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porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar idéias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein

sexta-feira, 11 de junho de 2010

I ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES, GESTORES E EXCLUÍDOS DA PRODUÇÃO SOCIAL

I ENEGEP'S

(Chamada do I Encontro (ENEGEPS – idealizado por mim e pelo Prof. Miguel de Simoni) que não ocorreu na UFRJ EM 1999)

O objetivo do encontro é proporcionar um espaço de reflexão de forma que as pessoas compartilhem suas visões de mundo e apresentem suas histórias, suas afinidades, suas descobertas ou seus trabalhos acerca do processo inevitável de crescente exclusão social que está em curso atualmente nas sociedades modernas. Os modos de organização do trabalho e os mecanismos de distribuição de renda sustentados por uma base moral ("ética") corporativista e concentradora de capital, estão produzindo um espaço social desequilibrado tendo como conseqüência a formação de verdadeiros feudos neoliberais e "neotecno-ideo-lógicos" interligados em rede. Em outras palavras, os paradigmas vigentes baseados nas inovações tecnológicas recentes, principalmente aqueles engendrados pela micro-eletrônica e informática, associados a uma ideologia competitiva, tecnológica e, portanto, eficiente e produtivamente modernizadora são co-responsáveis por uma alienação de valores éticos. Tal alienação tem como efeito a desintegração dos elos afetivos das relações solidárias-cooperativas e das estruturas conservadoras tradicionais onde o homem outrora podia recorrer para se reencontrar, enquanto pessoa livre, descobrindo-se como parte de uma história a-temporal num processo amplo de evolução holística espiritual.

Assim sendo, esse encontro é uma primeira tentativa de reunir pessoas que de alguma forma já perceberam ou vêm percebendo o inevitável processo de exclusão e exploração das camadas sociais menos favorecidas. E essa exclusão não é uma simples negação a uma conquista de bens materiais, mas principalmente a uma exclusão e perda do direito de optar por um modo de viver digno em contato com a terra e com a cultura ética espiritual preferida. Em outras palavras, a exclusão social em curso não se dá apenas no plano material utilitário, mas também e principalmente na negação do plano religioso e ideológico da liberdade de escolha de um caminho ético de valores transcendentais. Isto implica dizer que a ideologia do Estado Livre e/ou do Livre Mercado vem se afirmando em cima de um processo dominante "democrático", antropofágico, secular, inibidor e destruidor das potencialidades sensíveis da natureza humana. E o controle do fluxo de capital é o instrumento de governo desse processo dominante.

Resumindo, a Lei Fundamental e sensível do Amor vem sendo substituída pela lei calculista e utilitária da Razão. As conseqüências dessa histórica mudança de paradigma existencial podem ser constatadas tanto pelos relatórios anuais da ONU quanto pela observação direta da realidade: as guerras, os sem-teto, os sem-terra, os sem-emprego, e as desigualdades do poder político sócio-econômico onde os ricos estão cada vez mais ricos e mais insensíveis, e os pobres cada vez mais pobres, mais ignorantes (funcionalmente), mais escravos, mais descartáveis e, portanto, mais doentes (p.ex.: África e o Nordeste brasileiro), menos senhores de si e inevitavelmente mais infelizes em si.

"Mais de dois terços da humanidade são escravos da fome, da falta de saúde, do analfabetismo, da ausência de perspectiva e de esperança...O terço restante é escravo do egoísmo e do medo" (DOM HÉLDER CÂMARA - O Deserto é Fértil, 13a ed., Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1985, pp.111).

Dias: 1 e 2 de Novembro de 1999

Local: COPPE/UFRJ - Centro de Tecnologia -Sala G-207 e G-122

Horário: Manhã-Tarde

INFORMAÇÕES: Tel.: 590-4144

E-mail: analuiza@webconer.com.br

ama-epro@pep.ufrj.br

heloborgesqg@starmedia.com

Bernardo Melgaço da Silva

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