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porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar idéias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein

terça-feira, 13 de agosto de 2013

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS ENTRE 1988 E 1992

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS ENTRE 1988 E 1992 (número 11... CAP.5 parte I DA SENSIBILIDADE FÍSICA À SENSIBILIDADE METAFÍSICA....obs.: Prezados leitores quem quiser continuar acompanhar a série TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS E EXTRAORDINÁRIAS....por favor visite o site no link http://bernardomelgaco.blogspot.com.br/ .ou o site Educação Para o Terceiro Milênio ver link... https://www.facebook.com/EducacaoParaOTerceiroMilenio Obrigado... Namastê! “Senhor, eu sei que Tu me Sondas...” “Conhece-te a ti mesmo” – Sócrates (ver link...carta encíclica ”fé e razão” do Papa João Paulo II.. http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_15101998_fides-et-ratio_po.html) “All you need is love” (Lennon/MaCartney) "o problema humano é o mesmo do problema divino quando se consegue responder um então conseguimos responder o outro" Bernardo Melgaço da Silva “O Humano e Deus são os dois lados da mesma moeda” Bernardo Melgaço da Silva DA SENSIBILIDADE FÍSICA À SENSIBILIDADE METAFÍSICA A realidade tem o hábito de escapar à percepção do classificador. O mundo parece ser mais fácil de apreender no processo de "desmembramento" do que no processo de "agrupamento" das partes que constituem seu todo. Se procurarmos a resposta para a questão da existência humana somente sob a ótica da visão racional-analítica cairemos num círculo vicioso. A questão existencial do homem está relacionada à condição de desenvolvimento de todos os seus mecanismos de percepção da realidade, o que deve incluir ambos os aspectos do trabalho de percepção (y) e (z), buscando assegurar um estado de equilíbrio e harmonia. DENIS (1909) analisa a busca existencial do homem da seguinte forma: "O homem, ignorante das leis da natureza e da vida, não podia apreender o ensino oculto sob os fenômenos. Para preparar o atual movimento das ideias e a compreensão desses fatos, foram necessários o imenso trabalho dos séculos e as descobertas da ciência. Esta fez a sua obra. Posto que bem incompleta ainda, pelo menos explorou o domínio material, desde as camadas profundas do solo aos abismos do espaço. Descreveu a história da terra, sua gênese e evolução; enumerou os mundos que gravitam no céu, calculhou-lhes o peso, as dimensões, a marcha. Ficou o homem conhecendo o mesquinho lugar que ocupa no universo; se aprendeu a conhecer a grandeza de sua inteligência, pôde em contraposição medir a debilidade de seus sentidos" (p.77). O processo evolutivo da natureza humana pode ser representada através do modelo da espiral dinâmica. Se nos posicionarmos num plano superior e olharmos para baixo, veremos apenas um circulo. Para vermos o plano do círculo onde estamos é preciso uma "percepção (y)". Para vermos o plano vertical e assim termos a certeza da direção do processo é preciso uma "percepção (z)". Quanto mais giramos num dado plano da espiral evolutiva mais o movimento de rotação consome quase toda a energia que deveria ser empregada no mecanismo de ascensão. A história da humanidade é repleta de fatos marcantes que ora mostram saltos de evolução, ora mostram o início de giros mais acelerados. As descobertas da "ciência oficial" foram responsáveis pela aceleração dos giros na espiral. As descobertas das "ciências da sutilização da sensibilidade" servem de suporte aos esforços humanos no processo de ascensão. A ciência oficial possibilita um maior grau de "percepção (y)" da realidade. As ciências da "sutilização da sensibilidade" possibilitam o desenvolvimento da "percepção (z)". O afastamento do homem moderno das técnicas tradicionais da sutilização conduz a civilização ocidental a uma concepção da realidade que as doutrinas tradicionais designam como sendo um véu de ilusão ("maya"). Alguns cientistas ocidentais contemporâneos iniciam um esforço por "sutilizar" suas sensibilidades. CAPRA (1989) descreve esta questão da seguinte forma: "A nova