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porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar idéias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS ENTRE 1994 E 1998 (número 51... CAPITULO 7 .

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS ENTRE 1994 E 1998 (número 51... CAPITULO 7 ... A TRÍADE SABER-SER-SERVIR PARTE III TESE DE DOUTORADO..obs.: Prezados leitores quem quiser continuar acompanhar a série TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS E EXTRAORDINÁRIAS (O QUE É A GRANDE FRATERNIDADE BRANCA: UMA HIERARQUIA ESPIRITUAL CRIADA POR DEUS! – PARTE 1, 2, 3, ...”n”)....por favor visite o site no link http://bernardomelgaco.blogspot.com.br/ .ou o site Educação Para o Terceiro Milênio ver link... https://www.facebook.com/EducacaoParaOTerceiroMilenio Obrigado... Namastê! “Senhor, eu sei que Tu me Sondas...” “Conhece-te a ti mesmo” – Sócrates (ver link...carta encíclica ”fé e razão” do Papa João Paulo II.. http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_15101998_fides-et-ratio_po.html) “All you need is love” (Lennon/MaCartney) "o problema humano é o mesmo do problema divino quando se consegue responder um então conseguimos responder o outro" Bernardo Melgaço da Silva “O Humano e Deus são os dois lados da mesma moeda” Bernardo Melgaço da Silva “A busca da felicidade, é a mesma busca da verdadeira identidade de quem somos nós!” Bernardo Melgaço da Silva “O medo humano é decorrente da falta de fé em Deus. Assim, quando adquirimos a fé em Deus de forma inabalável junto com a fé vem também a coragem, a prudência e a humildade. Por isso, o problema humano se torna um problema divino: a fé pura incondicional de Deus.” Bernardo Melgaço da Silva “Eu Sou a Poderosa Presença Divina em Ação” HAJA LUZ/PONTE PARA A LIBERDADE "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertara"- João 8:32 INTRODUÇÃO “All you need is love” (Lennon/MaCartney) 7.1 A PRODUÇÃO DE SENSIBILIDADE E OS TRIELOS O caminho de evolução não é o da proposta de deixar de ser o que se já é. É muito mais, mas também não é o de confirmar ou negar o que se é. É muito mais, que também não é servir ao que já se serve. É muito mais e passa pelo trabalho de aperfeiçoamento contínuo de conquistar em si mesmo e, por isso mesmo, ganhar uma dimensão diferente e transcendente do conquistar para si. Enquanto o indivíduo manter a idéia da conquista para si, estará se afastando da responsabilidade do sacrifício da transcendência do “si” e em si mesmo. Foi bom que se falasse em sacrifício, agora, “porque, nessa fase de dinamização evolutiva na qual os seres humanos se encontram, a palavra sacrifício, que dá a ideia de podar, de cortar, deverá ser substituída por palavras como: esforço, busca, empenho. A palavra sacrifício, que para a mente instintiva tem essa acepção de obstáculo, é empregada indevidamente devido à pobreza de comunicação verbal do homem, levando a uma compreensão errônea quando se diz que “haverá sacrifícios para uma Caminhada Plena”. Não existem sacrifícios repressores na caminhada evolutiva; existe, apenas, conscientização, pois as mentes mais evoluídas sabem que não é um ato inteligente tolher-se nada. Quando se tolhe, se poda, do mesmo modo que o processo ocorre no vegetal, aquilo que foi podado ressurge com muito mais força. Deve-se usar a conscientização para se transformar a própria essência do que está necessitando de ser mudado e não tolher ou reprimir, pois, as mentes evoluídas sabem, também, que o que foi reprimido, amputado, cairá sobre a terra e servirá de adubo, sendo investido na ação de recompor a parte seccionada” (ANÔNIMO, idem, p.108). Quando as individualidades ganharem maior empenho, maior evolução, maior conteúdo, a sociedade transformar-se-á porque a evolução é um dever de todos que deverá refletir nas relações sociais entre todos. Nesse sentido, a exigência de um progresso social deve começar pela exigência de um progresso em cada um em si mesmo. A transformação, o belo milagre da evolução, não resultará de um sentido e comando de ordem de fora para dentro, mas de dentro para fora. A transformação social tão almejada não ocorrerá a partir de uma estratégia dos governantes, mas devido ao processo acumulativo de exigência evolutiva que cada um processará automaticamente em si mesmo, com reflexo na coletividade e em suas organizações, quando a autotransformação estiver em seu curso natural. Segundo a Declaração Universal dos Direitos do Homem, das Nações Unidas, ““todo indivíduo e todo órgão da sociedade” devem lutar pela promoção dos direitos e liberdades fundamentais a que fazem jus todos os seres humanos, sem distinção de raça, nacionalidade ou religião. Mas enquanto houver governos cuja autoridade se fundamente na coação e não no mandato popular, e enquanto houver grupos de interesse que busquem mais lucro a curto prazo que a paz e a prosperidade