociologia costumava sempre nos dizer que não, que não existe solução onde um povo não responde à sua velha questão E a questão é repartir o pão, em partes justas, de maneira tal, que faz sucesso o povo que reparte, e o que não reparte sempre se dá mal. Pois eu vivi pra ver esta verdade, fui viver lá fora e constatei que não, que não existe solução onde um povo não responde à mais velha questão. E a questão é mais que social, que faz sucesso o povo que reparte e o que não reparte fica na pior! Já vi miséria em cima de miséria, mas a brasileira é muito mais boçal. Temos de tudo mas nos falta tudo, porque nesta terra tudo é colossal. E é colossal também a ilusão de quem se esconde atrás do capital. Se em cada 100, 70 não têm nada, os 30 que têm tudo não sossegarão. Por isso, aquele que tiver dinheiro faça o que é preciso pelo seu irmão. Se falta pão na casa do operário, o lucro do empresário é coisa de ladrão. Pois a questão é repartir o pão, em partes justas de maneira tal, que o pão que tem na casa do empresário, na do operário seja o mesmo pão. Que o que se come em casa do empresário, na do operário...seja tal e qual”. O relatório de 1997 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) corrobora com a letra da música de OLIVEIRA (pe. Zézinho). O relatório “confirma o velho bordão: nem sempre dinheiro traz felicidade. Vários países com renda alta têm baixo desenvolvimento humano...O Brasil é um dos cinco casos em que a classificação pela renda per capita é idêntica à colocação em desenvolvimento humano. O IDH [índice de Desenvolvimento Humano] e o PIB real per capita brasileiros estão, ambos, em 68o lugar no mundo. A coincidência só se repete com Japão, Bahamas, México, Ilhas Salomão e Bangladesh. O relatório do Pnud revela também que o custo de um bom desenvolvimento humano das populações varia de país para país” (JORNAL FOLHA DE S.PAULO, 15/06/97, p.21). E a posição das igrejas? Deixo as consciências dos padres e pastores responderem. Como seguir ao Senhor-Amor Matriz Sagrado (de Cristo) e ao “Senhor-Capital-Sagrado” ao mesmo tempo? Eis a difícil e eterna questão! Eu já optei pela pobreza cristã. Mas, também não cobro de ninguém para fazer este gesto. Esse gesto deve ser espontâneo e deve também refletir um grau de sabedoria sagrada alcançada. Não é uma simples crença na apologia da pobreza. Faz-se mais do que necessário sermos “pobres” de matéria e “ricos” de Espírito. A ponte entre o verbo e o significado é feita por uma experiência sensível, e isso somente pode ser vivido - disse o grande mestre A. Einstein. Em outras palavras, a descoberta desse caminho-sentido é algo estritamente pessoal (ontológica) e pertence ao contexto da sensibilidade (e não da razão). Não se deve agir por convencimento, mas por uma fé de direcionamento espiritual/existencial. E quanto a divisão do pão muito bem apontado por OLIVEIRA, está associada à capacidade de se reconhecer a necessidade do capital servir ao indivíduo, e não ao contrário. como comumente vem acontecendo, unilateralmente, nas sociedades modernas capitalistas. Pois, é na terra que o trigo nasce. E é com trabalho que se planta o trigo. O homem retira na colheita do trigo tanto o trabalho “plantado” quanto a incansável transformação da natureza. O pão é o trigo colhido, a fé plantada e o trabalho processado. A terra é o lugar do suor, da riqueza natural e da gratuidade Divina. Deus criou a terra e ofereceu a todos. Por isso, a mesa é o lugar de celebração da fé e da oração do pão. A divisão do pão é a multiplicação da paz e da bondade Divina no interior do homem. Ao se debruçar sobre a terra o homem planta a sua fé na mãe natureza. Ao comer o pão o homem recebe a dádiva da natureza e confirma a graça Divina. A vida é a resposta positiva da relação entre duas naturezas que se encontram para uma consagração. Uma natureza planta e colhe a essência do pão que é o trigo. A outra produz a