porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar idéias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein

domingo, 16 de junho de 2013



IMPACTO DAS REDES  SOCIAIS, PROGRAMAS DE TELEVISÃO E LIVROS NA PSIQUE DOS JOVENS: SENHOR, TU ME SONDAS...

(Assista no final desse texto a Reportagem da TV Globo sobre os riscos e benefícios das redes sociais)
Hoje, recebi (de uma amiga) pelo facebook uma reportagem da TV Globo sobre o impacto das redes sociais nas psiques dos jovens. Nessa reportagem a repórter faz uma pergunta numa sala de aula: “quem aqui que não acessa uma rede social, levante o braço?”. A repórter conta e verifica que 100 por cento estavam ligados diariamente às redes sociais. Então, ela faz uma segunda pergunta: “quem aqui não acessa uma rede social, levante o braço?”. E ela conta e constata que ninguém levantou o braço. Ou seja, a moda da juventude agora é a rede social! Cada um acessa como pode: computador, celular etc. É um fato social e político interessante. Isto porque antes da rede social as opções mais baratas eram a TV ou um vídeo alugado numa locadora perto de casa. O paradigma agora está mudando. Muitos jovens, e adultos também, já se cansaram da TV  e se “antenam” numa rede ou várias redes  sociais para conhecer novas pessoas, ou para se informar, ou para buscar conhecimento, etc. É impressionante! Eu mesmo venho acompanhando  as redes sociais há anos. Só parei de ficar “antenado” de 2009 para cá devido as doenças  (câncer em vários lugares do meu corpo). Mas, agora estou de volta a fazer aquilo que eu gostava de fazer antes das doenças que tive: escrever e palestrar! E essa semana tive uma surpresa agradável e que me intrigou. Isto porque eu tinha um blog que estava desativado (não sei porque!) e de repente voltou a funcionar (bernardomelgaco.blogspot.com). Então, consegui entrar no meu blog criado há muitos anos e fui ver o que eu havia guardado nele. Então, copiei um artigo muito bonito que fiz baseado numa música religiosa (não sei se é católica ou evangélica – com o título SENHOR, TU ME SONDAS...), e postei no meu facebook (EDUCAÇÃO PARA O TERCEIRO MILÊNIO)  sem pretensão nenhuma (gosto de  escrever tanto sobre filosofia, quanto ciência e espiritualidade!). E passado um tempo (talvez uma ou duas horas) abri de novo o meu facebook e constatei que 101 pessoas haviam lido o meu texto (o comum é entre 4 a 20 pessoas em cada texto posto).  Fiquei surpreso porque era um texto de louvor a Deus que fiz há muitos anos ouvindo a música religiosa e vibrando de emoção no ato da escrita. E cheguei a conclusão que tem muita gente carente de Deus! Ou seja, de querer saber mais das experiências alheias com Deus (muito mais do que a filosofia e  a ciência!). E os livros também estão num segundo plano. A moda agora é rede social – e Deus! Eu vejo que tem algo positivo e negativo. Positivo porque podemos (eu digo aqueles que já possuem uma experiência de vida longa e que possui um saber sensível e inteligente para divulgar) compartilhar nossas ideias, experiências acadêmicas, experiências espirituais, experiências de vida mesmo, críticas, filosofias, ciências e espiritualidades etc.). E negativo porque tem gente que usa as redes sociais para propagar ideologias radicais e incentivar o ódio inter-religioso, racial, etc. Então, as redes nas mãos de pessoas éticas com propostas sérias vão ajudar em muito na formação do caráter e do conhecimento dessa juventude ávida pelo desconhecido, inédito e transcendental.

Prof. Bernardo Melgaço da Silva – bernardomelgaco@gmail.com -  

sábado, 15 de junho de 2013

O QUE É O AMOR DIVINO?

Ele é um fenômeno que não se explica, mas que se vivencia no centro do peito de qualquer pessoa desde que se tenha uma disciplina impecável. Descobri em 1988 que ele está relacionado a um processo de transformação da percepção comum (a razão associado aos cinco sentidos) para uma consciência de si. E o que eu quero dizer com "consciência de si"? É um processo ou disciplina ...interior que o sujeito faz no PLANO DA PERCEPÇÃO-CONSCIÊNCIA PESSOAL e que requer uma vontade supra-humana para permanecer a cada instante vigiando e transformando os seu pensamentos e sentimentos-desejos automáticos. É algo que me aconteceu sem que eu planejasse ou programasse....aconteceu. No início começou quando despertei para o fenômeno da consciência intuitiva...uma voz doce e suave que me orientava com cuidado e extrema paciência e bondade. Tem um filme americano (Conversando com Deus) que mostra uma passagem muito parecida com a minha. Porque fui intuído a criar uma hipótese de que a consciência "humana" era formada por duas partes a saber: superior e inferior. E também fui intuído a acreditar que nossos pensamentos, sentimentos e desejos são energias puras. Essa hipótese é primordial para quem quiser entrar no campo espiritual em si mesmo. Então, criadas as hipótese comecei a colocá-las em prática. É importante frisar que não basta formular uma teoria e não colocá-la em prática. E assim, fiz minha disciplina espiritual a cada segundo durante horas, dias e semanas a fio sem interrupção. De modo que, consegui separar a minha percepção humana da consciência divina que estava misturada, Uma vez separada as duas consciências iniciei um processo de mudança da minha concepção de vida a partir da consciência divina que não parava de falar (e não pára até hoje). E porque o Amor Divino é importante nesse mundo moderno violento, desigual e injusto? Porque Ele é a referência da sabedoria, da ética, da ciência, da espiritualidade e da filosofia (os gregos sábios já haviam descoberto isso, pois PHILO significa Amor e SOPHIA significa sabedoria). Em suma, nunca conseguiremos viver em paz e harmonia enquanto cada um não encontrar o Caminho do Amor Divino em si mesmo. Nunca aprenderemos esse caminho lendo livros! Ele é uma conquista pessoal para que reconheçamos a nossa verdadeira identidade divina latente. Ele é uma força criadora de tudo, da vida, do universo e da existência. Ele é Deus presente, um Verbo vivo que nos ama e quer que nos religuemos a Ele. Religare significa religião, ou seja, a religação de uma existência humana a uma existência não-humana. E assim, todos os outros sentimentos e ações são formados por esse valor existencial (diferente de valor moral) e energia cósmica. Por ser muito difícil esse caminho poucos conseguirão trilhar e acabarão morrendo e renascendo ad infinitum. O mistério da nossa existência se revela através dessa descoberta ou revelação de QUEM SOMOS NÓS afinal. A meditação, a oração, a contemplação, a repetição de mantras, a vontade de autosuperação são imprecindíveis para se realizar a experiência mística-espiritual do Amor Divino.

