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porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar idéias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Pensamento para o Dia - de Sathya Sai Baba Segunda-feira, 30 de Setembro de 2013

Pensamento para o Dia - de Sathya Sai Baba Segunda-feira, 30 de Setembro de 2013 “Havia um homem de Puttaparthi que vivia em uma cabana solitária às margens do Ganges. Ele estava empenhado em penitência severa e era admirado por outros monges. Um dia, enquanto se banhava no rio, ele ouviu um grupo de peregrinos que haviam acabado de descer do ônibus, conversando em Télugo. Seu apego à sua língua materna o invadiu; ele perguntou-lhes de onde vieram. Lentamente, deduziu que eram de Penukonda Taluk, Distrito de Ananindeua. Seus ouvidos ansiavam por mais detalhes. Quando disseram ser de Puttaparthi, o monge exultou e começou a indagar sobre suas terras, família e amigos. Quando soube que alguns deles haviam falecido, ele começou a chorar! Todos os seus anos de penitência sucumbiram diante da emboscada do apego à língua! Pratique o desapego a partir de agora, devagar e com firmeza! Não continue a acumular coisas que o aprisionam a elas. Ligue-se ao grande libertador, Deus.” Sathya Sai Baba

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