fé que é a essência da própria natureza. O trabalho é a ponte entre a terra, o pão e o céu. E entre a fé, o homem e o trigo colhido. O ato de trabalhar representa o poder de transformação da criação e realização. A realização entre o princípio da vida e o fim de uma transformação da natureza em direção a um crescimento na “morte”- numa “morte” que consagra a vida. O trigo “morre” na produção do pão. O pão “morre” no consumo do homem. E o homem “morre” no encontro de si mesmo com o Criador (do trigo, do pão e do homem). O Brasil tem muita gente, muito chão e pouco “pão”. Vivemos entre dois mundos: o mundo dos sem-terra e o mundo dos sem-coração. O primeiro vive sem teto e o segundo vive escondendo a boa mão da compaixão. Devido a isso, muitos necessitados dormem no frio chão sobre algumas folhas de jornal e se cobrem com um pedaço de papelão. Enquanto isso, o indivíduo “egonômico” vive dormindo num palácio de ilusão. Pois, quem quiser ser Filho de Deus (pessoa) precisa oferecer de coração um pedaço do seu chão a um necessitado irmão. A divisão do pão começa na divisão da terra. E a divisão da terra é uma prática-conduta da verdadeira boa mão. Quem não vê isso é ontologicamente cego (insensível) ou então tem sua mente lógica racional de “avestruz” enterrada num buraco escuro da sua própria e estreita percepção. As disputas entre os sem-terra e os “sem-coração” estão produzindo mortes nos campos e discussões em torno da reforma agrária e da violência humana no contexto social brasileiro. Mas, apesar disso a “indústria da violência” lucra com filmes e mensagens deseducadoras. Segundo o poeta, jornalista e escritor CATALÃO (“ECOLOGIA”): “a gente começa ser mais gente quando entende que a natureza que a gente sente começa no meio da gente aí a gente mais defende procura e ama esta natureza que começa com a natureza humana aquela que move envolve, vibra e nos faz mais crentes que esse tal do meio ambiente começa no meio da gente” Assisti já faz algum tempo, na televisão, o filme de origem americana "Duro de Matar" que do início ao fim era requintado em cenas de violência. Eu pude perceber o "avanço" que os produtores alcançaram nas mensagens de ódio, brutalidade e "heroísmo". O "mocinho" termina o filme banhado em sangue, mas "vitorioso", cercado de vítimas e destroços. E todos aplaudem a sua façanha. A façanha de se matar em nome de um bem comum. Pois, em nome desse "bem comum" pode se fazer qualquer coisa, pois está "evidente" que o "outro" ou é "bandido" ou é um "monstro perverso". A estética e a técnica empregadas nesses filmes retratam a nossa pequena visão do limite entre vida e morte. E o que é pior eles distorcem a imagem do ser humano desequilibrado, colocando-o como um ser "terrivelmente perigoso" que deve ser eliminado a qualquer custo, pois ele poderá acabar com nossas vidas. Quanta mensagem inútil e deseducadora (esse filme "Duro de Matar" passou na televisão por volta das 16:00 horas de um sábado!) para jovens crianças, adultos e mesmo idosos! Com que intenção os produtores realizaram (produziram) esses filmes de violências? E porque multidões assistem (consomem) e aplaudem (gostam)? Onde está a ética, os valores humanos prescritos pelo mundo sagrado: "não julgar, não condenar, não matar"? Como é que queremos evoluir, se não conseguimos superar essas mensagens de crimes e violências? A violência urbana e internacional estão aí confirmando nossas ilusões a respeito da morte após a vida. E enquanto estivermos nessa crença inevitavelmente a violência só tenderá aumentar. Pois, usaremos toda a nossa capacidade intelectual (racional) para justificar nossa ignorância e inconsciência. Será que 2000 anos ainda não foram suficientes para refletirmos e aprendermos? O que mais rende economicamente é o sexo, a violência (tida como “coragem”) e toda sorte de consumo pelo consumo. O que importa é "ganhar" (principalmente dinheiro e fama). Nesse