concepção do universo físico não foi facilmente aceita, em absoluto, pelos cientistas do começo do século. A exploração do mundo atômico e subatômico colocou-os em contato com uma estranha e inesperada realidade que parecia desafiar qualquer descrição coerente. Em seu esforço de apreensão dessa nova realidade, os cientistas tornaram-se irremediavelmente conscientes de que seus conceitos básicos, sua linguagem e todo o seu modo de pensar eram inadequados para descrever fenômenos atômicos. Seus problemas não eram meramente intelectuais; remontavam ao significado de uma intensa crise emocional e, poderíamos dizer, até mesmo existencial. Foi preciso muito tempo para que superassem essa crise, no final, foram recompensados por profundos insights sobre a natureza da matéria e sua relação com a mente humana. Estou convicto de que, hoje, nossa sociedade como um todo encontra-se numa crise análoga. Podemos ler acerca de suas numerosas manifestações todos os dias nos jornais. Temos taxas elevadas de inflação e desemprego, temos uma crise energética, uma crise na assistência à saúde, poluição e outros desastres ambientais, uma onda crescente de violência e crimes, e assim por diante. A tese básica do presente livro é de que tudo isso são facetas diferentes de uma só crise, que é, essencialmente, uma crise de percepção. Tal como a crise da física na década de 20, ela deriva do fato de estarmos tentando aplicar os conceitos de uma visão de mundo obsoleta - a visão de mundo mecanicista da ciência cartesiana-newtoniana - a uma realidade que já não pode ser entendida em função desses conceitos. Vivemos hoje num mundo globalmente interligado, no qual os fenômenos biológicos, psicológicos, sociais e ambientais são todos interdependentes. Para descrever esse mundo apropriadamente, necessitamos de uma perspectiva ecológica que a visão de mundo cartesiana não nos oferece. Precisamos, pois, de um novo "paradigma" - uma nova visão da realidade, uma mudança fundamental em nossos pensamentos, percepções e valores" (p.13-14). Três ramos da "ciência oficial" influenciaram fortemente as concepções que temos da vida e do mundo que nos rodeia: a Matemática, a Física e a Biologia. Mas antes de chegar ao atual domínio do mundo atômico e subatômico o homem ocidental conheceu as experiências dos alquimistas, buscando o domínio da sensibilidade metafísica interna: desejava transformar chumbo em ouro. Segundo GUÉNON (1977): "O termo "Física" na sua acepção primeira e etimológica, não significa outra coisa que não seja "ciência da Natureza" sem nenhuma restrição; é então a ciência que se relaciona com as leis mais gerais do "devir", porque "natureza" e "devir" são, no fundo, sinônimos e era assim que o entendiam os gregos, nomeadamente Aristóteles; se existem ciências mais particulares referindo-se à mesma ordem, são apenas "especificações" da Física para este ou aquele domínio mais estreitamente determinado. Há, então, já qualquer coisa bastante significativo do desvio que os modernos fizeram sofrer a esta palavra "Física", utilizando-a para designar exclusivamente uma ciência particular entre outras ciências da Natureza" (1977,p.81). Em relação a metafísica assim analisa GUÉNON (1977): "tudo o que os filósofos modernos designam por este mesmo nome de Metafísica, quando admitem qualquer coisa que intitulam assim, não tem absolutamente nada de comum com a verdadeira Metafísica; são apenas construções racionais ou hipóteses imaginativas, portanto, concepções totalmente individuais, e de que a maior parte, aliás, diz respeito somente ao domínio "físico", quer dizer, à Natureza. Mesmo quando se encontra aí qualquer questão que poderia estar afetivamente ligada com a ordem metafísica, a maneira como é encarada e tratada redu-la ainda a ser apenas "pseudo-Metafísica" e, de resto, torna impossível qualquer solução real e válida; parece mesmo que, para os filósofos, se trataria de pôr "problemas", fossem eles artificiais e ilusórios, bem mais do que resolvê-los, o que é um dos aspectos da necessidade desordenada da pesquisa pela pesquisa, ou seja, da agitação mais vã na ordem mental, assim como na ordem corporal" (GUÉNON,1977,p.96). O homem moderno esqueceu-se