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porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar idéias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Pensamento para o Dia 21/12/2010






“Certa vez, Draupadi perguntou a Dharmaraja: "Senhor! Você é, sem dúvida, o mais elevado entre aqueles que seguem sem hesitação o caminho do Dharma; mesmo assim, como é que tal calamidade terrível lhe aconteceu? Dharmaraja respondeu: " Draupadi, não sofra. Olhe para a cordilheira do Himalaia. Quão magnífica, gloriosa, bela e sublime ela é! É um fenômeno tão esplêndido que Eu a amo sem limites. Isso não me dará nada, mas minha natureza é amar o belo, o sublime. Então, aqui também vivo em amor. A personificação dessa sublime beleza é Deus. Esse é o significado e a importância do amor por Deus. Deus é a única entidade que vale a pena amar. Essa é a razão pela qual eu O amo. Eu não desejo nenhum favor Dele. Não vou rezar para qualquer benefício. Que Ele me mantenha onde Ele quiser me manter. A maior recompensa para o meu amor é Seu amor! Meu amor não é um artigo no mercado." Assim, Dharmaraja ensinou Draupadi que o Amor é uma qualidade Divina e deve ser assim tratado. O Amor é a natureza espontânea daqueles que estão sempre presentes na consciência do Atma (Eu Superior).”

Sathya Sai Baba

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