sentido, os "fins" são justificados sutilmente (racionalmente) pelos meios. E nesse contexto, a vida humana perde a oportunidade de ganhar um degrau de consciência na escala evolutiva de valores cósmicos sagrados. A maioria é facilmente atraída pela "luz", dessas mensagens hipnotizadoras, como se fossem mariposas sem rumo e sem consciência de si mesmos. Os indivíduos são tratados como se fossem massa de um bolo, que se molda de acordo com a fôrma social dos valores morais “éticos-econômicos-democráticos”. Assisti também recentemente o filme Indenpendence Day. E fiquei meditando sobre a mensagem que o filme passa. Coincidentemente três dias depois assisti, na COPPE/UFRJ-aula do professor Bartholo, um belíssimo filme sobre a personalidade de Hitler. O filme é um documentário que enfoca a história do nascimento da ideologia nazista sob um prisma diferente. O filme mostra como Hitler desenvolveu a sua ideologia sustentada numa base estética de visão de mundo. O filme tenta nos passar que Hitler era um arquiteto-artista frustado que desejava construir um mundo novo de acordo com a sua fantasia doente. E obcecado por sua ideologia foi até o fim sacrificando vidas e vários valores humanos. Alguns anos atrás assisti no cinema o filme Rei Leão. Fiquei impressionado com a mensagem de violência criada para pequenas criaturas, os nossos “baixinhos”, de poucos anos de idade. O início do filme é esteticamente espetacular. Somos totalmente tomados pela música e pelos belíssimos desenhos. Um casamento perfeito (até a metade do filme!)! Depois da metade do filme somos praticamente envolvidos. Mas, mesmo assim pude perceber a manipulação de uma ideologia de guerra sutilmente passada nas belas figuras inocentes de hienas, leões, macacos, etc. O que é que esses três filmes tem em comum? A resposta é: propaganda ideológica. Pois, Hitler somente conseguiu convencer o seu povo a ir para guerra porque antes ele fez um trabalho primoroso de Marketing (Hitler fez até filmes “educativos”!). E é sempre assim. Esses filmes não têm nada de inocentes. Eles carregam em si uma ideologia. E essa ideologia pode ser capitalista selvagem ou não. Na maioria das vezes é ideologicamente capitalista, ou seja, em nome de um ideal moral democrático capitalista passa-se por cima dos valores éticos sagrados e de qualquer cultura. Quanto ao contexto extraterrestre é visível que a indústria cinematográfica americana está explorando o sensacionalismo das idéias morais de valores racionais-instintivos para criar uma imagem de insegurança e vulnerabilidade dos países. E quem será o salvador da pátria? Os americanos, é claro! Ou seja, essa ideologia tenta criar uma imagem positiva do poder americano de enfrentar qualquer ameaça à Terra. Mas, o que está por detrás desse filme “inocente” que é visto como um meio de passatempo? É a ideologia capitalista democrática armamentista, ou seja, a única maneira de se manter a segurança da Terra é investindo altas somas de dinheiro em fantásticos projetos tecnológicos bélicos. Por isso, faz-se necessário arrumar um inimigo bem poderoso para se justificar o investimento de muito dinheiro (bilhões de dólares) em armas. E quem ganha com isso? As indústrias cinematográfica e bélica americana e aliadas. E quem perde? Todos nós que embarcamos nessa imaturidade racional-instintiva (americana, japonesa, etc.). Pois, todo o desenvolvimento bélico retorna para nós mesmos nas guerras e nos conflitos entre países. Até quando a democracia neoliberal capitalista vai poluir e contaminar as mentes de jovens, crianças, idosos, estudantes, cientistas, etc.? Essa ideologia pode iludir multidões de indivíduos. Mas, não ilude uma pessoa consciente de si. Pois, aquele que desenvolver a sensibilidade para além da consciência racional verá a imaturidade dessas mensagens pervertidas e danosas à ética e à Verdade de Deus. Essas mensagens somente encontram espaço de