dessa busca e desenvolveu sua inteligência num esforço para singrar "mares nunca dantes navegados", sem se dar conta de que os novos mundos estavam dentro do seu mesmo "velho mundo". Os mundos - o velho e o novo - estavam estruturados e organizados numa mesma unidade. A mente racional alcançou um poder imenso. Mas esta mesma inteligência não conseguiu alcançar a percepção de um enunciado aparentemente "inocente", pois como dizia Buda: a percepção da realidade muda a medida que mudamos a natureza do nosso desejo. Ela não consegue perceber esta associação para alguns, "absurda" e "desconexa". Por falta dos conhecimentos provenientes das ciências da "sutilização da sensibilidade" o homem moderno vive imerso numa percepção racional de tipo unidimensional. O mundo das inferências baseadas no discurso da razão sobre o real construiu um muro, encerrando o homem moderno no interior de um quarto do "palácio-consciência" isolado dos demais cômodos. Este homem tomou o "seu" cômodo pela totalidade do palácio. Uma vez percebendo sua situação de prisioneiro em seu próprio quarto o homem luta por encontrar a porta da saída. Mas não dispondo mais do mapa original, encontra dificuldade em construir novos mapas a partir da percepção obtida desde o interior do quarto onde se encontra confinado. A preocupação dos sábios da Antiguidade era descobrir a essência natural das coisas, que eles denominavam "physis". Não era aqui crucial distinguir entre coisas animadas e inanimadas. Alguns, como Tales de Mileto, tinham a convicção de que todas as coisas estavam prenhes de deuses. Outros, como Anaximandro, percebiam o universo como uma espécie de organismo mantido pelo pneuma, o sopro cósmico. E Heráclito de Éfeso acreditava que o mundo estava num processo de permanente devir. Aos poucos esta percepção da natureza do universo foi frontalmente questionada. A Escola Eleática, com Parmênides, argumenta que o princípio básico é único e invariável, e a mudança impossível, não passando de mera ilusão dos sentidos. Em desarmonia consigo mesmo, o homem necessita perceber na natureza externa uma referência de ordem. Daí surge a cosmologia. A ideia de átomo expressará uma reconciliação das ideias de Heráclito e Parmênides, segundo a qual o ser se manifestava através de certas substâncias invariáveis, cuja mistura e separação ocasionavam as mudanças no universo. Leucipo e Demócrito expressam finalmente a ideia do átomo como a menor porção indivisível da matéria. E a partir daí os gregos "definiram", ou melhor, foi definida pelos seus intérpretes, uma linha divisória entre matéria e espírito. É no interior desse quadro que Aristóteles elabora uma sistematização do conhecimento científico da Antiguidade, onde a investigação dos problemas relacionados à alma, isto é, ao desenvolvimento da sensibilidade metafísica, tem preponderância. Durante a Idade Média, o livre inquirir da razão sofre restrições. Mas o movimento Renascentista fez com que a mente racional fosse novamente ativada. Há um crescente interesse pela matemática, com a formulação de teorias científicas, baseadas na experiência e expressas em linguagem matemática. Vejamos o que diz BRENNAN (1990): "Á proporção que progride o nosso conhecimento, há sempre a descoberta de novos fenômenos, que muitas vezes não podem ser descritos pelas teorias em voga quando são explicados. Postulam-se teorias novas, mais amplas, baseadas geralmente no conhecimento anterior; elaboram-se novos experimentos e levam-se a efeito, até que se encontra a concordância entre a experimentação e a nova prova matemática. E as novas experiências são aceitas como leis físicas. O processo de encontrar novas maneiras de escrever fenômenos novos é sempre um processo que nos dilata as perspectivas, desafiando a nossa forma atual, limitada, de pensar sobre a natureza da realidade física. Em seguida, incorporamos as novas ideias à existência cotidiana e principiamos a ver-nos de maneira diferente" (p.42). Nesse movimento, nasce a ciência moderna, formalizando diversas teorias sob o dualismo espírito/matéria. Essa formulação fica realçada no século XVII pelos seguidores de René Descartes. A visão dualista, disseminada na ciência, serve