a longo prazo, então a ação internacional conjunta em prol dos direitos humanos será, na melhor das hipóteses, uma luta inacabada. Continuará havendo áreas onde as vítimas da opressão, para lutarem, terão de buscar em si mesmas os recursos necessários à defesa de seus direitos inalienáveis de membros da família humana. A revolução por excelência é a revolução do espírito, nascida da convicção de que é preciso mudar atitudes e valores mentais que moldam o desenvolvimento de uma nação. Revoluções que visem apenas a alterar políticas e instituições oficiais, com vistas a melhorar as condições materiais, têm pouca chance de verdadeiro sucesso. Sem a revolução do espírito, as forças geradoras dos defeitos da ordem antiga continuarão atuante em constante ameaça ao processo de reforma e regeneração. Não basta exigir liberdade, democracia e respeito aos direitos humanos. Tem de haver uma determinação unânime de perseverança na luta, de sacrifícios pelas verdades permanentes, de resistência às influências corrosivas da ambição, da má vontade, da ignorância e do medo. Já se disse que os santos são pecadores que não desistem de tentar. Pessoas livres, então, são aqueles oprimidos que não desistem de tentar, e que, tentando, tornam-se capazes de aceitar responsabilidades e lutar por doutrinas que mantêm livre uma sociedade. Dentre as liberdades fundamentais a que os homens aspiram destaca-se, como meio e como fim, a de viver de modo pleno, sem grilhões, viver livre de medo. Se quiser construir uma nação dotada de instituições democráticas firmes, que sirvam de proteção contra os poderes estatais, o povo deve primeiro aprender a libertar seu próprio espírito da apatia e o medo” (KYI, 1992, p.147). O princípio da criação consistiu na perda do equilíbrio, e todo propósito do universo é simplesmente voltar a conquistar o equilíbrio perdido. “E com apenas esse e único propósito surgem as civilizações, permanecem durante um tempo e retornam à sombra e ao esquecimento. Para alcançar esse estado de Verdade Suprema, esse estado de perfeito equilíbrio, quão nesciamente vê-se o homem obrigado a atuar! Enquanto mantém a idéia de progresso, é-lhe forçoso atuar. A ideia de crescimento e progresso é o cimento da civilização, a corda que mantém atadas suas partes; mas ainda a civilização tem um propósito. Por muito estranho que pareça, o propósito da civilização é retroceder à origem, fugir à universalidade aparente para voltar à inevitável unidade. Mas antes de alcançar semelhante estado, a civilização morre de morte violenta; é assassinada pelas verdades relativas ou aparentes, enquanto pugna por alcançar a Verdade real. Para que se compreenda melhor; o homem próximo da perfeição, e a civilização que já alcança sua máxima evolução, descobrem que o progresso, concebido como movimento contínuo, carece de sentido. É que ambos levam dentro de si a ideia da completa universalidade, da felicidade suprema, da paz imperturbável, do descanso absoluto. Um jogador de futebol que persegue a bola, só pode jogar enquanto mantém em sua mente a ideia do arco; se, de repente, descobrisse que o campo pelo qual corre carece de limites, se deteria de imediato; a verdade subjacente na mente do jogador de futebol manifesta-se sempre na idéia de levar a bola a seu destino, sua meta: o arco. Comumente consideramos a vida como sinônimo de ação mas, em realidade, significa um estado que transcendeu toda ação. Quando tenhamos renunciado a todos nossos desejos, cumprido todos nossos propósitos, quando sentirmos que toda manifestação é somente uma semi-verdade e que a Verdade é a existência mesma; quando surgirem em nossa mente as idéias de paz, de descanso, de equilíbrio, nosso modo de ser, nossa conduta para conosco mesmos, e com os demais, o modo de nos expressar, começarão a mudar. Do plano da existência relativa, do plano das verdades menores, iremos ascendendo às verdades mais altas; e o motivo real de todas nossas ações será o de realizar a Verdade tal qual é” (VIJOYANANDA, s.d., pp. 62-63). Urge que os indivíduos percebam que precisam dar passagem a um novo modo de saber pessoal e ético. A sociedade moderna está estagnada na última moda, no último paradigma, na última invenção, na última crença de onde viemos e como viemos. Faz-se necessário, adquirir uma nova ordem de princípios éticos transcendentais no sentido de proporcionar efetivamente um renascimento do ser e da sociedade em todos os campos de expressão. A era do esforço estressante prolongado deve ser transcendida para dar vazão a nova era do relaxamento, da meditação, da desconcentração, da paz interior incondicional, da energia revitalizante do corpo energético espiritual. Pois, o mundo atual agitado produtivo vem mostrando quanta desordem vem produzindo porque seus construtores ainda não se sensibilizaram para a urgência do caminho da vida contemplativa que efetivamente