propagação na dimensão do indivíduo inconsciente de si. É preciso, portanto, ficar alerta e sensível à consciência Divina no interior de nós mesmos. Deus não faz propaganda de guerra. Isso é coisa por demais demoníaca. Não vem de Deus essas mensagens de guerra e competição entre irmãos cósmicos. Todo ser humano é ser humano seja ele terrestre ou extraterrestre. O que poderá acontecer no futuro é a criação de uma consciência violenta que automaticamente reagirá e atacará qualquer aproximação extraterrestre. E aí novamente a história se repetirá. O próximo Hitler muito provavelmente não será um indivíduo, mas uma ideologia de um povo ou mesmo de um planeta. É assim que possivelmente nascerá naturalmente o anticristo. Não tenho dúvida disso. Se não queremos guerra no futuro então que plantemos a semente da paz agora. Não devemos nos deixar manipular por essa ideologia video-game “infantil” liberal democrática capitalista e, portanto, “demoníaca”. Nossas crianças e nossos jovens (maiores usuários de video-game e internet) já estão aprendendo a arte da guerra nos “inocentes” jogos de video-game. Mais tarde essa ideologia colocará nas mãos das crianças crescidas (os adultos do futuro) não mais um inocente brinquedo video-game, mas uma poderosa arma de verdade. E aí todos chorarão o inferno que se tornará a vida social. O acaso não existe. A vida é governada por princípios eternos e infalíveis. Não se deve brincar com a verdade. A vida é sagrada, e é um valor que merece muita seriedade e respeito. Com o episódio “dos garotos de 11 e 13 anos que mataram quatro meninas e uma professora de sua escola em Jonesboro, no estado de Arkansas, ressurgiu o debate sobre a violência nos Estados Unidos. Outros casos envolvendo jovens armados em escolas, como o rapaz de 13 anos que tentou matar o diretor de um colégio em Daly, Califórnia, indicam que não se trata de um caso isolado. No entanto, mais do que um valor cultural subjacente, há uma série de práticas que fazem da violência um fato presente...Alguns raps com letras raivosas, filmes com atores como Arnold Schwarzennegger espancando pessoas quase casualmente (“Hasta la vista, baby, dizia o personagem em O exterminador do futuro 2), e jogos eletrônicos em que se matam indiscriminadamente os inimigos para colecionar pontos podem até não ter tanto impacto sobre as ações violentas quanto a pobreza, a discriminação e a desintegração das famílias. Mas certamente os produtos da indústria do espetáculo têm algum efeito” (BENEVIDES, 27/03/1998, p.7). A educação, num contexto bem amplo, deve decidir se de fato queremos o céu ético ou o inferno moral. Aqui no sul do Brasil jovens de uma escola militar elegeram A. Hitler como o personagem histórico mais admirado. O ditador nazista “Adolf Hitler foi o personagem histórico mais admirado pelos formandos de 1995 do Colégio Militar de Porto Alegre, conforme levantamento da revista oficial da instituição, Hyloea, publicada no fim do ano passado e só agora divulgada. Oitenta e quatro rapazes e moças citaram 49 personalidades, e o mais votado foi Hitler, com oito indicações (quase 10% do total). O nazista ficou à frente de Tiradentes, Ayrton Senna e Joana Dárc (seis votos cada) e bem distante de dezenas de outros notáveis menos votados, como Jesus Cristo, o sociólogo Betinho, Ghandi e os heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB). O falecido tesoureiro do ex-presidente Fernando Collor, empresário Paulo César Farias, recebeu um voto” (MITCHELL, 19/01/1998, p.3) A visão insensível dessa ideologia de guerra sempre é da necessidade da existência da competição para se poder vencer-ganhar-evoluir o “outro” (psicológico). Se não existe mais a Rússia para se competir então se inventa um inimigo mais poderoso: os extraterrestres! O mundo capitalista não sabe sobreviver sem o princípio do poder alcançado através da competição aparente ou subliminar. Esse negócio