de suporte para uma percepção da matéria como "morta" e totalmente separada do espírito. O mundo material é percebido como um amontoado de objetos que, interligados, constituiriam uma grande máquina. A visão determinística da natureza é comentada por BACHELARD (1968) da seguinte forma: "Há aí um curioso pensamento de dois tempos . O determinismo é contemporâneo da primeira informação. [...] Aí está ,segundo nós, um ponto muito importante; porque é a observação imediata, não é a reflexão nem a experimentação, que dá as primeiras formas psicológicas" (pp.95-96). Ainda no século XVII, Isaac Newton estabelece um conjunto de leis teóricas que iria servir de fundamento de nova linguagem de interpretação científica da natureza. A nova linguagem descrevia com êxito os movimentos dos planetas, das máquinas mecânicas e dos fluídos em movimento contínuo. O enorme sucesso do newtonianismo provoca uma mudança de percepção do mundo dos físicos. As leis de movimento de Newton sustentam ser o tempo e o espaço absolutos e possuírem todas as reações físicas uma causa também física. Essa visão mecanicista da realidade vai perdurar até os dias de hoje, apesar de ter sofrido fortes abalos no inicio deste século com o desenvolvimento da Mecânica Quântica. Os físicos contemporâneos perceberam que a linguagem newtoniana é imprecisa e deficiente para retratar a realidade dos mundos atômicos e subatômicos. Essa realidade transcendia a lógica clássica, e impunha-lhes uma reformulação de linguagem. A teoria quântica e a teoria da relatividade formaram a base dessa reformulação. A "ciência oficial" se permitia os primeiros passos na transcendência do cartesianismo, alçando vôo no campo da imaginação. Observemos o enunciado abstrato empregado por WOLF e TOBEN (1982): "O estado não-absoluto do tempo e do espaço foi substituído pela ideia de estado absoluto do espaço-tempo. Em outras palavras simples, o espaço e o tempo estão vinculados um ao outro e são intercambiáveis. No entanto, a conexão entre espaço e tempo não é evidente, a menos que você esteja lidando com grandes distâncias, intervalos de tempo muito curtos ou coisas que se movam com velocidades próximas à da luz. É no nível dessas escalas de grandeza que a relatividade torna sua presença reconhecível para nós. Por exemplo, descobrimos, examinando grandes distâncias, que nenhum objeto pode mover-se mais depressa que a luz (o envio de sinais de rádio à Voyager e a recepção desses sinais quando ela se se encontrava nas proximidades de Júpiter levaram cinquenta minutos na viagem de ida e oitenta minutos no percurso de ida e volta). Esse limite finito impôs um novo significado à comunicação e, portanto, àquilo que entendemos por coisas que acontecem ao mesmo tempo em qualquer lugar do universo. Esse novo significado de simultaneidade mostrou, por sua vez, que aquilo que entendemos por agora não é universal. Em outras palavras, o meu "agora" não é o seu "agora", a não ser que estejamos nos movendo à mesma velocidade e no mesmo sentido. Se não estivermos, nossos "agoras" não serão os mesmos. Nesse caso, relógios em movimento andam mais lentamente do que relógios parados, e réguas em movimento encurtam-se (isto é, apresentam-se escoraçadas) quando comparadas com réguas que não se movem. A discrepância no tempo entre os relógios "torna-se" uma distância espacial; mais exatamente, torna-se a distância percorrida pelo objeto durante o tempo medido pelo relógio parado. Da mesma forma, a discrepância no comprimento da régua móvel "transforma-se" num tempo, o tempo que levaria para se deslocar o comprimento da régua à velocidade da luz. Desse modo, o espaço-tempo torna-se absoluto, pois sempre será possível levar em conta essa discrepância, transformando o tempo apropiado em espaço ou o espaço em tempo. Na prática, esse procedimento contábil não é mais difícil que a troca de dólares por centavos e de centavos por dólares. A relatividade e o papel desempenhado pela velocidade da luz proporcionaram-nos o entendimento que o espaço e o tempo considerados separados separadamente eram, simplesmente, diferentes unidades de câmbio para o espaço-tempo. Esses intercâmbios fundamentais também ocorrem num