produz ordem e equilíbrio nos mundos psicológico e fisiológico. O estresse é um “desequilíbrio do organismo em resposta a influências ambientais. O estresse temporário é um aspecto essencial da vida, uma vez que a interação contínua entre o organismo e seu meio ambiente envolve, frequentemente, perdas temporárias de flexibilidade. Isso ocorre quando o indivíduo percebe uma súbita ameaça, ou quando tem que se adaptar a súbitas mudanças no meio ambiente, ou, ainda, quando ele está sendo fortemente estimulado de alguma outra forma. Essas fases transitórias de desequilíbrio são parte integrante do modo como os organismos saudáveis interagem com seu meio ambiente, mas o estresse prolongado ou crônico pode ser pernicioso e desempenha um papel significativo no curso de muitas doenças” (CAPRA, 1992, p.318). 7.4 A MATRIZ DO AMOR DIVINO: O EQUILÍBRIO TOTAL DO SER HUMANO A grande meta do homem é a conquista do equilíbrio através do domínio ou controle do corpo energético. “Ela se concretiza como conseqüência do domínio das funções psíquicas, acompanhada do cultivo das virtudes e dos sentimentos nobres. São as energias e substâncias, no mais alto grau volátil, que se agregam ao centro crístico através do corpo energético” (ANÔNIMO, 1988, p.183). Em cada ser humano existe uma matriz do Amor Divino. E essa matriz está situada no centro crístico ou búdico (ver figura no Anexo), que é na verdade o chakra cardíaco. A grande maioria dos indivíduos ignora o processo de ativação desse centro crístico. A inconsciência desse processo proporciona uma ausência total de referência da matriz Amorosa Divina no contexto do mundo moderno altamente veloz mas muito pouco equilibrado. No Sermão da Montanha Jesus Cristo se referiu a essa matriz de Amor Divino quando afirmou: “Não ajuntem para si tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem os destroem e onde ladrões os desenterram e roubam, mas ajuntem para si tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem destroem e onde ladrões não os desenterram nem roubam. Pois onde estiver o seu tesouro, lá também estará o seu coração” (apud DUNCAN, 1986, p.76). A importância da ativação dessa matriz amorosa (do “coração”) no contexto da vida social é imensa, não só pelo aspecto cultural e psicológico como também pela paz gerada, pela bem-aventurança alcançada e poder de cura que dela irradia para o corpo físico como também para o meio ambiente onde ela estiver ativamente inserida e presente. A medicina oficial, enquanto instituição, ainda não se deu conta da importância desse centro crístico no contexto das causas das doenças do corpo e da mente. Isso no entanto não impede que pesquisadores independentes busquem compreender as inter-relações das freqüências geradas pelos chakras (principalmente o chakra cardíaco) com os ritmos estressantes das glândulas e dos vários órgãos do corpo humano: quando o corpo ou a mente está estressada todo os elementos constituintes também estarão. Independentemente do fato de os vírus poderem iniciar fisicamente uma doença, “existem também vários fatores energéticos sutis que podem predispor determinados indivíduos a adquirirem uma doença imunológica quando expostos a esses patógenos. Nem todas as pessoas que entram em contato com os vírus ficam gravemente doentes. As pessoas dotadas de fortes defesas imunológicas têm a capacidade de eliminar os vírus de seus organismos ou de restringir seus efeitos aos sintomas de um ligeiro resfriado. Um importante fator energético que contribui para uma forte resposta imunológica é a existência de um saudável fluxo de energia sutil para o timo através do chakra cardíaco. Quando o fluxo de prana através do chakra cardíaco é bloqueado, em virtude de dificuldades por parte do indivíduo em manifestar amor a si mesmo e às outras pessoas, o fluxo de energia vital para o timo diminui. Às vezes isso pode manifestar-se na forma de uma doença no próprio timo. No caso da miastenia grave, uma doença auto-imunológica causada por anticorpos produzidos contra a junção neuromuscular (provocando, assim, fraqueza muscular generalizada), há um aumento na incidência de timona, um tipo de tumor maligno do timo. O comprometimento da função do timo (em decorrência de bloqueios no chakra cardíaco) também pode resultar numa maior suscetibilidade a infecções graves de toda espécie. Certos tipos de linfócitos-T atuam especificamente na remoção de vírus do corpo. É provável que essas células sejam influenciadas a distância não só por fatores hormonais produzidos pelos linfócitos (as chamadas linfoquinas) mas também por hormônios imuno-regulatórios (tais como as timosinas) secretados pelo timo. É possível que em determinados indivíduos um bloqueio no chakra cardíaco possa criar uma predisposição energética para o desenvolvimento de doenças de base imunológica relacionadas com um vírus específico. As infecções viróticas talvez