de cooperação global é uma grande falação retórica de uma cultura estética-técnica industrial em processo de expansão. Ela não existe - para o bem da humanidade! - e nunca poderá existir num mundo veloz de conquista e superação do outro competidor. Por isso, não tem nada de inocente esses filmes do tipo “guerra nas estrelas”. O cinema é também um meio de se fazer propaganda ideológica. Lembremos de Hitler. Ele ainda não morreu, pois sua técnica de manipulação ainda permanece e evolui no seio das sociedades ditas “evoluídas”. A ideologia da manipulação e do confronto vê tudo como uma grande empresa. Hitler foi o maior representante dessa ideologia precursora manipuladora de produção estética empresarial. A lógica de funcionamento do sistema industrial moderno “somente pode transcender os limites de sua imanência cultural originária européia-ocidental e afirmar uma pretensão de validade universal como elemento constitutivo de uma civilização mundial porque a eficiência produtiva associou-se indissoluvelmente, desde sua gênese, ao fortalecimento do poderio bélico. A “máquina militar” foi o primeiro modelo organizacional do sistema de trabalho de fábrica, estando ainda presente de modo inequívoco nos princípios administrativos do “fayolismo”, um dos pilares do pensamento administrativo moderno, uma transição de princípios organizacionais militares para o campo da administração industrial. Desde os seus primórdios, a expansão das atividades fabris se apoia de modo decisivo sobre necessidades de aparato bélico” (BARTHOLO JR., 1986, p.117). Nessa ideologia, o outro é sempre um competidor, um inimigo ou uma sociedade anti-estética e anti-ética (uma monstruosidade!). E por isso justifica-se todo esforço para se alcançar um patamar superior, não importando a que custo de vidas e valores morais e anti-éticos se faz necessário empreender: os fins justificam os meios bélicos. O que importa é aniquilar o “mal” e o “mau” ou o “adversário”. O que importa é a ideologia de se vencer o seu oponente concorrente e ameaçador. E com esse feito tem-se o poder de ser o melhor e mais capaz do que o outro. Ou seja, é a primazia de uma determinada ideologia em detrimento de outras: “vence a melhor para melhorar”. Os valores espirituais são propositadamente ocultados pelo fantástico (e porque não dizer fanático) mecanismo de racionalização do que seja “valor” e “progresso”. E a ciência é usada como instrumento nessa empreitada democrática liberal capitalista fanática insensível. Os bairros do Rio de Janeiro (e de São Paulo também) já estão experimentando as seqüelas sociais e dolorosas em conseqüência da cultura internet-video-game-cinematográfica. Enquanto os pobres se matam de verdade nos morros e no asfalto, os ricos se “matam de mentirinha” nos jogos infantis cinematográficos da internet. De um lado bombas, tiros, sangues e desgraças reais e do outro lado bombas, tiros, sangues e desgraças virtuais. De um lado televisão, cinema e miséria total, do outro video-game, internet e riqueza material. O acaso e a coincidência existem? A eficiência de um novo jogo de guerra é relatada nessa reportagem: Realismo “é a palavra-chave do jogo Armored Fist 2, da NovaLogic, que está sendo distribuído no Brasil pela Brasoft (http://www.brasoft.com). Nele, o usuário assumirá o comando do M1A2 Abrams, o mais poderoso tanque de guerra do Exército americano, e arriscará manobras precisas, onde o mínimo deslize poderá fazer com que tudo vá pelos ares. Os cenários foram criados com o sistema Voxel Space 2, a mesma tecnologia utilizada em Comanche 3, e incluem objetos fixos, como fortalezas, prédios, cercas, árvores e depósitos de munição, além de outros em movimento, como blindados e helicópteros. As comunicações de rádio são também muito interessantes nesse jogo pois, como reproduzem fielmente a realidade, as informações transmitidas chegam a ser caóticas nas missões com múltiplos