Bernardo Melgaço da Silva

sexta-feira, 14 de junho de 2013

O QUE ESTAMOS BUSCANDO: O MISTÉRIO DO SER ESPIRITUAL

O que estamos buscando? Qual a orientação que queremos dar em nossas vidas? Certamente, não queremos apenas "quantidade de vida", ou mesmo "vida incompleta". Almejamos algo mais. Algo que possamos desfrutar completamente em vida. Ou seja, algo que possua valor, peso, sentido, dimensão e, portanto, QUALIDADE. Queremos encontrar a essência das coisas da vida.

Queremos encontrar sem saber o que, como e onde. Tateamos no escuro da percepção na busca da essência das coisas da vida. Por isso, ansiamos em encontrar em cada coisa esse ponto, esse centro essencial. Sabemos por experiências, que a vida só tem sentido quando vislumbramos encontrar uma referência dessa essência fundamental. A essência que nos anima. Todo nosso esforço, todas as nossas descobertas têm por intenção, mesmo indiretamente, a reorientação de nossas visões para o centro essencial da vida. É a vida e a sua existência a questão chave. Viver por viver não tem valor, não tem significado algum. Precisamos experimentar o belo, ao agradável, o saboroso, o extasiante, o apaixonante, o romântico, o sutil, o amoroso, o confiável, e assim por diante. Essa é a busca que consciente ou inconscientemente realizamos todos nós.

É essa experiência tateante que nos empurra para frente. Inevitavelmente caímos, mas logo levantamos. Sofremos e desejamos. Matamos e morremos. Mas, o grande sonho é a esperança de encontrar, ou melhor, de experimentar a grandeza de algo superior a nós mesmos (em nós mesmos).

Daí o surgimento da crise. Mas, também como consequência o conflito e a oportunidade de encontrar a trilha da Verdade maior: "Vocês conhecerão a Verdade. A Verdade vos libertará". É preciso continuar. Desistir nunca. Assim, com nossa visão obscurecida, caímos e mergulhamos num oceano de conflitos, guerras, desajustes e desequilíbrios. E poucos são os "buscadores" que escapam da força magnetizadora do mundo das formas. De "buscadores" nos tornamos vítimas. Nos misturamos ao mundo que no início queríamos desvendar. É o paradoxo do caminho do homem em busca da essência das coisas.

Assim, mesmo inconsciente, desejamos encontrar uma referência do caminho certo. Em dado momento nos perguntamos: qual é o caminho verdadeiro? Será que existem vários caminhos? Ou, será que existe apenas um único caminho? Buscamos aqui e ali essas respostas tanto na ciência quanto na religião. Tentamos decifrar, interpretar e traduzir os caminhos traçados pelos grandes mestres que passaram pela Terra. Mas, isso é tudo em vão. Não encontramos, de pronto, a resposta adequada. Várias são as referências, os marcos deixados por aqueles que conseguiram caminhar. Mas, tudo em vão.

Existe um mistério que permeia a nossa busca da essência das coisas. Os marcos deixados nos apontam em direção à perfeição e à beleza. De forma que, ficamos na intenção, no desejo de querer "uma estrela no céu, enquanto nossos pés estão presos na Terra".

Romper com os grilhões que nos aprisiona ao "chão da Terra" é o desafio de sermos totalmente livres para vivenciarmos a "estrela no céu". De maneira que, estamos sempre conformados com esse destino que nós mesmos criamos. É preciso ganhar asas e voar para pontos mais altos do nosso "céu-ser". Mas como fazer isso? Não sabemos, enquanto sociedade, como fazer essa tarefa suprema.

Ao longo de vários séculos acumulamos muito conhecimento. Hoje conhecemos muito. Muito mesmo. No entanto, paradoxalmente, não sabemos o que nos é de fato essencial para viver. Esse é o grande mistério: nem muito, nem pouco, nem mais e nem menos. Mas o essencial. O essencial é tudo que precisamos.