desempenhem apenas um papel secundário, ainda que importante, no desenvolvimento dessas doenças auto-imunológicas e de outras doenças relacionadas com problemas no sistema imunológico. A predisposição para a doença parece estar relacionada com determinados desequilíbrios emocionais concernentes à natureza do amor e ao chakra cardíaco. Os bloqueios no chakra cardíaco podem ser produzidos por uma incapacidade do indivíduo para manifestar amor; todavia ainda mais importante é o fato de que a disfunção muitas vezes resulta de uma falta de interesse do indivíduo pela própria felicidade. A capacidade de o indivíduo amar a si mesmo é muito mais importante do que muitos psicólogos imaginam. Em virtude das anormalidades produzidas ao longo do eixo chakra cardíaco/timo, a persistência de auto-imagens negativas e a perda do senso do próprio valor provocam mais danos fisiológicos do que atualmente se admite” (GERBER, 1994, p.313). Existe um elemento-chave “no vínculo entre o estresse e a doença que ainda não é conhecido em todos os seus detalhes, mas que foi verificado por numerosos estudos: é o fato de que o estresse prolongado anula o sistema imunológico do corpo e suas defesas naturais contra infecções e outras doenças. O pleno reconhecimento desse fato ocasionará uma importante mudança na pesquisa médica, fazendo com que ela deixe de lado a preocupação com microrganismos e passe a estudar cuidadosamente o organismo hospedeiro e seu meio ambiente. Tal mudança é vital em nossos dias, visto que as doenças crônicas e degenerativas - que são características do nosso tempo e constituem causas principais de morte e incapacidade - estão intimamente relacionadas com o estresse excessivo” (CAPRA, 1992, p.319). Todo fator capaz de romper com nossa paz ou equilíbrio, “seja ele parte do meio-ambiente ou de nós próprios, é chamado de estressor. Diante de um estressor, nosso corpo dispara uma série de processos fisiológicos que denominamos genericamente de estresse. Desta forma, o estresse é uma reação normal do organismo a qualquer insatisfação, desconforto ou ameaça. Sabe-se que um certo nível de estresse é realmente necessário ao aprendizado e ao desempenho apropriado de nossas funções na sociedade. Porém, um problema surge quando esta reação fisiológica passa a ser uma constante em nossa vida. Basicamente, a resposta do seu coro [sic] a um estressor é desviar energia de processos fisiológicos desnecessários naquele instante para outros processos fundamentais à luta ou à fuga. Sendo assim, a fabricação de elementos energéticos e proteínas é interrompida e seus estoques são rapidamente utilizados. O batimento cardíaco e a pressão arterial aumentam para possibilitar o maior envio de oxigênio e glicose para os músculos, a digestão e os processos de excreção são interrompidos, pois consomem energia indispensável para a fuga ou luta naquele instante. O metabolismo do crescimento de tecidos, de ossos e também a atividade do sistema imunológico são reduzidos momentaneamente e suas energias dirigidas aos músculos. A pupila se dilata para possibilitar melhor visão e o cérebro torna-se mais atento com o objetivo de tomar decisões rápidas seguidas de movimentos acelerados. Este enorme esforço fisiológico só deve ser mantido por pouco tempo ou, do contrário, todas as energias orgânicas são esvaziadas. Surgem como conseqüência a fadiga, as doenças cardíacas, a hipertensão arterial, as úlceras e colite, a osteoporose, a fragilidade a viroses e infecções, a insônia e o envelhecimento acelerado do cérebro. Muito já se sabe sobre a reação do corpo ao estresse agudo. Os vários estressores, existentes no meio-ambiente ou dentro de nosso próprio corpo, chegam por diferentes caminhos a uma região do cérebro chamada de Locus Ceruleus (LC). O LC, uma vez estimulado, descarrega através de suas conexões, grande quantidade de uma substância chamada de Norepirefrina (NE); que mantém um estado de alerta em todo o cérebro. Uma das áreas estimulada é o hipotálamo que libera um hormônio chamado CRF, que estimula a glândula pituitária. Esta glândula excita as supra-renais que secretam outros hormônios chamados glucocorticóides responsáveis pelo aumento da produção de energia do organismo. Além disto, o hipotálamo também estimula o sistema nervoso autônomo que promove inúmeras modificações nas vísceras e glândulas de forma a preparar o corpo para reagir ao estresse. Pouco se sabe, porém, sobre como o estresse se cronifica. Como um indivíduo apresenta uma reação de estresse mesmo sem a presença de um estressor ou de uma ameaça? ...1 Os resultados completos da pesquisa serão publicados na revista científica inglesa Philosophical Transactions of the Royal Society of London.” (ALFREDO VIDAL, 16/10/1996). O ser humano sempre esteve diante do dilema inerente às manifestações das Duas Forças Antagônicas que empurraram o ser ora para a atividade (agitação ou guerra) e ora para ociosidade (calmaria ou paz). Esses dois estados são consequências dos dois princípios ativo e passivo intrínsecos a essas duas Forças. Por isso em várias épocas o indivíduo se questionou quanto a sua decisão de atuação no mundo: ação ou contemplação? A ação no mundo espiritual era na verdade uma não-contemplação do mundo material. E uma contemplação no mundo espiritual era uma não-ação no mundo material. A questão era e é ainda a impossibilidade de se agir em dois “mundos” ao mesmo tempo, ou seja, a ação num mundo implica numa ausência de ação (não-ação) no outro. É impossível “para um homem montar em dois cavalos ou estirar dois arcos. Um servo não pode servir a dois senhores; pois honraria a um e trataria o outro com desprezo" (Jesus Cristo, apud DUNCAN, 1986, p.178). A vida de solidão e de contemplação, “vida na qual homens escutam mais atentamente a palavra de Deus, mergulham na meditação da Bíblia, cantam louvor de Deus na liturgia e dedicam-se ao trabalho, ao estudo e à oração silenciosa, não é uma vida afastada da realidade contemporânea. O contemplativo não está tampouco livre dos problemas e das dificuldades do homem contemporâneo. A vida de contemplação cristã não é uma vida de concentração voluntária sobre algumas ideias claras e reconfortantes, mas uma vida de luta interior na qual o monge, como o próprio Cristo no deserto, é posto à prova. Num certo sentido o monge, a sós com Deus, totalmente consciente de sua própria pobreza, falibilidade e cegueira, sofre a mesma provação da fé que os outros cristãos, e ele a sofre de um modo mais agudo e penetrante. Pode-se dizer que muitas vezes o contemplativo é antes um profissional da crise e do sofrimento intelectual do que um “profissional da visão”. O que ele aprende não é um conceito mais claro de Deus e sim uma confiança mais profunda, um amor mais puro e um abandono mais completo. Àquele (sic) que ele sabe situa-se para além de toda compreensão. No entanto no seu silêncio, na sua vida simples e na paz do claustro, o contemplativo tem certamente acesso a valores que a vida moderna tende cada vez mais a esquecer, a subestimar ou a ignorar. Ele deseja compartilhar a experiência destes valores com outros homens que estão cansados da pressão, da confusão e da agitação da vida moderna. Ele reconhece o seu dever para com o homem, seu irmão: o dever de preservar-lhe uma área que é a mais ameaçada na existência turbulenta de um mundo em crise de crescimento e de transformação”(MERTON, 1975, p.164). A questão é: como ouvir-ver o Criador e ouvir-ver o mundo ao mesmo tempo? Ou como responder ao ato da fé e ao ato da razão ao mesmo tempo? Ou também como sobreviver e transcender ontologicamente ao mesmo tempo? Ou ainda como ganhar a vida material e ganhar a vida espiritual ao mesmo tempo? Com certeza a resposta não é racional. É uma decisão pessoal de avançar se apoiando nos próprios recursos dos valores internos que a natureza concebe a cada um utilizar: Jesus chamava esses recursos de “talento” (que na época de Jesus era também o nome de dinheiro, ou seja, valor) em suas parábolas. A matriz amorosa do chakra cardíaco (“o coração”) é a base na qual o “talento” deve se expressar possibilitando o ser a responder definitivamente por sua própria realização espiritual. E essa matriz do Amor depende do desenvolvimento da sensibilidade humana não apenas e unicamente para si mesma, mas essencialmente em si mesma impactando no todo que se inter-relaciona. A ação de fazer para si mesmo se basta e é suficiente para o equilíbrio ontológico? Não! Isto porque o potencial de realização ontológica que se estabelece entre o ser humano e o ser divino é infinito. A ação psicológica-utilitária é limitada pela natureza da evolução da sua própria ação finita e circunstancial. Somente uma ação ontológica-existencial do ser em si mesmo pode operar o milagre do equilíbrio duradouro e espiritual do ser. Nesse sentido, qualquer ação além do impacto que carrega em si reforça a cadeia de serviços a qual pertence determinando um modo de servir-existir nos contextos pessoal e coletivo. 7.5 O SERVIÇO OBEDIENTE CONSCIENTE E O DHARMA ORIENTAL Muito se faz necessário realizar em nosso benefício íntimo e isto concluímos pelas nossas observações, “compreendendo-se que este benefício se refere à nossa expressão moral [ética], ao que somos verdadeiramente e não ao que aparentemente nos apresentamos na vida. Compreendemos assim a existência de uma dualidade [polaridade ontológica], de dois aspectos que estão em ação conjunta na vida, sendo que um está em evidência e o outro oculto. No entanto, este aspecto em evidência que é o humano, o corpo dotado de vida e de inteligência artificial, não é o homem real, o verdadeiro, o homem eterno, o homem infinito, o homem duradouro, porque exatamente este homem constantemente está se modificando e cada dia