porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar idéias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Mulher consegue ver cores e sentir sabores na música



O Fantástico [TV Globo 26/07/2009] trata de um mistério que a ciência tenta decifrar. Elizabeth vê as cores e sente o gosto de cada canção.


Reprodução
A cor do som (Foto: Reprodução/Getty Images)
Você vai conhecer um caso extraordinário: uma mulher que é capaz não apenas de ouvir música, como todo mundo. Incrivelmente, ela enxerga a música. Como se não bastasse, ela sente, na ponta da língua, o sabor de cada nota musical.

Elizabeth não é apenas um fenômeno. É um caso único, diz um cientista. “Não existe no mundo outro ser humano que tenha esta habilidade”, afirma.

Tudo começou nos tempos de adolescência. “Quando eu tinha 16 anos, vi que enxergava uma cor para cada nota musical que ouvia”, diz ela. “Perguntei a uma amiga se ela também podia ver cores quando ouvia música. Mas ela me disse que eu era estranha. Vi, então, que eu estava sozinha. Não era igual aos outros”, conta.

Poucas semanas depois, Elizabeth teve outra surpresa: descobriu que as notas musicais que ouvia produziam sabores específicos. Havia notas que, por exemplo, deixavam um sabor amargo na boca. “Fiquei assustada. Quase enlouqueci”, diz.

O fenômeno não acontece só com música. O som de um sino, o barulho de um motor, o toque de um celular ou o latido de um cachorro, tudo produz cores e sabores em Elizabeth. São cores que só ela enxerga e sabores que só ela sente.

É como se os sons da vida produzissem, em Elizabeth, um show que só ela pode ver, um espetáculo que não acaba nunca. Elizabeth não gosta de ir a discotecas, porque as cores e os sabores produzidos pela música que ela ouve nestes ambientes não são atraentes.

Quando ouve o som forte das discotecas, ela enxerga quadrados pretos. O que acontece com Elizabeth é um caso extremo de sinestesia, uma condição neurológica que faz com que os sentidos se combinem.

Há outros casos de gente que enxerga cores nas notas musicais. Mas o caso de Elizabeth é diferente de todos os outros, porque combina a audição, a visão e o paladar. Todos estes sentidos entram em ação, juntos, quando ela ouve um som.

Elizabeth atraiu, é claro, a atenção de médicos e cientistas. O cérebro de Elizabeth passou por um exame detalhado. Os médicos descobriram uma grande atividade nas conexões neurológicas que unem a visão, a audição e o paladar.

Em gente comum, estas conexões parecem adormecidas. Mas, em Elizabeth, elas estão em atividade. Os cientistas estão tentando identificar o gene que produz o fenômeno da sinestesia. Ou seja: a combinação entre vários sentidos.

“É só uma questão de tempo”, diz um cientista, entusiasmado com os grandes avanços da engenharia genética.

Quando a ciência descobrir qual é o gene responsável pelo que acontece com Elizabeth, esta capacidade pode ser estendida a todos os seres humanos. Pode chegar o dia em que será possível ouvir o som, ver a imagem e sentir o gosto da música. Um espetáculo que, por enquanto, tem Elizabeth como única espectadora.

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