O essencial torna-se o que nos é oculto sempre. Cabe aqui uma pergunta: o que é mesmo "essencial"? Será que é essencial ter? Ou será que é ser? É essencial adquirir bens materiais? Ou será que os bens materiais são necessários? O essencial é uma questão de quantidade ou de qualidade? Possuir isso ou aquilo é essencial ou é útil? Utilidade e essencialidade são as mesmas coisas?

O mundo que criamos é centrado na utilidade ou essencialidade das coisas? Creio eu, que o mundo moderno gira sob o eixo da utilidade. Queremos as coisas que nos são uteis. Não podemos, ou melhor, não conseguimos trocar o que é essencial. Trocamos o que é útil entre nós. Não podemos trocar o ar, o vento, o clima, o chão, etc. Trocamos o que é útil para o bem comum de um grupo, sociedade, tribo ou clã. É importante analisarmos essa questão de forma mais profunda.

O essencial já existe e sempre existiu antes das necessidades humanas. O essencial não pode ser criado pelo homem. O homem cria e projeta as coisas uteis para si. A vida é essencial. Não podemos trocar a vida. Não podemos vender a vida. Podemos trocar sapato por dinheiro. Podemos vender roupas, alimentos, etc. O essencial não está associado a "quantidade de", mas a "qualidade de" vida. É claro, que existe um valor essencial na própria quantidade. Mas, não é a quantidade que determina o valor essencial. Por exemplo, as vezes faz-se necessário uma quantidade de água, ou seja, um valor essencial de volume de água para saciar nossa sede. O essencial é a nossa satisfação existencial.

Se não percebemos isso continuaremos confundindo as coisas. Continuaremos valorizando a utilidade das coisas e não a essencialidade. Essa distorção vem causando sérios danos e desajustes no sistema energético humano. Com essa visão apurada podemos melhor compreender os desvios. Por exemplo, o trabalho social numa empresa é útil ou essencial? Certamente que é útil para a troca com dinheiro mas não é essencial. Essencial é o trabalho ou esforço individual que cada um precisa realizar em si mesmo a fim de alcançar o equilíbrio ontológico/existencial. Podemos ver, então, que não podemos sobreviver apenas com o trabalho útil. O trabalho útil não consegue por si mesmo nos manter vivos com saúde. Se nos esforçamos continuamente no trabalho útil geramos "stress", desequilíbrio e portanto, doenças. E consequentemente sofrimento e perda do valor essencial da vida.

O trabalho útil precisa estar subordinado ao trabalho essencial. Ou seja, se estamos equilibrado em nossa estrutura interior, podemos então, utilizar melhor nossas capacidades físicas. A produção essencial não pode ser medida. Ela apenas deve ser incentivada. A produção oriunda do trabalho essencial gera bens não-econômicos: paz, equilíbrio, harmonia, felicidade, alegria, bem-aventurança, etc. Essas coisas são essenciais para todos nós. Sem isso, a vida perde total sentido de existência.

O que aconteceu para que nos desviássemos tanto desse trabalho essencial? Creio eu, que foi a supervalorização do trabalho útil em detrimento do outro. Invertemos a natureza das coisas. Forçamos um caminho. Nos iludimos com as nossas descobertas. O homem moderno, está adoecendo e perdendo o controle de suas próprias energias vitais. O aumento do número de hospitais, médicos, psicólogos indica não a evolução de uma sociedade, mas ao contrário do que pensamos , indica um grande problema nos desequilíbrios de valores de utilidade das coisas.

A nossa psique desaprendeu a exercitar os valores essenciais. Vivemos submersos num mundo de valores utilitaristas. Valores de consumo de utilidades. A natureza é governada por princípios essenciais, valores naturais. Não podemos normatizar um valor natural. Podemos acordar sobre um valor artificial ou virtual. A bondade é um valor essencial ou natural. E sempre existiu em qualquer civilização humana. Da mesma forma, a fé, a fraternidade, a amizade, o perdão, etc.

O trabalho essencial é hierarquicamente superior ao trabalho útil. O caminho essencial é estreito e sua porta pequena. Retornar a trilha do trabalho e da produção essencial é a grande conquista de que precisamos para efetivamente sabermos quem nós somos. Ser essencial. E não apenas ser útil: médico, engenheiro, motorista, enfermeiro, etc. O essencial é perene. O útil é provisório, temporal. Não conseguiremos mudar a rota de conflitos se não mudarmos a busca. Do útil para o essencial. O essencial requer renúncia e restrição. O mestre Einstein, foi um dos raros seres que vislumbraram isso. Vejamos, o que ele disse (Como Vejo o Mundo, Nova Fronteira):

"Se quisermos uma vida livre e feliz, será absolutamente necessário haver renúncia e restrição" p.64

E o mestre Jesus Cristo também chegou a dizer:

"É mais fácil um camelo atravessar o buraco de uma agulha do que um homem rico ir para o Reino do Céu"

É preciso mudar a rota da busca. Da utiladade da qualidade para a essencialidade da qualidade. Essa mudança deve ocorrer dentro de cada indivíduo. É no homem e não nos produtos físicos que a qualidade deve se desenvolver. É claro, que como resposta da visão interior podemos criar produtos mais uteis para o nosso benefício. Mas, a recíproca não é verdadeira, ou seja, a qualidade dos produtos não produzirá no homem a mudança de rota. Produzirá mais valores utilitaristas. Reforçará o caminho da utilidade. E de seus valores de uso e troca.

