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porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar idéias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein

sábado, 17 de outubro de 2009

Diagnóstico da Obesidade

Diagnóstico da Obesidade
Veja a diferença entre sobrepeso e obesidade
(http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/1556-Diagnostico-da-Obesidade.htm)
Por Minha Vida
Diagnóstico
O diagnóstico da obesidade se dá pelo cálculo do IMC (calcule o seu gratuitamente) e pelo índice abdômen/quadril. Os valores estão passando por uma revisão e variam conforme a etnia, mas nas mulheres esse número não deve passar de 88 centímetros e, nos homens, de 102. Acima disso indicam a presença de obesidade central -- também chamada de abdominal ou visceral. Este depósito de gordura é particularmente nocivo para o coração pois essas células gordurosas são justamente as primeiras aserem quebradas para manter o metabolismo corporal. E dessa reação sobram moléculas que desencadeiam um aumento das gorduras na corrente sangüínea.


Causas
A obesidade é uma doença complexa. Não existe uma única causa ou cura. Você ganha peso quando você ingere mais calorias do que queima. Mas a obesidade é influenciada por muitos outros fatores como: histórico familiar, o tipo de trabalho que faz, a raça e o ambiente.

Comer demais é muito fácil nos dias de hoje. As porções de fast-food e restaurantes são muito grandes, ao ponto que uma refeição é capaz de lhe dar calorias suficientes para o dia inteiro. A comida

também é um foco de atividades sociais. Unir familiares e amigos sempre está relacionado a comidas. E comer também pode ser acolhedor quando você está estressado ou deprimido.

Além disso, as pessoas estão menos ativas. Algumas pessoas odeiam fazer exercícios e outras simplesmente não têm tempo. Muitos aparelhos que usamos também reduzem a atividade diária: elevador, controle remoto, carro, etc. Mesmo pequenas mudanças, como passear com o cachorro, podem fazer diferença. Andar com o cachorro por meia hora queima 125 calorias. Lavar o carro, 300 calorias. Outras coisas que podem afetar seu peso são o histórico familiar e a genética. Se um dos seus pais é obeso, você tem três vezes mais tendência a se tornar obeso do que pessoas com pais no peso certo. Os hábitos alimentares de sua família e de seus amigos também podem influenciar no seu peso. Outras coisas também podem ajudar no ganho de peso:

Baixa auto-estima: estar acima do peso pode baixar sua auto-estima e levar você a comer como um jeito de se sentir mais confortável. Falhar várias vezes com as dietas também pode trazer problemas, tornando mais difícil perder peso
Preocupações emocionais: estresse, ansiedade ou doenças como a depressão ou a síndrome do pânico levam as pessoas a comer mais. Alguns comem para se acalmar, para evitar lidar com o problema ou para amortecer emoções negativas
Trauma: eventos traumáticos, como abuso sexual, físico ou emocional; a perda de um ente da família ou problemas no casamento podem contribuir para você comer mais
Álcool: bebidas alcoólicas possuem uma quantidade muito grande de calorias. Além disso, podem fazer você ganhar mais peso ao redor do estômago
Remédios: alguns medicamentos e até doenças podem levar ao ganho de peso. São exemplos a Síndrome de Cushing e o hipotireoidismo. Ou tomar antidepressivos e corticóides.

Riscos da obesidade
A forma como a obesidade pode afetar sua saúde depende de várias fatores, como sua idade, sexo, a quantidade de gordura do corpo e o quão ativo você é. Por exemplo, se você já tem uma idade avançada, mas pratica exercícios físicos regularmente, tem um risco menor de desenvolver doenças relacionadas ao peso do que jovens sedentários.

Risco de doenças
Se você está obeso, tem mais chances de desenvolver diabetes do tipo 2, pressão alta, colesterol e triglicérides altos, doenças coronarianas, derrame e apnéia, entre outras coisas. Com a perda de peso, o risco cai. O local onde seu corpo acumula gordura também é importante. Se a gordura se concentra ao redor do estômago, você tem maior propensão a desenvolver diabetes do tipo 2, pressão alta, colesterol alto e doenças coronarianas do que pessoas magras ou com gordura localizada no quadril (o chamado formato de pêra).

Fazendo mudanças
Para fazer grandes mudanças em sua vida, você precisa estar bastante determinado. Pergunte a si mesmo se esta é a hora certa. Você está pronto para se comprometer com um plano e segui-lo? Tem o apoio dos amigos e da família? Conversou com o seu médico sobre quais devem ser seus primeiros passos? Peça ajuda a seu médico para:

Identificar os fatores que fazem você ganhar peso
Encontrar remédios que você esteja tomando e que possam estar atrapalhando na perda de peso Fazer mudanças no estilo de vida e não dietas

Seu médico pode lhe recomendar a ajuda de alguns profissionais:
Um nutricionista pode dizer quantas calorias por dia você precisa e qual a melhor forma de obtê-las
Um professor de educação física pode lhe dar um programa de exercícios que seja seguro e eficiente
Um terapeuta ou psiquiatra podem ajudar a resolver problemas emocionais, como depressão e ansiedade. Também podem ser úteis para casos de abuso sexual, problemas familiares ou vícios
Um cirurgião pode ser necessário se o seu médico julgar importante uma cirurgia de estômago

Quando você estiver pronto para iniciar as mudanças, não tarde em começá-las. Qualquer coisa que você possa fazer que seja mais saudável do que o que vinha fazendo é um passo na direção certa. Estabeleça pequenos objetivos. Mas suas metas precisam ser específicas, com um ponto de chegada e com uma certa flexibilidade para que você fuja delas de vez em quando.

Um objetivo de comer melhor e fazer mais exercícios é muito geral. Em vez disso, fale que fará exercícios de 3 a 4 vezes por semana. Talvez seja bom começar com uma caminhada de 15 minutos três vezes por semana e aí aumentar para quatro vezes. Quando atingir essa meta, imponha-se outra. Perceba, porém, que haverá contratempos. O importante é que eles não o tirem do seu objetivo. Pense em algum momento em que você conseguiu cumprir alguma meta e lembre-se do que o motivou.

Tente colocar uma motivação semelhante agora e coloque objetivos pequenos e reais. Alcançar o sucesso, mesmo em pequenas coisas, é importante. Assim que você conseguir cumprir algo, coloque outras meta. Se você acha que não está pronto para as mudanças, tente escolher uma data futura. Marque uma consulta com o médico e discuta isso com ele. Nesse meio tempo, você pode avaliar quais mudanças pretende fazer em sua vida.

Exames
Além do check-up tradicional, você pode fazer outros exames para monitorar sua saúde. Seu médico pode querer exames de sangue para verificar o diabetes tipo 2, a tireóide, problemas no fígado e os níveis de colesterol e triglicérides. O médico também irá checar a pressão, perguntar sobre os remédios que você está tomando, discutir o histórico familiar, o quão ativo você é, o quanto ingere de bebidas alcoólicas, o histórico de ganho de peso e quantas vezes você já tentou perder peso. Sabendo o tamanho de sua cintura com o Índice de Massa Corpórea (IMC) o médico poderá determinar seu risco de desenvolver outras doenças.

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