que passa tende a se tornar mais incapacitado para se manter e se equilibrar. Este homem que supomos verdadeiro é um homem ilusório, artificial, que tende a neutralizar-se e que no entanto, quanto em evidência na vida, quando ainda forte e dinâmico, muito faz e muito realiza. Mas perguntamos nós ao leitor: faz para quem? Para si mesmo? Digamos que sim e veremos que este trabalho é improfícuo e de pouca significação de valia, pois apenas exerce uma ação sobre o próprio humano numa faixa relativamente curta e acanhada. Digamos ainda que seja benéfico à humanidade; mesmo assim é um trabalho que não se perpetuará. Muito devemos fazer em nosso benefício, mas quando dizemos “nosso benefício” estamos nos referindo ao que somos em essência divina, ao que somos na realidade, ao que somos independente da forma, da presença e da estrutura humana porque o Ser é eterno, não se apaga e não tende, como o humano, a se neutralizar, a se destruir, a se apagar. O que somos em realidade permanente não é a nossa presença humana na vida, mas que temos temporariamente um corpo que nos permite fazer presença a um meio onde todos os elementos são de substância semelhante a este corpo. Sem ele a nossa presença não teria significação ou possibilidade de identificação com o meio. A realidade humana é aparente e transitória mas não deixa de ser útil e benéfica, necessária e oportuna; contudo, não nos devemos iludir a ponto de nos supormos apenas humano e fora do humano nada mais existir. Há diferença em realizarmos um trabalho de curto aproveitamento e um trabalho que temos a certeza de ser para sempre. Muita diferença há em construirmos para nós, sabendo que amanhã este nosso labor já não tem sentido de valia porque temos inevitavelmente de abandoná-lo e fazermos um outro trabalho que é para sempre nos beneficiar e servir. É o que acontece entre o trabalho humano nas expressões da vida e o trabalho moral, íntimo, de formação da nossa estrutura moral [ética]. Este trabalho de formação moral [ética] não é um trabalho egoísta, individualizado, mas sim um trabalho que se irradia, que se difunde, que se amplia e tende a beneficiar a toda a humanidade porque o trabalho que afeta as decisões do Ser porque é um trabalho que tende a modificar as expressões no meio e na vida as decisões e os propósitos” (OSIAS, s.d., pp.48-49). Quando “Sanãtana Gosvãmi perguntou a ‘Sri Caitanya Mahãprabhu sobre o svarupa de todo ser vivo, o Senhor replicou que o svarupa ou a posição constitucional do ser vivo, é prestar serviço à Suprema Personalidade de Deus. Se analisarmos esta afirmação do Senhor Caitanya, poderemos ver facilmente que todo ser vivo está constantemente ocupado em prestar serviço a outro ser vivo. Um ser vivo serve a outros seres vivos em suas capacidades. Fazendo assim, a entidade viva goza a vida. Os animais inferiores servem aos seres humanos como os servos servem ao seu senhor. A serve ao mestre B, B serve ao mestre C e C serve ao mestre D, e assim por diante. Sob estas circunstâncias, podemos ver que um amigo serve a outro amigo, a mãe serve ao filho, a esposa serve ao marido, o marido serve à esposa e assim por diante. Se continuarmos pesquisando dentro deste espírito, veremos que não há nenhuma exceção na sociedade de seres vivos para a atividade de servir. De modo que os eleitores dão seus votos valiosos ao político, pensando que este vai prestar valioso serviços à sociedade. O lojista serve ao freguês e o artesão serve ao capitalista. O capitalista serve à família e a família serve ao Estado nos termos da eterna posição do ser vivo eterno. Desse modo, podemos ver que nenhum ser vivo está livre de prestar serviço a outros seres vivos, e por isso podemos concluir com segurança que o serviço é o companheiro constante do ser vivo e que prestar serviço é a religião eterna do ser vivo. Contudo, o homem professa pertencer a um tipo particular de fé em relação a um tempo e circunstância particulares; e assim proclama que é um hindu, muçulmano, cristão, budista ou de qualquer outra seita. Estas designações são não-sanãtana-dharma. Um hindu pode mudar sua fé e converter-se em muçulmano, ou um muçulmano pode mudar sua fé para converter-se em hindu, ou um cristão pode mudar sua fé e assim por diante. Mas em todas as circunstâncias a mudança de fé religiosa não afeta a ocupação eterna de prestar serviço a outros. Em todas as circunstâncias o hindu, o muçulmano ou o cristão são servos de alguém. De modo que professar um tipo de seita particular é não professar o snãtana-dharma. O sanãtana-dharma é prestar serviço” (PRABHUPADA, 1986, p.XXIX). Na tradição oriental sagrada hindu o ato de servir implica numa ação que transcende os planos biológico (mecânico) e psicológico (moral). E a essência dessa ação nobre de servir é conhecida como “Dharma”. Em Sânscrito, dharma é uma palavra com muitos significados. “Aqui, ela se refere a um