Seguindo dessa forma o homem se afastará cada vez mais daquilo que ele mais quer encontrar: a qualidade de vida total, realizada na vivencialidade do Amor Cósmico Universal. Esse afastamento produzirá no homem moderno, um aumento de tensão interior. Essa tensão em processo de crescimento conduzirá o homem a utilizar seus valores utilitaristas na projeção, na explosão psíquica inevitável. O homem poderá se autodestruir. A busca do Amor é a meta. É imprescindível para o desenvolvimento equilibrado de qualquer sociedade humana. Sem Amor, a vida é vazia, oca, sem valor, sem sentido verdadeiro e sem essência.

OUT/1992


Porque convergimos e integramos com AMOR, VERDADE, RETIDÃO, PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA

Dedicamos este espaço a todos que estão na busca de agregar ideias sobre a condição humana no mundo contemporâneo, através de uma perspectiva holística, cujos saberes oriundos da filosofia, ciência e espiritualidade nunca são divergentes; pelo contrário exige-nos uma postura convergente àquilo que nos move ao conhecimento do homem e das coisas.
Acredito que quanto mais profundos estivermos em nossas buscas de respostas da consciência melhor será para alcançarmos níveis de entendimento de quem somos nós e qual o propósito que precisaremos dar as nossas consciências e energias objetivas e sutis para se cumprir o projeto de realização holística, feliz, transcendente, consciente e Amorosa.

"Trata-se do sentido da unidade das coisas: homem e natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto; em suma, a percepção de que tudo isso pode ser reconciliado. Na verdade, nunca aceitei sua separatividade, e minha vida - particular e profissional - foi dedicada a explorar sua unidade numa odisseia espiritual". Renée Weber

PORTANTO, CONVERGIR E INTEGRAR TUDO - TUDO MESMO! NAS TRÊS DIMENSÕES:ESPIRITUAL-SOCIAL-ECOLÓGICO

O cientista (psicólogo e reitor da Universidade Holística - UNIPAZ) PIERRE WEIL (1989) aponta os seguintes elementos para a falta de convergência e integração da consciência humana em geral: "A filosofia afastou-se da tradição, a ciência abandonou a filosofia; nesse movimento, a sabedoria dissociou-se do amor e a razão deixou a sabedoria, divorciando-se do coração que ela já não escuta. A ciência tornou-se tecnologia fria, sem nenhuma ética. É essa a mentalidade que rege nossas escolas e universidades"(p.35).

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo" Albert Einstein


A INCONTROLÁVEL VONTADE DE ESCREVER

          O que motiva uma pessoa a escrever durante quinze anos consecutivos? É uma pergunta que me faço. No meu caso em particular, é uma força incontrolável que brota ou surge misteriosamente de dentro de mim. E tudo começou – mesmo! -  em 1988, após uma grande crise espiritual onde pude constatar a existência de uma dualidade-polaridade de identidade. Ou seja, constatei que eu não era Eu. E que Eu era muito mais do que eu. Duas identidades em busca de uma unidade cósmica. Algo fantástico! E eu ignorei a minha outra natureza-identidade durante muito tempo ou vidas. Ignorei a existência da minha contra-parte que era Eu. Estranho? Sim, mas verdadeiro e profundo. Uma natureza-identidade estava ligada à natureza e ao universo (Physis) e a outra ligada ao mundo e a cultura. Uma é a-temporal, transcendente e pessoal, a outra é temporal, imanente e individual. Por vários meses e anos – de 1988 para cá -  vivi em dois mundos e duas realidades que se complementavam e buscavam uma harmonia numa dimensão ontológica (supra-psicológica). Então, como negar algo que não é mais inconsciente e invisível? Algo que está presente o tempo todo falando e orientando-me. Algo que eu não sei explicar como em mim entrou e como em mim viveu, cresceu e que nunca vai morrer. Eis o mistério da consciência de si! Estar consciente de si, não é apenas estar consciente do corpo físico e do papel social no mundo concreto e político. A partir dessa constatação de que Eu não era eu, pude compreender muitos fenômenos e os relatos de observadores e filósofos em suas tentativas de anunciar o indizível e inconsciente para quem ainda não vivenciou o mistério da consciência de si.  O impulso para escrever textos foi um passo dado sem perceber como ele foi evoluindo e me envolvendo. Eu sei que os primeiros passos foram dados, em 1988, durante a minha crise de identidade. Eu escrevia para me conscientizar e também para não perder a razão e enlouquecer. Tal era o “surto” que me havia acometido. O conflito era grande demais, mas também não havia como romper e sair do processo, e voltar ao mundo seguro das explicações funcionais-racionais. Eu havia despertado para uma outra realidade. Hoje, faz sentido para mim as palavras de Cristo: “Nascer e morrer em vida”. Morre-se em vida para se renascer numa outra consciência supra-racional, ou seja, intuitiva, amorosa e bondosa. Um degrau de consciência e existência é galgado de forma surpreendente: “Muitos serão chamados e poucos os escolhidos”. No fundo escrevo tentando me fazer entender sabendo que poucos estarão aptos a compreenderem o contexto que eu quero lhes remeter ou apontar. Um verdadeiro paradoxo! Escrevo sabendo que os instrumentos que utilizo são extremamente limitados para operar uma transformação ou metanóia na consciência dos meus leitores ou ouvintes. Escrevo para quem tiver olhos para ver e ouvidos para ouvir. Escrevo na esperança de me fazer compreender mais uma vez. Quem sabe talvez despertando interesses para uma nova caminhada de potencialidades não reveladas porém latentes – com certeza! Escrevo porque o Verbo quer se fazer carne em mim. É um impulso incontrolável da vontade soberana espiritual. Por isso, nunca consegui parar de escrever mesmo quando me decidia racionalmente parar. No dia seguinte, a força do chamado para voltar a escrever o que sentia e me encantava. Hoje, sinto um desejo profundo não só de continuar escrevendo mas também de falar de viva voz nos ambientes que estiverem livres para o ato de me comunicar e me revelar com fé, vontade e sensibilidade. Uma coisa que aprendi foi que nunca poderia duvidar da minha fé em mim. A causa para a eloqüência intuitiva está na fé que se faz Verbo na minha consciência. Assim, se eu duvidar desse Verbo, eu perco o dom da escrita e nada mais revelarei de valor. Hoje, rezo para que o Verbo se faça carne no espaço holístico que estamos criando nas mentes receptivas. E que esse Verbo que nunca me abandonou se faça presente na minha simplicidade de escritor e orador. O Verbo-Verdade é indizível mas presente em todos nós! Prof. Bernardo M. da Silva, Crato, 24/08/2003