objetivos, criando uma sucessão de ordens que vão se alterando a cada pequena mudança na formação do pelotão ou na posição dos alvos. Para ajudar o usuário a se familiarizar com os recursos do tanque, o CD-ROM contém um documento de três minutos, gravado dentro do MIA@ Abrams. Há ainda uma missão de treinamento, ideal para novatos. Os mais experientes podem se arriscar em perigosas campanhas na Europa, África, Ásia e Oriente Médio, envolvendo vários tipos de veículos inimigos, entre eles os tanques russos T-72, T-80 e T-90. Nessas missões, o jogador pode optar por comandar um único tanque ou um pelotão com até 32 blindados. No total são mais de 35 missões que, graças aos recursos de inteligência artificial, vão se tornando cada vez mais difíceis à medida que o usuário vai aperfeiçoando sua mira e sua perícia nas manobras. Armored Fist 2 é também multijogador, ou seja, pode ser jogado via cabo serial, modem (entre dois usuários), rede ou através da Internet, suportando nesse último caso até oito usuários. ...O preço recomendado pelo distribuidor às revendas está em torno de R$ 69” (JORNAL DO BRASIL, 19/01/1998, p.4) Os estrondos de fogos de artifícios anunciando a chegada da droga nas favelas, são os sinais dos novos tempos da cultura capitalista video-game: os traficantes estão anunciando a chegada da “mercadoria” destinada aos clientes! É a propaganda (nesse caso o veículo da propaganda é a estética sonora) e o mercado do crime agindo em pleno dia, desrespeitando a lei do silêncio e da vida. Desrespeitando tudo em nome de um ganho de um punhado de dinheiro que está circulando pelas camadas e pelos mercados (entre ricos e pobres) do submundo econômico. No submundo econômico o dinheiro sempre prevalece sobre o valor da vida. Assim, todo cuidado é pouco quando vamos passar uma mensagem de valor para o outro que está inconsciente de si e do Todo (em si). Mas, a vida moderna da cultura internet video-game capitalista não tem essa preocupação com a saúde mental do outro. Essa cultura não se importa que qualidade de valor o outro vai consumir e que tipo de doença psíquica vai adquirir. O que importa é a ideologia do lucro e do poder proveniente desse lucro. Os filmes Independence Day e Rei Leão são produtos de uma ideologia de guerra e não de paz. Se mais tarde as psiques dos indivíduos vão ficar desviadas, essa situação para os produtores dessa cultura não têm importância. Eles somente conseguem ver o retorno imediato do lucro, da fama e da supremacia sobre o outro concorrente. Existe um processo de produção estética institucionalizada, nas sociedades modernas capitalistas, que transforma o que é feio e prejudicial em belo e necessário. Nesse contexto, o sutil é transformado em concreto. O moral é transformado em ético. O invisível é transformado em visível. O veneno do mal é transformado em remédio do “bem”. E assim nesse processo de transformação negativa, o próximo passo é o trabalho de convencimento. E esse convencimento é realizado por um trabalho primoroso estético de Marketing. E assim os “genes” da “verdade” e da “salvação” são implantados sutilmente nas consciências racionais desatentas e imprudentes, produzindo os clones no devido tempo de crescimento: fanáticos e adoradores da violência e da guerra. A pobreza ética desses filmes (e video-games também) é que eles nunca mostram o caminho da transcendência ontológica (de si e em si mesmo). Eles sempre mostram uma pseudo-transcendência e uma pseudo-verdade de nível psicológico na superação do “outro” fora de si. A verdadeira transcendência reconhece o “outro”, primeiro, em si mesmo (a pessoa). Por que será que nossos cinemas e televisões não cansam de passar esses filmes deseducadores? Porque o cinema e a televisão fazem parte de uma imensa rede mercantil onde o capital não tem identidade própria, mas tem retorno definido e bem conhecido: as mãos-caixas dos empresários “ousados” e “produtivos”. Enquanto a ótica do indivíduo estiver direcionada para o mercado, a vida social sofrerá do “vírus” da falta de ética sagrada. E a contaminação poderá se propagar velozmente em função das “condições climáticas psicológicas”. Em outras palavras, somente existe mercado porque existe consumidores da mercadoria. E somente existe consumo estético (que é diferente de útil) de mercadorias porque existe uma manipulação estética, do valor “necessidade”, associada a uma visão de ganho psicológico na produção técnica do produto. Ou seja, esse processo vai perdurar até quando o indivíduo estiver preso à educação da idéia de salvação coletiva por intermédio do poder do capital técnico transacional (e pela educação da idéia de “transcendência” do prazer coletivo oriundo do capital estético simbólico). Senhor, Eu sei que Tu me Sondas (música religiosa brasileira http://letras.mus.br/padre-marcelo-rossi/66350/ ). Bonita!!!!!!!!!!!!!!!!! Senhor, Eu sei que tu me sondas Sei também que me conheces Se me assento ou me levanto Conheces meus pensamentos Quer deitado ou quer andando Sabes todos os meus passos E antes que haja em mim palavras Sei que em tudo me conheces Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Deus, tu me cercaste em volta Tuas mãos em mim repousam Tal ciência, é grandiosa Não alcanço de tão alta Se eu subo até o céu Sei que ali também te encontro Se no abismo está minh'alma Sei que aí também me amas Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Senhor, eu sei que tu me amas (4 vezes) Refrão Sugiro que assistam seis vídeos na Internet: “Quem somos nós? (baseado na física quântica...ver link http://www.youtube.com/watch?v=WDXFRvbe2VY)”, “I AM” (Sobre Tom Shadyac) , “As Sete leis Espirituais do Sucesso – de Deepak Chopra”, “O Ponto de Mutação – baseado no livro de Fritjof Capra ”, “Conversando com Deus” – baseado no livro publicado por Neale Donald Walsch ... Conversando com Deus (título original em inglês: Conversations with God) é uma série de três livros publicada por Neale Donald Walsch, que afirma ter sido inspirado diretamente por Deus em seus escritos. Cada livro é escrito como um diálogo no qual Walsch faz perguntas e "Deus" as responde. Walsch afirma ainda que não se trata de canalizações, mas de inspirações divinas. Em 2006, um filme foi lançado sobre a história do autor e seus livros... Ver link http://pt.wikipedia.org/wiki/Conversando_com_Deus), “A Unidade das Religiões: O Amor Universal – no site da Organização Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Livros recomendados: “Mãos de Luz – de Barbara Ann Brennan, editora Pensamento”, “Medicina Vibracional – de Richard Gerber, editora Cultrix”, “Seu EU Sagrado – Dr. Wayne Dyer, Editora Nova Era”, “O Fluir do Amor Divino: Prema Vahini – Publicado por: Fundação Bhagavan Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Namastê! Prof. Bernardo Melgaço da Silva – pensador livre holístico-transcendental: filósofo (praticante), cientista e espiritualista – Professor Universitário Aposentado da URCA (Universidade Regional do Cariri –CE). e-mail: bernardomelgaco@gmail.com Facebook: Bernardo Melgaço da Silva/página Educação Para o Terceiro Milênio bernardomelgaco.blogspot.com Nota: Em 1992 e 1998 fiz dois trabalhos científicos: dissertação de mestrado e tese de doutorado respectivamente. E nesses dois trabalhos, que tem uma cópia de cada um na Universidade Federal do Rio de Janeiro (na biblioteca do Cento de Tecnologia –CT - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Brasil), procurei mostrar (“explicar cientificamente”) o Caminho do Amor Divino que fiz em 1988. E quem desejar uma cópia dos meus trabalhos científicos envie um e-mail (eu tenho eles no formato Word) para mim, pois terei o maior prazer do mundo de compartilhar minhas pesquisas acadêmicas na UFRJ/COPPE. Namastê...obrigado!

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