sentido de harmonia, à satisfação vinda de ações altruístas como compartilhar ou ajudar outras pessoas. A busca do dharma é diferente da de artha e kama, porque você normalmente não ajuda outros para obter segurança ou prazer. Quando você encontra alguém precisando de ajuda e você pode aliviar seu desconforto, você se sente feliz. A alegria que você experimenta não é igual ao prazer que você experimenta indo ao Havaí ou a um concerto. Um médico, que não trabalha apenas por ganhos financeiros, experimenta este tipo de prazer. Fazer trabalho de caridade tem um resultado similar. Aqueles que estão aptos a descobrir alegria neste tipo de serviço fazem isso, eu diria, por causa de uma certa maturidade e entendimento da parte deles. A satisfação que advém do processo de amadurecimento de alguém é um tipo diferente de alegria. Não machucar alguém ou fazer a coisa certa no momento certo, por exemplo, dá a você alegria - se não agora, depois. Suponha que você tenha adiado fazer alguma coisa como lavar roupas, passar o aspirador ou escrever uma carta. No dia em que você decide fazer isso - e faz isso - você descobre que há uma alegria em finalmente fazer o que devia ser feito, uma alegria que não é prazer nem segurança. É apenas fazer o que é para ser feito, isto é dharma. Dharma é a medida de sua maturidade, quanto mais maduro você é, mais dharmico você é. Para ser maduro, um entendimento do dharma e estar conforme com ele torna-se da maior importância na vida de alguém, como veremos através da Bhagavadgita. Então, sem ferir o dharma, fazendo o que é para ser feito você busca segurança e prazer” (DAYANANDA SARASTI, DEZ.1996, pp.1-2). Uma outra característica implícita no ato de servir é a obediência. Quem serve deve ser obediente não necessariamente a quem vai servir mas a quem ordena, ou seja, a quem está numa posição hierárquica tal que possa transmitir uma ordem. A obediência pode ser portanto dirigida a um senhor profano quanto a um senhor sagrado. A obediência liga o senhor ao seu servo e estabelece uma ponte entre a fé e a obra sagrada ou entre a crença e a construção profana. Quando a obediência se dá entre a ação humana e a vontade divina ocorre o renascimento do ser: a vitória da Sensibilidade do Espírito sobre a ignorância da matéria. Em diversas tradições religiosas e culturais têm-se a relação entre quem obedece e quem se faz obedecer. No trabalho artesão podemos constatar a relação de obediência e aprendizado entre o mestre e o aprendiz. Na tradição sagrada hindu tem-se a relação entre Krsna e Arjuna descrita no Bhagavad-Gitã. No trabalho moderno tem-se a relação entre o patrão/chefe e o operário. Nos evangelhos encontramos referências da relação de Jesus Cristo com Deus-Pai: “Nada posso fazer por minha própria autoridade; conforme ouço eu julgo; e meu julgamento é justo. Pois busco não a minha vontade mas a vontade daquele que me enviou” (apud DUNCAN, 1986, p.130). A obediência está portanto associada a uma intenção dada de quem parte a ordem. E essa intencionalidade carrega sempre valores embutidos que dependendo da sua natureza enriquece ou empobrece o espaço da experiência humana. Nesse sentido, a natureza humana é escrava ou livre dependendo da sua própria condição de estar preparada para servir. E quanto mais desapegada dos valores materiais/morais/imorais mais livre e mais próxima ela estará do senhor da liberdade. E no sentido inverso, ou seja, quanto mais apegada a estes valores mais escrava e mais próxima do senhor da escravidão. A vocação é exercida com sucesso quando o aprendiz toma consciência que o mestre é aquele que mais aprende a aprender em si mesmo, ou seja, é aquele que sabe que a escravidão e a liberdade estão no - paradoxo! - ato de obedecer sabendo desobedecer (transcender) sem ontologicamente se desviar das leis que regem o estado do Amor matriz. Pois, o Amor é a principal referência luminosa da sabedoria do agir e do obedecer. Assim, a obediência “é parte integrante do espaço vocacional e abre caminho para o crescimento pessoal de todos que exercem sua vocação. Ela, a obediência, quando exercida ensina a cada pessoa o valor do desapego, a capacidade de se relacionar com toda a obra da Creação sem desejos de posse e de poder, sobre os outros e sobre si próprio. É adentrar no reino da liberdade interior e reconhecer que a interferência que o trabalho humano provoca na natureza (apesar dos enormes desastres ecológicos que o modo de produção moderno já provocou) é ínfima comparada ao milagre da Creação. É aprender um distanciamento amoroso das coisas e pessoas, ligando-se a elas através do amor, única maneira da pessoa, dentro de sua imperfeição e finitude, um relacionamento mais real com o mundo profano. Um relacionamento carregado de simpatia, de entrelaçamento. Um relacionamento desapegado” (SIMONI, 1996, p.49). A vida humana pode então ser caracterizada por dois