segunda-feira, 23 de julho de 2012

ECONOMIA DE COMUNHÃO

Empresas em Comunhão


19:54 @ 02/11/2008

Empresas em Comunhão

Aliando o princípio espiritual “Que todos sejam Um” à doutrina da Economia de Comunhão, que envolve já oitocentas empresas em todo o mundo, o Movimento dos Focolares reúne hoje mais de quatro milhões de seguidores. Em Portugal, dez empresas trocam a “cultura do Ter” pela “cultura do Dar”, seguindo preceitos éticos de uma gestão responsável



2 comentários
publicado por Riozo

CAMINHAR SOBRE A ECONOMIA COM CORAGEM

22:35 @ 24/10/2008

(http://www.grupos.com.br/blog/economiadecomunhao/permalink/27302.html)

A reflexão a seguir deseja mostrar a necessidade de se criar um espaço para dar condições de formar as pessoas, particularmente os executivos que participam da Economia de Comunhão.



Diante dos grandes desafios que esse Projeto propõe é necessário que o executivo seja formado nesta visão, para que seja ao mesmo tempo conceitual e prático. Que consiga bons resultados, ser excelente técnico e possa desenvolver todos os aspectos da espiritualidade da unidade nos processos humanos de desenvolvimento.



Evidencia-se esta falta de formação, quando observamos o uso de frases como estas: “ninguém é perfeito”, “cada um tem o seu estilo”, “todo mundo faz assim”, “não há clima em nossa empresa para falar essas coisas”, “isso é fora da realidade”, “no nosso país não dá...”, “na teoria, tudo parece bonito, mas no chão da fábrica isso não funciona”, e assim por diante. Ou conclusões como esta: “Ele é um gênio técnico, mas é intratável como ser humano”.



Tais premissas muitas vezes são usadas como pretexto, para não optarmos pela experimentação dos princípios da EdC, no dia-a-dia do mundo do trabalho; outras vezes servem para justificar falhas de formação e deficiências administrativas. Essas lacunas na formação geram conflitos internos nas pessoas, porque elas acabam vivendo valores diferentes nas várias atividades do ser humano, dificultando assim o desenvolvimento completo da experiência de Economia de Comunhão.



Desse modo, acabamos nos acomodando com essas “deficiências normais” que prejudicam o desenvolvimento da experiência da EdC e tambem o nosso, como pessoa. Por isso precisamos descobrir uma maneira de crescer continuadamente, em formação e educação. Essa formação deve ir além da aquisição de conhecimentos técnicos, que são importantes e indispensáveis, mas não é suficiente; devemos formar a “pessoa por completo”, particularmente o “executivo” a fim de que seja competente em todos os aspectos da vida da empresa, que, na realidade, não deixa de ser uma conseqüência da sua vida pessoal. Essa conscientização e formação contínua nos dariam a sabedoria para implantar os aspectos da espiritualidade da unidade no mundo do trabalho, envolvendo todas as dimensões da vida empresarial, das mais simples, que podem parecer inexpressivas, até as mais complexas.



Existirão as dúvidas porque estamos à procura da “verdade”. Na vivência do dia-a-dia da EdC, notamos que o grande inimigo para seu desenvolvimento não é a dúvida e sim o medo. Nós nos sentimos pressionados constantemente pelo medo! Medo de perder as coisas que pensamos que podem nos proporcionar a felicidade; medo de errar, medo de perder a imagem que outras pessoas fazem de nós, ou daquilo que pensamos ser, medo de perder nosso capital, nossas idéias e tudo aquilo que sonhamos ter.



Lembro-me que quando nós fizemos essa escolha, de viver a fraternidade na nossa empresa, ou seja, quando optamos por fazer a experiência de EdC, senti medo. Medo e angústia, porque, como um alarme, me vinham idéias que haviam ficado registradas em minha memória, idéias de coisas que vivenciei em outra época. Embora esse medo fosse real, ele foi acionado por coisas que não existiam mais, por fatos registrados em minha memória. Então, não foi a nova escolha que me deu insegurança, mas foram lembranças de um passado que não existia mais. E a coragem de fazer essa escolha me fez observar esse fenômeno com clareza e constatar que havíamos escolhido o caminho certo. Isso me libertou de temores repletos de falsas idéias.