campo gravitacional . Em outras palavras, o tique-taque dos relógios num forte campo gravitacional é mais lento que num campo fraco. De maneira semelhante, as distâncias são escorçadas (o espaço ao seu redor comprime-se à medida que você cai num buraco negro) segundo a direção em que atua um forte campo gravitacional, comparativamente à situação em que não há campo presente. Normalmente, não percebemos que nossos relógios diminuem suas marchas num campo gravitacional, mas os físicos Pound e Rebka perceberam, num experimento notável que fizeram na Universidade de Harvard. Eles conseguiram detectar a diferenca entre as marchas de dois "relógios atômicos", um deles colocado no porão e o outro num andar elevado de um edifício. O relógio no porão apresentava tique-taques mais lentos, pois estava sujeito a um campo gravitacional mais intenso (mais próximo do centro da terra) que o outro" (pp.142 e 143). O grito de "eureka" para a descoberta do "cômodo-imaginação" foi dado por Einstein quando ele afirmou: "A imaginação é mais importante do que o conhecimento" (apud CLARET,1986,p.102). O homem abre a porta do cômodo em que até então se confinava e penetra em outro cômodo do "palácio-consciência". Mas o conhecimento dos cômodos restantes vai exigir-lhes associar à imaginação a "sutilização da sensibilidade". Diante disso, os físicos da teoria quântica sentem dificuldade de comunicar o que estão percebendo. W. HEISENBERG (apud CAPRA,1983) assim comenta: "Os problemas da linguagem, aqui, são efetivamente sérios. Desejamos de alguma forma falar acerca da estrutura dos átomos... Mas não podemos falar sobre os átomos utilizando a linguagem usual" (p.42). Nos encontramos numa região de fronteira entre a a mente racional e a mente intuitiva ou abstrata. Chegamos a uma situação instável como resultante do esforço da "ciência oficial" para ultrapassar os limites impostos pelos dois grandes blocos de "concreto" dualistas que separavam uma mente da outra: o da "massa-energia" e o da "onda-partícula". O primeiro dualismo foi ultrapassado por Einstein, quando desenvolveu a teoria da Relatividade. O segundo dualismo foi ultrapassado pelos esforços de vários cientistas europeus na construção da teoria Quântica. Einstein nos mostrou que massa e energia eram interconvertíveis: a massa era apenas uma forma concentrada de energia. Bohr, Heisenberg e outros cientistas nos mostraram que onda e partícula não eram elementos opostos mas sim complementares, ou seja, que as partículas podiam ter um comportamento de campos de ondas da mesma forma que os campos de onda podiam se comportar como partículas. Em sua viagem racional ao interior do domínio da matéria, os físicos descobriram que o átomo não era o limite das descobertas, perceberam que além dele no interior do núcleo existia um oceano interminável de partículas, um espectro infinito de possibilidades. O que os físicos conseguiram em princípio perceber é que, à maneira das camadas de uma cebola, a matéria apresenta cinco níveis designados como: molecular, atômico, nuclear, hadrônico e dos quarks. Complementando essa visão dos físicos, temos que: "Os aspectos e níveis de organização da matéria devem ser alí entendidos com a exclusão dos processos, níveis e aspectos químicos e biológicos. Pode-se falar, como pertencentes ao conteúdo próprio da física, de quatro aspectos microscópicos básicos da matéria - subnuclear, nuclear, atômico e molecular - e quatro níveis de organização (estados) - gasoso , sólido, liquido, plasmático -, cujas propriedades gerais, leis de movimento e transformações são descritas através de quatro interações básicas: gravitacional, eletromagnética, interação forte e interação fraca (as duas ultimas atuantes predominante nos domínios nuclear e subnuclear)"(ENCICLOPÉDIA MIRADOR INTERNACIONAL, 1983,p.4662). O núcleo atômico é aproximadamente cem mil vezes menor do que átomo todo, contendo quase toda a massa deste. Isso levou os físicos a concluirem que a matéria dentro do núcleo deve ser extremamente densa. Rutherford havia "demonstrado que os átomos, em vez de serem sólidos e indestrutíveis , consistiam em vastas regiões de espaço nas quais se moviam partículas extremamente