tipos de livre-arbítrio. O primeiro que se apoia na obediência insensível (cega). E o segundo que se apoia na obediência sensível (não-cega) às energias sutis dos trielos-chakras superiores. Hoje, pode-se perceber que uma multidão de indivíduos se enquadra no primeiro modo. Raros são aqueles que se enquadram no segundo modo. “Existe um caminho que parece correto, mas nos leva à morte”, como diz a Bíblia Sagrada. Esse caminho com certeza é o da obediência cega. Toda obediência sensível deve ser feita com visão e fé nas leis ou princípios sagrados de Deus no interior do ser humano. Bem-aventurado “o homem que achou a sabedoria, e que está rico de prudência. Melhor é a sua aquisição do que o tráfico da prata, e seus frutos melhores do que o ouro mais fino, e mais depurado. Mais preciosa é que todas as riquezas: e tudo o mais que se deseja não se pode comparar com ela. Na sua direita está a loucura de dias, e as riquezas, e a glória na sua esquerda. Os seus caminhos são caminhos formosos, e de paz todas as suas veredas. É árvore da vida para aqueles que lançarem mão dela: e bem-aventurado o que não largar. O Senhor fundou a terra pela sabedoria, estabeleceu os céus pela prudência. Pela sua sabedoria é que os abismos se romperam, e as nuvens se condensam em orvalho. Meu filho, não te escapem estas coisas de diante dos teus olhos: Guarda a lei, e o conselho: e terá vida a tua alma, e engraçado adorno a tua garganta. Então andarás tu com confiança pelo teu caminho, e o teu pé não tropeçará. Se dormires, não temerás: descansarás, e o teu sono será tranquilo. Não te assustes do repentino pavor, nem das poderosas arremetidas, com que os ímpios te acometam. Porque o Senhor estará ao teu lado, e ele guardará o teu pé para não seres apanhado no laço” (Bíblia Sagrada, Provérbio, 1979, p.509). Senhor, Eu sei que Tu me Sondas (música religiosa brasileira http://letras.mus.br/padre-marcelo-rossi/66350/ ). Bonita!!!!!!!!!!!!!!!!! Senhor, Eu sei que tu me sondas Sei também que me conheces Se me assento ou me levanto Conheces meus pensamentos Quer deitado ou quer andando Sabes todos os meus passos E antes que haja em mim palavras Sei que em tudo me conheces Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Deus, tu me cercaste em volta Tuas mãos em mim repousam Tal ciência, é grandiosa Não alcanço de tão alta Se eu subo até o céu Sei que ali também te encontro Se no abismo está minh'alma Sei que aí também me amas Senhor, eu sei que tu me sondas (4 vezes) Refrão Senhor, eu sei que tu me amas (4 vezes) Refrão Sugiro que assistam seis vídeos na Internet: “Quem somos nós? (baseado na física quântica...ver link http://www.youtube.com/watch?v=WDXFRvbe2VY)”, “I AM” (Sobre Tom Shadyac) , “As Sete leis Espirituais do Sucesso – de Deepak Chopra”, “O Ponto de Mutação – baseado no livro de Fritjof Capra ”, “Conversando com Deus” – baseado no livro publicado por Neale Donald Walsch ... Conversando com Deus (título original em inglês: Conversations with God) é uma série de três livros publicada por Neale Donald Walsch, que afirma ter sido inspirado diretamente por Deus em seus escritos. Cada livro é escrito como um diálogo no qual Walsch faz perguntas e "Deus" as responde. Walsch afirma ainda que não se trata de canalizações, mas de inspirações divinas. Em 2006, um filme foi lançado sobre a história do autor e seus livros... Ver link http://pt.wikipedia.org/wiki/Conversando_com_Deus), “A Unidade das Religiões: O Amor Universal – no site da Organização Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Livros recomendados: “Mãos de Luz – de Barbara Ann Brennan, editora Pensamento”, “Medicina Vibracional – de Richard Gerber, editora Cultrix”, “Seu EU Sagrado – Dr. Wayne Dyer, Editora Nova Era”, “O Fluir do Amor Divino: Prema Vahini – Publicado por: Fundação Bhagavan Sri Sathya Sai Baba do Brasil”. Namastê! Prof. Bernardo Melgaço da Silva – pensador livre holístico-transcendental: filósofo (praticante), cientista e espiritualista – Professor Universitário Aposentado da URCA (Universidade Regional do Cariri –CE). e-mail: bernardomelgaco@gmail.com Facebook: Bernardo Melgaço da Silva/página Educação Para o Terceiro Milênio bernardomelgaco.blogspot.com Nota: Em 1992 e 1998 fiz dois trabalhos científicos: dissertação de mestrado e tese de doutorado respectivamente. E nesses dois trabalhos, que tem uma cópia de cada um na Universidade Federal do Rio de Janeiro (na biblioteca do Cento de Tecnologia –CT - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Brasil), procurei mostrar (“explicar cientificamente”) o Caminho do Amor Divino que fiz em 1988. E quem desejar uma cópia dos meus trabalhos científicos envie um e-mail (eu tenho eles no formato Word) para mim, pois terei o maior prazer do mundo de compartilhar minhas pesquisas acadêmicas na UFRJ/COPPE. Namastê...obrigado!

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