Uma das grandes virtudes da Economia de Comunhão é a abertura, que trará liberdade para que essa experiência venha a ser renovada como qualquer organismo vivo que evolui. É importante lembrar também que o grande propulsor dessa experiência é a fé, e as dúvidas que surgem, são elementos que irão fortalece-la e criar vida nova, eliminando o passado e nos colocando no momento presente.



Questionemo-nos!



É necessário que nos questionemos continuamente e nos desapeguemos de todos os conceitos, de todas as coisas e ideologias, para estarmos abertos à verdade contida na essência da Economia de Comunhão, que tem suas raízes na Fraternidade Universal.



Um outro ponto importante para a Economia de Comunhão é o acompanhamento daquilo que acontece nas empresas para que não haja um distanciamento entre a vida e a teoria.



Devemos lembrar que todos os trabalhos acadêmicos e teóricos, também são importantes porque nos indicam o caminho, e são necessários para provar premissas diferentes das aceitas pela sociedade. Mas tudo o que acontece nas empresas e nos pólos é o grande instrumento que irá mostrar a possibilidade de uma vida econômica nova porque contém o poder de transformação pelo exemplo. Podemos ilustrar isso com o que aconteceu com Galileu Galilei (1564-1642) no início da Idade Moderna. Ele convidou a sociedade da época a olhar pelo telescópio que havia inventado (era uma luneta montada num tripé). Com isso Galileu foi um dos protagonistas na criação de uma nova física, segundo a qual a Terra girava ao redor do Sol e que era a gravidade que nos mantinha presos à Terra. Entretanto, muitos relutaram a olhar pelo telescópio porque tinham medo de colocar em questionamento aquilo que acreditavam, ou seja, na antiga física que afirmava que a Terra era o centro do universo. Relutaram porque a constatação de que a Terra gira em torno do Sol os obrigava a mudar a concepção que tinham do Universo.





quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Pensamento para o Dia 29/12/2011



Pensamento para o Dia 29/12/2011

“Todo mundo procura e se esforça para estar em paz consigo mesmo e com a comunidade ao redor. As pessoas têm tentado obter essa paz acumulando riqueza, o que dá poder sobre os outros e a capacidade de controlar conveniências e confortos. Alguns têm procurado posições de autoridade e influência para que possam moldar eventos adequados para seus propósitos e fantasias. Infelizmente, esses caminhos são cercados de medo e a paz que é obtida por esse modo é passível de extinção rápida e às vezes violenta. Paz Verdadeira (Shaanthi) só pode ser alcançada através do Amor! É o fruto da árvore da vida. Esse fruto de essência doce é envolto por uma casca amarga. A casca amarga simboliza as seis paixões que envolvem o coração amoroso do homem: luxúria, ira, avareza, apego, orgulho e ódio. Aqueles que removem o exterior através da disciplina dura e consistente atingem a doçura interior - a paz tão desejada; essa paz é eterna, imutável e irresistível.”

Sathya Sai Baba

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

KAHUNA- O GUARDIÃO DO SEGREDO




KAHUNA- O GUARDIÃO DO SEGREDO

[sugestão: comprar livro pela Internet na livraria cultura]

(http://www.xamanismo.com.br/Teia/SubTeia1192456288It008)



A palavra Kahu significa guardião e Huna : segredo. o verdadeiro significado da palavra kahuna é: "Aquele que é um expert em sua profissão"

Os Kahunas eram especialistas em: agricultura, construção de cabanas e barcos, pesca, astronomia, religião, medicina, psicologia e outras áreas do conhecimento. o termo aplicado no que damos hoje o título de Ph.D.

Antes da colonização européia a antiga sociedade havaiana, isolada do resto do mundo, desenvolveu seus sistema religiosos, com uma profunda compreensão espiritual do indivíduo e do universo. O kapu ou tabus regravam a fechada sociedade havaiana, que possuía um profundo senso de família.

TIPOS DE KAHUNAS

Kahuna ha'i'olelo: Especializado em pregações itinerantes

Kahuna ho'oulu ai: Especializado em agricultura

Kahuna kalai: Especializado em gravuras e esculturas

Kahuna kali wa'a: Construtores de canoas

Kahuna kilokilo: Pregadores; interpretam presságios observados do céu.

Kahuna lapa'au: Especializados em medicina e cura

Kahuna pule: Pregadores, pastores, sacerdotes e oradores

Kahuna pale: Especializado em desfazer a magia praticada por um mago negro

Kahuna po'i uhane: mágicas. Místico especializado em atrair e letrado na ciência da mente, aprisionar espíritos.

Kahuna ki'i: Zelador de imagens (totens, estátuas, etc). Sua atribuição era de embalar, envernizar e armazenas as imagens. responsável pelo transporte durante as batalhas à frente do chefe em comando

Kahuna na'au ao: Erudito sacerdote, que instruía iniciados e noviços dentro do conhecimento e práticas.



ARTES PRATICADAS PELOS KAHUNAS



Ho'o-pio-pio: Uso de encantamentos para levar ou trazer a morte, bem como vários eventos mágicos.

Ho'o-una-una: Arte de afastar uma entidade demoníaca espiritual em missão de morte.

Poi-Uhane: Maestria em capturar espíritos.

One-one-ihonua: Maestria em preces especiais de serviço.

Nana-uli: Arte de fazer profecias do tempo.

Kili-kilo: Adivinhação

La'au lapa'au: Sacerdotes da saúde que trabalhavam com ervas. Curavam ossos quebrados e outros traumas instantâneamente ou em alguns dias, através de preces ou processos esotéricos.