pequenas" (CAPRA,1983,p.57). Agora a teoria quântica tornava claro que até mesmo essas partículas nada tinham a ver com os objetos sólidos da Física Clássica. Aparentemente para um leigo não iniciado nas teorias da Física moderna, o vácuo é identificado com a ideia de um espaço vazio. No entanto os físicos descobrem ser ele constítuido de pares de partículas espontaneamente criados e aniquilados. O vácuo parece vazio porque a velocidade da criação e destruição de todos os "quantas" se processa em espaços muito pequenos, com intervalos de tempo muito curtos. Para a percepção dos físicos, eles estão longe de ser vazios, pois contém uma infinidade de partículas num processo de "nascimento e morte" ininterrupto. A medida que a pesquisa dos físicos avança nos níveis mais internos do domínio da matéria, torna-se patente a necessidade de que seja reformulada a percepção e a linguagem. Em cada nível um novo universo desconhecido se apresenta. Para cada avanço novos impasses se apresentam para a filosofia da ciência. Uma situação tensa e conflitiva em meio aos cientistas se tornava notória. Senhor, Eu sei que Tu me Sondas (música religiosa brasileira http://letras.mus.br/padre-marcelo-rossi/66350/ ). Bonita!!!!!!!!!!!!!!!!! Senhor, Eu sei que tu me sondas Sei também que me conheces Se me assento ou me levanto Conheces meus pensamentos Quer deitado ou quer andando Sabes todos os meus passos E antes que haja em mim palavras Sei que em tudo me conheces Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Deus, tu me cercaste em volta Tuas mãos em mim repousam Tal ciência, é grandiosa Não alcanço de tão alta Se eu subo até o céu Sei que ali também te encontro Se no abismo está minh'alma Sei que aí também me amas Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Senhor, eu sei que tu me amas (4 vezes) Refrão Sugiro que assistam seis vídeos na Internet: “Quem somos nós? (baseado na física quântica...ver link http://www.youtube.com/watch?v=WDXFRvbe2VY)”, “I AM” (Sobre Tom Shadyac) , “As Sete leis Espirituais do Sucesso – de Deepak Chopra”, “O Ponto de Mutação – baseado no livro de Fritjof Capra ”, “Conversando com Deus” – baseado no livro publicado por Neale Donald Walsch ... Conversando com Deus (título original em inglês: Conversations with God) é uma série de três livros publicada por Neale Donald Walsch, que afirma ter sido inspirado diretamente por Deus em seus escritos. Cada livro é escrito como um diálogo no qual Walsch faz perguntas e "Deus" as responde. Walsch afirma ainda que não se trata de canalizações, mas de inspirações divinas. Em 2006, um filme foi lançado sobre a história do autor e seus livros... Ver link http://pt.wikipedia.org/wiki/Conversando_com_Deus), “A Unidade das Religiões: O Amor Universal – no site da Organização Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Livros recomendados: “Mãos de Luz – de Barbara Ann Brennan, editora Pensamento”, “Medicina Vibracional – de Richard Gerber, editora Cultrix”, “Seu EU Sagrado – Dr. Wayne Dyer, Editora Nova Era”, “O Fluir do Amor Divino: Prema Vahini – Publicado por: Fundação Bhagavan Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Namastê! Prof. Bernardo Melgaço da Silva – pensador livre holístico-transcendental: filósofo (praticante), cientista e espiritualista – Professor Universitário Aposentado da URCA (Universidade Regional do Cariri –CE). e-mail: bernardomelga10@hotmail.com Facebook: Bernardo Melgaço da Silva/ Educação Para o Terceiro Milênio bernardomelgaco.blogspot.com Nota: Em 1992 e 1998 fiz dois trabalhos científicos: dissertação de mestrado e tese de doutorado respectivamente. E nesses dois trabalhos, que tem uma cópia de cada um na Universidade Federal do Rio de Janeiro (na biblioteca do Cento de Tecnologia –CT - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Brasil), procurei mostrar (“explicar cientificamente”) o Caminho do Amor Divino que fiz em 1988. E quem desejar uma cópia dos meus trabalhos científicos envie um e-mail (eu tenho eles no formato Word) para mim, pois terei o maior prazer do mundo de compartilhar minhas pesquisas acadêmicas na UFRJ/COPPE. Namastê...obrigado!

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