Kuhi-kuhi puu-one: Mestre de obra. Instaladores e arquitetos dos heiau ou templos.

Makani: Sacerdote dos ventos, com poderes sonbre espíritos místicos.

Ho'o-noho-noho Eram condutores de espíritos de pessoas falecidas. ajudavam os espíritos a elevarem-se até a divindade.

Kahuna Haapu: Médico

Kahuna Haka: Diagnosticador

Haha paaoao: Pediatra

La'au Kahea: Psicólogo



PRINCÍPIOS EM QUE OS KAHUNAS SE BASEAVAM



A palavra ALOHA é composta de alguns princípios:

A de ala - ver a vida de forma a estar sempre alerta

L de locahi - trabalhar com unidade (corpo,mente e espírito)

O de oiaio - Honestidade

H de ha'aha'a - Humildade

A de ahonui - Paciência e perseverança

Segundo os Kahunas, quando se aprende estes princípios se encontra com Deus.

MANA

Os Kahunas acreditavam que o mana é recebido do céu através da prece. Deve-se rezar constantemente e enviar estas preces para o seu Aumakua , o espírito guardião antepassado. O Aumakua vivendo no Céu, olha por sua criança da Terra e intercede através do seu divino poder espiritual.



DUALIDADE



para os havaianos existem duas grandes forças, a alta (boa, elevada em direção a evolução) e a baixa (baixa vibração, negativa e involutiva). Os termos aqui descritos como negativos ou positivos, está sendo usado sem definir boa ou má e simplesmente como polaridades.

O mundo material é considerado parte negativa. o mundo espiritual é considerado parte positiva. A lei do amor de deus á manifestação da unidade e da harmonia. Quando trouxemos a parte positiva, ou seja, unidade e harmonia, para a parte negativa, que é o mundo material, nós obteremos a verdade. O desejo pessoal é negativo e as leis de Deus são positivas. Quando soubermos unir o desejo pessoal e o amor juntos, aí se fará a luz! Deus nos iluminará e nós desfrutaremos a verdadeira felicidade.



POLARIDADE



Toda a vida é a união das polaridades, positiva e negativa, mas existem dois tipos de forças telúricas ou forças negativas. A polaridade negativa ou telúrica elevada que é representada pelas forças da natureza, trabalha em harmonia e em benefício da humanidade. A polaridade negativa baixa é a força telúrica de destruição e do egoísmo.

Um Kahuna deve conseguir aprender a distinguir entre alta e baixa. Ele deve aprender a controlar a baixa telúrica. Não deve voltar atrás em seu caminho, deixar-se envolver, senão estará abrindo as suas defesas para o ataque da ignorância. Caso isto ocorra ele não escapará dos baixos impulsos ficando doente pelas baixas influências.

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A PSICO-FILOSOFIA HUNA



Jens Federico Weskott

(http://www.stum.com.br/c.asp?i=8655&s=1)



A Psico-filosofia Huna é uma ciência que integra os três níveis de consciência. Torna a pessoa capaz de enviar energia mana do subconsciente ao Superconsciente. Pode efetuar pedidos visando realizações materiais e espirituais. Essa antiga sabedoria era e é praticada pelos kahunas, os mestres espirituais e xamãs curadores do Havaí.

Redescoberto pelo psicólogo americano Max Freedom Long, foi chamada Huna = segredo. Os relatos de Long sobre as realizações ‘mágicas’ dos kahunas revelam uma tradição ancestral. Novos autores desvendaram a ciência ali oculta.

Hoje, o ‘Sistema de Conhecimento Huna’ é um saber com três elementos diferentes: é, ao mesmo tempo, um sistema científico, uma visão de mundo e um método prático baseado em uma filosofia de vida ética.







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KAHUNA HEALING E HO’OPONOPONO

(http://www.portalcosmico.com.br/portal.asp?page=kh)



O Método de Cura Espiritual das Ilhas Polinésias , conhecido como HUNA, significa "segredo" e existe há mais de 5000 anos. É um sofisticado sistema de manipulação de energia com ênfase na conectividade da espiritualidade cósmica do Ser Humano com a Terra, seu corpo e suas emoções. Integra mente, corpo e espírito em ações e materializações para a felicidade pessoal e de nossa "teia-de-vida". Nos ensina a celebrar a vida no plano físico e a ver a espiritualidade em todas as coisas, nas materializações.



Acredita que a chave para viver uma vida integral esta em despertar e integrar nosso Eu Inferior ( Subconsciente ), com o Médio (Consciente ) e o Superior ( Espiritual Ou Superconsciente ). Através dessa integração, Huna esta centrada no Amor e enxerga o Ser Humano, a Natureza e o Divino como partes harmoniosas de uma mesma comunidade cósmica.



Huna nos fornece um conjunto de práticas shamanicas simples mas, profundamente transformacionais, que nos abre e amplia o mundo espiritual.

Historicamente o KAHUNA é o Mestre Espiritual Guardião do conhecimento HUNA e da Tradição. Quando os ingleses se instalaram nas ilhas havaianas a prática HUNA foi proibida e o KAHUNAS tiveram que trabalhar na clandestinidade. Assim, a Sabedoria Espiritual HUNA ficou oculta por muitos anos. Hoje, nessa nova idade do Planeta, a prática HUNA uma vez mais emerge – através de muitos poucos eleitos - para nos ajudar a CURAR a NÓS e ao todo de forma abrangente e total.



Como brilhantemente cita Max Freedom Long:



“Se você não está utilizando o método HUNA, você está trabalhando com um esforço muito maior do que precisaria!”

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Pensamento para os Dias 7 e 08/12/2011




Pensamento para o Dia 08/12/2011

“Viva sempre em pensamentos sublimes. Quando o ar enche uma bola de futebol, ela assume a forma de uma esfera. Quando se enche um balão, ele toma a forma de um balão oval ou esférico. Igualmente, a mente toma a forma dos objetos com os quais ela está apegada. Se ela se fixa a pequenas coisas, torna-se pequena. Se estiver fixa em coisas nobres e grandiosas, torna-se nobre e grandiosa. A câmera tira uma foto de qualquer coisa para a qual estiver direcionada; assim também é com a mente. Tenha discernimento antes de desenvolver apego. Se seu apego for direcionado para cônjuge e filhos, terras e prédios, contas bancárias e saldos, você irá experimentar sofrimento quando eles declinarem. Desenvolva apego sincero e firme pelo Divino e você crescerá em amor e esplendor. Devoção não é uma questão de contas de rosário e barbas, nem é adoração representada por flores, cânfora ou toque de sinos. Você é julgado pela sua disciplina espiritual, pensamentos e controle dos sentidos.”

Sathya Sai Baba



Pensamento para o Dia 07/12/2011

“Um verdadeiro herói é a pessoa firme que não se abala, de modo algum, pelos altos e baixos causados pelas ondas estrondosas do mar da vida. Tal pessoa nunca perde o equilíbrio; isso torna-se parte de sua natureza! Aquele que mantém sua programação de disciplina espiritual, independente de atrações ou distrações, é uma pessoa sábia, também chamada de Dheera. Dhee significa Buddhi (intelecto) e essa é a verdadeira qualidade do homem. Não é o traje ou o bigode que caracterizam o "herói". A verdadeira natureza humana prospera com a rejeição da dualidade de alegria e tristeza, e todas as suas ações devem ser para conquistar os dois. Sua vitória deve ser sobre inimigos internos, em vez dos externos. Então, o fruto que você conquista é a imortalidade! Coisas do mundo não podem conferir esse estado de bem-aventurança. Quando você verdadeiramente e continuamente supera alegria e tristeza, a bem-aventurança que alcança é absoluta, independente e completa.”

Sathya Sai Baba

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Pensamento para o Dia 30/11/2011




“O que existe é apenas aquele que percebe tanto o sonho como o estado de vigília - o "Eu". Conheçam tal "Eu" e reconheçam que "Eu" é o mesmo que "Ele" (Deus). Você pode saber isso apenas por intensa disciplina espiritual, que não é maculada por raiva, inveja e ganância - os vícios que brotam do ego. Você deve observar cuidadosamente e controlar esses vícios. Quando você fica com raiva, você age como se estivesse possuído por um espírito do mal; seu rosto torna-se feio e assustador. Como a lâmpada vermelha piscando quando o perigo se aproxima, os olhos e o rosto ficam vermelhos e agem como um aviso para você. Preste atenção a esse sinal e silenciosamente fuja para um lugar solitário. Não dê vazão livre a palavras maliciosas. Uma vez que você cresce em sabedoria, o ego irá naturalmente cair. Portanto, desenvolva sabedoria e diferencie a natureza efêmera de todas as coisas objetivas. Então, o ego terá uma morte natural no campo do seu coração e você alcançará a salvação.”

Sathya Sai Baba

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Pensamento para o Dia 24/11/2011




“A paz é um estado de espírito que está bem dentro de seu próprio eu. Ela emana do coração da pessoa. Há reação, ressonância e reflexo para tudo no mundo. Somente quando há ódio em si que você verá ódio nos outros. Às vezes, mesmo que ninguém lhe faça mal, você tenta machucar os outros. Faça o que fizer aos outros, você definitivamente experimentará o resultado dessa ação e o que quer que ouça ou experimente é tudo devido à reação, reflexo e ressonância de suas próprias ações e sentimentos; os outros não são responsáveis por isso. Você esquece essa verdade simples e lamenta: "fulano de tal está me acusando ou causando dor em mim ou me machucando", e assim por diante. Muitas vezes você tende a lutar e ferir os outros. A partir de hoje, sempre os ajude, nunca faça mal a ninguém. Siga sua consciência; ela o ajudará a manifestar qualidades nobres.”

Sathya Sai Baba

domingo, 20 de novembro de 2011

Pensamento para o Dia 19/11/2011




“Vemos atualmente no mundo desordem, violência e conflito. Para curar esses males é preciso descartar o egoísmo, a ganância e outras características ruins, e elevar-se acima da natureza animal. É por meio da caridade (altruísmo) que você alcança a pureza. Com pureza de coração você pode alcançar a Unidade que levará, então, à Divindade. A morada da vida humana deve ser construída sobre a caridade, a pureza, a unidade e a Divindade. As mulheres desempenham um papel crucial em cultivar esses quatro pilares. Verdade, sacrifício e paz são qualidades predominantes nas mulheres. Uma boa esposa é de importância apenas para o marido, enquanto uma boa mãe é um patrimônio nacional. Apenas mães dedicadas podem oferecer à nação filhos que se esforçarão para o grande futuro do país. Boas e tolerantes mães, que cuidam da pureza e do crescimento espiritual dos seus filhos e do bem-estar da comunidade, são a necessidade atual. ”

Sathya Sai Baba